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Sinopse
Um yuppie precisa arrumar companhia de última hora. Eis que aparece uma garota linda e aparentemente tímida, mas que perde o controle das ações ao primeiro gole.
Tinha visto este filme do mestre e iconoclasta Black Edwards há uns anos, de modo que, lembro vagamente da extinta REVISTA SET, fazer uma matéria sobre este filme, tendo claro, como chamariz de capa ( não a capa toda, só uma pequena foto da atriz no canto inferior da revista) a bela Kim Basinger (que por sinal esteve ótima no filme). A química entre Bruce Willis (no auge do carisma) e Kim Basinger é deveras alucinada. As interpretações de todo o elenco, tendo como composição encenações pra lá de paspalhos e habilmente encenadas unida com situações inusitadas, como, o encontro no restaurante cujo o casal apronta com o chefe da empresa que está prestes a fechar negócio com um empresário japonês e sua concubina; cena de tudo o que ocorre no tribunal e as sequências da casa a noite quando todos vão dormir. A trilha sonora oitentista embala este filme aproveitando-se do Rock/Pop da época. ENCONTRO AS ESCURAS, dirigido otimamente por Black Edwards expõe o quanto pode o comportamento da classe burguesa estadunidense e, por extensão, capitalista daquele período.
"Co'a marvada pinga é que eu me atrapaio Eu entro na venda e já dô meu taio Pego no copo e dali num saio Ali mesmo eu bebo, ali mesmo eu caio Só pra carregá é queu dô trabaio, oi lá!"
Não foi a "Moda da Pinga", que a Inezita Barroso cantava e deixava a gente bêbado só de ouvir, mas Nadia Gates (Kim Basinger) só precisou de um gole pra fazer o que o garrafão chupado faria com qualquer caipira.
"Encontro às Escuras" é aquela comédia com romance e aventura que a me fez rolar no sofá na época! Dirigido pelo mestre das comédias setentista Blake Edwards, o filme conta as loucuras e as desventuras de um casal numa noite, onde o que era pra ser só encontro, acabou se tornando quase que uma viagem ao inferno, por causa da marvada pinga é que eu me atrapaio" rsrsrs...
Walter Davis (Bruce Willis) é um workaholic, desajeitado, mal vestido, mas bem-sucedido, que num jantar de negócios, com o chefe e um sócio, ele precisa desesperadamente de uma acompanhante. Então, seu irmão David (Phil Hartman), arranja um encontro com uma mulher que Walter nunca viu, um encontro às cegas, como diz o titulo com Nadia Gates (Kim Basinger), a prima de sua esposa. A única instrução do seu irmão é: "Não deixe ela beber".
Mano foi foda... A cena do restaurante foi daquelas que dava vontade de sair correndo da sala de tanto constrangimento! A mina pirou de vez! Bolsos rasgados, gritaria, banho de espumante, garçons perdendo a linha. Nadia acabou com a carreira de Walter, antes dela chegar no sócio japonês. Quando a peruca da esposa geisha do sócio voou, eu quase arranquei minhas costelas de tanto rir! Cê é doido!
E depois piora mais do que dez litros de carrafão chupado da musica da Inezita, com o ex de Nadia, o desesperado David Bedford (John Larroquette), dando show. Cê é doido! Ele fazia sem pinga, o que ela com probrema com álcool, fazia! Foi um corre corre dos bons, com perseguição de carro maluca nas ruas de L.A. com aquele carro estranho do Walter, que parecia que tinha uma focinheira na frente.
E passando por bares, festas, assaltos, Walter e Nádia, fugiam do ex doido, pela noite. Até que sem bolso, sem emprego e com o carro destruído, o bichinho pira, perde a linha e vai parar no xilindró, e depois julgado. Mas advinha quem é o advogado dele? David, o ex. de Nádia ou melhor o Dr. David Bedford, onde ele faz uma proposta indecorosa legiônica pra garota. "Case comigo e eu defendo o infeliz de ir pra cadeia. E como o pai do Dr. David, é o juiz do caso (que quer dar jeito na vida do filho doido, e vê-lo longe do seu tribunal), não pensou duas vezes! Mas esqueceram só de avisar pro Walter, que se já não bastasse a loca, ele agora dependia do doido e o pai do doido, pra escapar da cana.
