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478 - Estados Unidos da América
Sinopse
Um homem traumatizado busca vingança após ter perdido a esposa e a filha em um acidente de avião causado por negligência de um controlador de tráfego aéreo.
Eu tenho para mim que o maior crime que um filme pode cometer não é ele ser ruim, é ele ser qualquer coisa. É ser esquecível, ser qualquer nota. Porque o filme ruim, um verdadeiro desastre, mas te marca de alguma forma: te faz perder a paciência, te faz querer bufar de raiva, enfim, te provoca algum sentimento. E, quando você se depara com um que nem isso consegue fazer, a frustração é pior. É aquele sentimento de que você se envolveu, se entregou, e não recebeu nada em troca. E foi exatamente isso que eu senti assistindo a isso aqui.
Após perder a esposa e a filha em um acidente aéreo causado por um erro de controle de tráfego, Roman Melnyk fica devastado. Quando percebe que o responsável pela tragédia continua vivendo sua própria vida, Roman passa a ser consumido pelo luto e pela necessidade de encontrar algum tipo de justiça, colocando-o em uma trajetória marcada por dor, ressentimento e vingança.
Quando eu li a sinopse, achei a história extremamente interessante, uma proposta diferente. O Arnold Schwarzenegger já estava bem mais velho, então não seria um daqueles longas que ele estava acostumado a fazer na juventude, do exército do homem solitário em busca de vingança e tal. Mas eu não imaginava que fosse encontrar uma coisa tão insípida, tão sem graça.
A parte mais interessante da obra justamente está no personagem do Scott McNairy e na repercussão que o erro dele causou, desde as pressões psicológicas até as pressões sociais. Mas isso não é bem explorado. É tudo feito de uma maneira insípida.
A fotografia é cinzenta e combina com o roteiro, que não é preto nem branco, não é 8 ou 80, ele é cinza. Ele é uma coisa, uma massa sem forma. E foi isso que me impediu de gostar, porque ele não é intenso. Uma história como esta poderia ser um drama fenomenal, que nos levasse a discutir, que nos levasse a entender melhor quais seriam as repercussões que um acidente como este teria caso acontecesse na vida real, já que o filme é levemente inspirado em uma história real. Mas roteiro e direção não querem se comprometer com nada, e aí acaba resultando em uma coisa sem vida.
Aftermath é daqueles filmes que eu coloco na prateleira de que você não vai se esquecer da história dele, você vai se esquecer de sequer tê-lo assistido. É o tipo de produção que implode imediatamente na parte do cérebro que guarda as nossas memórias, porque não tem uma cena minimamente memorável. Eu mesmo cochilei e lutei contra o sono durante uma hora e meia e, o filme não me ajudava a resistir. E isso é o que torna tudo mais desmotivante no final.
a culpa não foi do controlador de voo, foi a somatória de uma serie de fatores:
- o controlador foi deixado sozinho responsável por 2 monitores ( era um monitor para cada operador),
- o outro operador saiu, sem concluira a tarefa de entrar em contato por telefone com o aeroporto de Pittsburgh- sai para lanchar e deixa a tarefa para o outro operador,
- As linhas telefônicas entraram em manutenção e ficaram fora do ar por 6 minutos,
- o outro avião pede para baixar da altitude de cruzeiro para 6mil pes (se nãome engano) ; exatamente a altitude que o operador instruiu a outra aeronave a baixar; a torre de comando não respondeu, não autorizou e o piloto da baixa assim mesmo - o que ocasionou a colisão (para mim, o principal motivo),
- o operador quando vai ligar , tira o fone, provavelmente, pq o fio do fone não dava para chegar aonde estavam os telefones e por isso, não ouviu o pedido da aeronave para baixar a 6 mil pés,
- ele vê que os aviões estão indo para a mesma rota no radar, mas acha q é algum tipo de erro, pois não havia autorizado qualquer mudança na rota do outro avião (q o piloto mudou por conta própria),
- O cansaço e o acúmulo de funções, causam fadiga mental, o que faz com que a cognição e os reflexos de tomada de decisões fiquem mais lentos.
Ou seja, na verdade, o operador foi um bode espiatorio para encobrir as diversas falhas das 2 companhias aéreas.Ele foi o unico que, realmente, não teve culpa.
Este filme é impressionante! A dor é palpável, baita atores, Arnold sendo incrível
A atuação de Arnold Schwarzenegger foi magistral!
Excelente filme dramático que nos obriga a refletir. O filme mostra contraste entre o ressentimento q adoece e o perdão q cura.
Na minha percepção os dois iriam se juntar pra investigar a suposta sabotagem, como gosto de deduzir o final de um filme mas esse me surpreendeu , ai entra a pisicologia.
