Joyce (Bette Davis) é uma dama da sociedade rica, cujo marido infeliz quer o divórcio. Ela começa a pensar nos momentos que viveu ao seu lado, e também nos motivos que levaram-no a tomar esta decisão.
Revendo esse filme. foi esse que ela fez depois de Tudo Sobre Eve né? se não me engano. esse aqui é um projeto inferior. não admiro em gosto pessoal, até para época pareceu velho, mas impressão minha. Para quem quer conhecer a Filmografia da Davis, saibam que ela tem melhores tá. rss Não considero um dos melhores da Davis, mas vale a pena da uma olhada, uma chance. A Narrativa eu acho datada e cansativa. o texto é bom para época, mas ás vezes me pareceu, que beira a O ruim, alguns acham bom, mas pensando na época da narrativa ok da para "entender" mas não gosto tanto, minha opinião claro. É Um Drama Mediano ok, que conta a historia de uma mulher rica que lembra do seu passado.. etc.. Bette aqui entrega uma atuação mais contida, sem dúvidas competente. Resumindo, eu acho o filme fraco e datado, mas a melhor coisa do filme ainda é por causa de Bette Davis, pois é, ela fazia os filmes ficar "interessantes" esse ela fez o que pode. Assistam com paciência, para quem não admira esse tipo de historia, contada desse modo, de uma chance. sempre é bom rever a Davis atuando. Enfim é isso. :)
A sinopse me enganou: esperava um filme rude, que expunha de maneira severa a personalidade ambiciosa da protagonista feminina do filme. Não é o que ocorreu: vivida por uma frágil e brilhante Bette Davis, Joyce Ramsey passa por uma incrível transformação de personalidade ao se deparar com a solidão e o filme toma partido radical de sua dor, das injustiças sociais estimuladas e praticadas contra a sua feminilidade. O magnífico discurso da rica personagem de Jane Cown, justificando a sua submissão sobrevivencial ao gigolonato, é extrardionário, e tudo o que se segue - nos excelentes vinte minutos finais de projeção - beira a supremacia melodramática da antiga Hollywood. Ótimo em suas reviravoltas pró-conjugais: belíssimo estudo sobre o enfado e sobre a retroalimentação corporativa deste terrível sentimento... :( - WPC>
Interessante a divagação que se faz acerca da hipocrisia da primeira classe e como esta pode arruinar uma vida. Davis está impecável como a matriarca que vê seu estilo de viver arruinar seu próprio casamento e despedaçar sua vivência. Interessante também a estratégia para discernir o passado do presente, sempre confiando no espectador para a evolução narrativa.
Revendo esse filme. foi esse que ela fez depois de Tudo Sobre Eve né? se não me engano. esse aqui é um projeto inferior.
não admiro em gosto pessoal, até para época pareceu velho, mas impressão minha.
Para quem quer conhecer a Filmografia da Davis, saibam que ela tem melhores tá. rss
Não considero um dos melhores da Davis, mas vale a pena da uma olhada, uma chance.
A Narrativa eu acho datada e cansativa. o texto é bom para época, mas ás vezes me pareceu, que beira a O ruim, alguns acham bom, mas pensando na época da narrativa ok da para "entender" mas não gosto tanto, minha opinião claro.
É Um Drama Mediano ok, que conta a historia de uma mulher rica que lembra do seu passado.. etc..
Bette aqui entrega uma atuação mais contida, sem dúvidas competente.
Resumindo, eu acho o filme fraco e datado, mas a melhor coisa do filme ainda é por causa de Bette Davis, pois é, ela fazia os filmes ficar "interessantes" esse ela fez o que pode.
Assistam com paciência, para quem não admira esse tipo de historia, contada desse modo, de uma chance. sempre é bom rever a Davis atuando.
Enfim é isso. :)
A sinopse me enganou: esperava um filme rude, que expunha de maneira severa a personalidade ambiciosa da protagonista feminina do filme. Não é o que ocorreu: vivida por uma frágil e brilhante Bette Davis, Joyce Ramsey passa por uma incrível transformação de personalidade ao se deparar com a solidão e o filme toma partido radical de sua dor, das injustiças sociais estimuladas e praticadas contra a sua feminilidade. O magnífico discurso da rica personagem de Jane Cown, justificando a sua submissão sobrevivencial ao gigolonato, é extrardionário, e tudo o que se segue - nos excelentes vinte minutos finais de projeção - beira a supremacia melodramática da antiga Hollywood. Ótimo em suas reviravoltas pró-conjugais: belíssimo estudo sobre o enfado e sobre a retroalimentação corporativa deste terrível sentimento... :( - WPC>
Interessante a divagação que se faz acerca da hipocrisia da primeira classe e como esta pode arruinar uma vida. Davis está impecável como a matriarca que vê seu estilo de viver arruinar seu próprio casamento e despedaçar sua vivência. Interessante também a estratégia para discernir o passado do presente, sempre confiando no espectador para a evolução narrativa.
Apesar de não figurar entre os meus preferidos estrelados por Mrs. Davis, "Depois da Tormenta" é um excelente drama familiar.
A história em si não tem nada de extraordinário, o destaque acaba ficando mesmo é pela profundidade do texto e diálogos.
"Quando se começa a envelhecer, o tempo pode ser uma avalanche e a solidão um desastre."