Mas em algum lugar do filme, Walter se apaixonou por Nádia, e foi pro tudo ou nada no casório do doido. E foi aquelas sessões de trapalhadas, com um corre corre dos bons, onde o Walter, escondido de todos, prepara sua alcóolica vingança. E as cenas finais não decepcionam o marvado efeito das pingas (oi lá...). Até o padre foi pra piscina hahaha...
"Encontro às Escuras" foi aquela Tela Quente, que eu corri pra assistir na época! Bruce Willis e Kim Basinger, já faziam nossa cabeça, e eles estiveram bem demais nesse filme. O Bruce ainda não fazia filmes de ação, e esse longa me lembrou de cara, as trapalhadas da série "A Gata e o Rato", com a Kim Basinger no lugar da Cybill Shepherd. A dupla estive muito bem, aprontaram todas com seus personagens, em cenas que só poderiam sair da mente de Blake Edwards, que arrasou nos anos 70, com as clássicas comédias da "A Pantera Cor-de-Rosa", que eu amava.
Gostei muito de ter revisto "Encontro às Escuras", me impressionei por não ter esquecido de quase nada do filme, mesmo depois de trinta anos. Me diverti muito e dei boas risadas.
Recentemente, vi dois filmes do Bruce Willis mais voltados para a comédia, "Meu Vizinho Mafioso" 1 e 2, então decidi dar uma olhada nessa outra comédia dele, bem mais antiga. No começo, nada de muito interessante acontece. Porém, como eu tinha visto o nome do Blake Edwards, um diretor com tantas comédias boas no currículo, eu sabia que as chances do filme não ser divertido eram poucas, e dito e feito. Começa como uma comédia morna e acaba se tornando uma comédia frenética, com uma doideira atrás da outra, principalmente quando o ex da moça entra em cena. Depois, até o próprio Bruce Willis fica lokão também. Aí pronto, o que já era um caos fica ainda pior. Primeira vez que vejo ele atuar em uma comédia bem pastelão. Quem curte esse tipo de filme certamente tem grandes chances de gostar, assim como eu gostei. Uma comédia romântica nada melosa hahaha.
Um filme perdido entre comédia tosca e nada, só os personagens salvam o filme insosso, tedioso e arrastado exceto o do Bruce Willis que é boboca! O beijo final com oferecimento de Coca - Cola foi o pior!! kkk
Tinha visto este filme do mestre e iconoclasta Black Edwards há uns anos, de modo que, lembro vagamente da extinta REVISTA SET, fazer uma matéria sobre este filme, tendo claro, como chamariz de capa ( não a capa toda, só uma pequena foto da atriz no canto inferior da revista) a bela Kim Basinger (que por sinal esteve ótima no filme). A química entre Bruce Willis (no auge do carisma) e Kim Basinger é deveras alucinada. As interpretações de todo o elenco, tendo como composição encenações pra lá de paspalhos e habilmente encenadas unida com situações inusitadas, como, o encontro no restaurante cujo o casal apronta com o chefe da empresa que está prestes a fechar negócio com um empresário japonês e sua concubina; cena de tudo o que ocorre no tribunal e as sequências da casa a noite quando todos vão dormir. A trilha sonora oitentista embala este filme aproveitando-se do Rock/Pop da época. ENCONTRO AS ESCURAS, dirigido otimamente por Black Edwards expõe o quanto pode o comportamento da classe burguesa estadunidense e, por extensão, capitalista daquele período.
esse filme que deveria ser (se beber não case) XD
Tem Alguns Spoilers...
"Co'a marvada pinga é que eu me atrapaio
Eu entro na venda e já dô meu taio
Pego no copo e dali num saio
Ali mesmo eu bebo, ali mesmo eu caio
Só pra carregá é queu dô trabaio, oi lá!"
Não foi a "Moda da Pinga", que a Inezita Barroso cantava e deixava a gente bêbado só de ouvir, mas Nadia Gates (Kim Basinger) só precisou de um gole pra fazer o que o garrafão chupado faria com qualquer caipira.
"Encontro às Escuras" é aquela comédia com romance e aventura que a me fez rolar no sofá na época! Dirigido pelo mestre das comédias setentista Blake Edwards, o filme conta as loucuras e as desventuras de um casal numa noite, onde o que era pra ser só encontro, acabou se tornando quase que uma viagem ao inferno, por causa da marvada pinga é que eu me atrapaio" rsrsrs...