Filme ótimo,a trama é envolvente e o final é fantástico,Arnold Schwazeneger numa ótima atuação. Nota 10💪💪💪💪💪
Arnold nunca foi um puta ator, sempre se segurou no carisma que tem (de sobra) mas é no mínimo curioso que ele tenha escolhido a parte "final" de sua carreira para atuar em dramas. E tem segurado bem. O filme em si é ok, maior mérito é não querer se prolongar
AFTERMATH
Direção: Elliott Lester
Ano: 2017
Assistido em: 05/09/2026
Eu tenho para mim que o maior crime que um filme pode cometer não é ele ser ruim, é ele ser qualquer coisa. É ser esquecível, ser qualquer nota. Porque o filme ruim, um verdadeiro desastre, mas te marca de alguma forma: te faz perder a paciência, te faz querer bufar de raiva, enfim, te provoca algum sentimento. E, quando você se depara com um que nem isso consegue fazer, a frustração é pior. É aquele sentimento de que você se envolveu, se entregou, e não recebeu nada em troca. E foi exatamente isso que eu senti assistindo a isso aqui.
Após perder a esposa e a filha em um acidente aéreo causado por um erro de controle de tráfego, Roman Melnyk fica devastado. Quando percebe que o responsável pela tragédia continua vivendo sua própria vida, Roman passa a ser consumido pelo luto e pela necessidade de encontrar algum tipo de justiça, colocando-o em uma trajetória marcada por dor, ressentimento e vingança.
Quando eu li a sinopse, achei a história extremamente interessante, uma proposta diferente. O Arnold Schwarzenegger já estava bem mais velho, então não seria um daqueles longas que ele estava acostumado a fazer na juventude, do exército do homem solitário em busca de vingança e tal. Mas eu não imaginava que fosse encontrar uma coisa tão insípida, tão sem graça.
A parte mais interessante da obra justamente está no personagem do Scott McNairy e na repercussão que o erro dele causou, desde as pressões psicológicas até as pressões sociais. Mas isso não é bem explorado. É tudo feito de uma maneira insípida.
A fotografia é cinzenta e combina com o roteiro, que não é preto nem branco, não é 8 ou 80, ele é cinza. Ele é uma coisa, uma massa sem forma. E foi isso que me impediu de gostar, porque ele não é intenso. Uma história como esta poderia ser um drama fenomenal, que nos levasse a discutir, que nos levasse a entender melhor quais seriam as repercussões que um acidente como este teria caso acontecesse na vida real, já que o filme é levemente inspirado em uma história real. Mas roteiro e direção não querem se comprometer com nada, e aí acaba resultando em uma coisa sem vida.
Aftermath é daqueles filmes que eu coloco na prateleira de que você não vai se esquecer da história dele, você vai se esquecer de sequer tê-lo assistido. É o tipo de produção que implode imediatamente na parte do cérebro que guarda as nossas memórias, porque não tem uma cena minimamente memorável. Eu mesmo cochilei e lutei contra o sono durante uma hora e meia e, o filme não me ajudava a resistir. E isso é o que torna tudo mais desmotivante no final.
E com esse filme aprendemos que...
é bom pedir desculpas!
A pior prisão que existe pra um Ser humano é conviver com a sua consciência.... Ótimo filme 🎥🎉....
Filmaço! Sensacional! Importante atentar para o fato de que, na realidade,
a culpa não foi do controlador de voo, foi a somatória de uma serie de fatores:
- o controlador foi deixado sozinho responsável por 2 monitores ( era um monitor para cada operador),
- o outro operador saiu, sem concluira a tarefa de entrar em contato por telefone com o aeroporto de Pittsburgh- sai para lanchar e deixa a tarefa para o outro operador,
- As linhas telefônicas entraram em manutenção e ficaram fora do ar por 6 minutos,
- o outro avião pede para baixar da altitude de cruzeiro para 6mil pes (se nãome engano) ; exatamente a altitude que o operador instruiu a outra aeronave a baixar; a torre de comando não respondeu, não autorizou e o piloto da baixa assim mesmo - o que ocasionou a colisão (para mim, o principal motivo),
- o operador quando vai ligar , tira o fone, provavelmente, pq o fio do fone não dava para chegar aonde estavam os telefones e por isso, não ouviu o pedido da aeronave para baixar a 6 mil pés,
- ele vê que os aviões estão indo para a mesma rota no radar, mas acha q é algum tipo de erro, pois não havia autorizado qualquer mudança na rota do outro avião (q o piloto mudou por conta própria),
- O cansaço e o acúmulo de funções, causam fadiga mental, o que faz com que a cognição e os reflexos de tomada de decisões fiquem mais lentos.
Ou seja, na verdade, o operador foi um bode espiatorio para encobrir as diversas falhas das 2 companhias aéreas.Ele foi o unico que, realmente, não teve culpa.
Este filme é impressionante! A dor é palpável, baita atores, Arnold sendo incrível
A atuação de Arnold Schwarzenegger foi magistral!
Excelente filme dramático que nos obriga a refletir. O filme mostra contraste entre o ressentimento q adoece e o perdão q cura.
Na minha percepção os dois iriam se juntar pra investigar a suposta sabotagem, como gosto de deduzir o final de um filme mas esse me surpreendeu , ai entra a pisicologia.
Filme ótimo,a trama é envolvente e o final é fantástico,Arnold Schwazeneger numa ótima atuação. Nota 10💪💪💪💪💪
Arnold nunca foi um puta ator, sempre se segurou no carisma que tem (de sobra) mas é no mínimo curioso que ele tenha escolhido a parte "final" de sua carreira para atuar em dramas. E tem segurado bem. O filme em si é ok, maior mérito é não querer se prolongar
Muito bom ,