Walter Davis (Bruce Willis) é um workaholic, desajeitado, mal vestido, mas bem-sucedido, que num jantar de negócios, com o chefe e um sócio, ele precisa desesperadamente de uma acompanhante. Então, seu irmão David (Phil Hartman), arranja um encontro com uma mulher que Walter nunca viu, um encontro às cegas, como diz o titulo com Nadia Gates (Kim Basinger), a prima de sua esposa. A única instrução do seu irmão é: "Não deixe ela beber".
Mano foi foda... A cena do restaurante foi daquelas que dava vontade de sair correndo da sala de tanto constrangimento! A mina pirou de vez! Bolsos rasgados, gritaria, banho de espumante, garçons perdendo a linha. Nadia acabou com a carreira de Walter, antes dela chegar no sócio japonês. Quando a peruca da esposa geisha do sócio voou, eu quase arranquei minhas costelas de tanto rir! Cê é doido!
E depois piora mais do que dez litros de carrafão chupado da musica da Inezita, com o ex de Nadia, o desesperado David Bedford (John Larroquette), dando show. Cê é doido! Ele fazia sem pinga, o que ela com probrema com álcool, fazia! Foi um corre corre dos bons, com perseguição de carro maluca nas ruas de L.A. com aquele carro estranho do Walter, que parecia que tinha uma focinheira na frente.
E passando por bares, festas, assaltos, Walter e Nádia, fugiam do ex doido, pela noite. Até que sem bolso, sem emprego e com o carro destruído, o bichinho pira, perde a linha e vai parar no xilindró, e depois julgado. Mas advinha quem é o advogado dele? David, o ex. de Nádia ou melhor o Dr. David Bedford, onde ele faz uma proposta indecorosa legiônica pra garota. "Case comigo e eu defendo o infeliz de ir pra cadeia. E como o pai do Dr. David, é o juiz do caso (que quer dar jeito na vida do filho doido, e vê-lo longe do seu tribunal), não pensou duas vezes! Mas esqueceram só de avisar pro Walter, que se já não bastasse a loca, ele agora dependia do doido e o pai do doido, pra escapar da cana.
Mas em algum lugar do filme, Walter se apaixonou por Nádia, e foi pro tudo ou nada no casório do doido. E foi aquelas sessões de trapalhadas, com um corre corre dos bons, onde o Walter, escondido de todos, prepara sua alcóolica vingança. E as cenas finais não decepcionam o marvado efeito das pingas (oi lá...). Até o padre foi pra piscina hahaha...
"Encontro às Escuras" foi aquela Tela Quente, que eu corri pra assistir na época! Bruce Willis e Kim Basinger, já faziam nossa cabeça, e eles estiveram bem demais nesse filme. O Bruce ainda não fazia filmes de ação, e esse longa me lembrou de cara, as trapalhadas da série "A Gata e o Rato", com a Kim Basinger no lugar da Cybill Shepherd. A dupla estive muito bem, aprontaram todas com seus personagens, em cenas que só poderiam sair da mente de Blake Edwards, que arrasou nos anos 70, com as clássicas comédias da "A Pantera Cor-de-Rosa", que eu amava.
Gostei muito de ter revisto "Encontro às Escuras", me impressionei por não ter esquecido de quase nada do filme, mesmo depois de trinta anos. Me diverti muito e dei boas risadas.
A marvada é foda! Faz um estrago... Vou beber!
Recentemente, vi dois filmes do Bruce Willis mais voltados para a comédia, "Meu Vizinho Mafioso" 1 e 2, então decidi dar uma olhada nessa outra comédia dele, bem mais antiga. No começo, nada de muito interessante acontece. Porém, como eu tinha visto o nome do Blake Edwards, um diretor com tantas comédias boas no currículo, eu sabia que as chances do filme não ser divertido eram poucas, e dito e feito. Começa como uma comédia morna e acaba se tornando uma comédia frenética, com uma doideira atrás da outra, principalmente quando o ex da moça entra em cena. Depois, até o próprio Bruce Willis fica lokão também. Aí pronto, o que já era um caos fica ainda pior. Primeira vez que vejo ele atuar em uma comédia bem pastelão. Quem curte esse tipo de filme certamente tem grandes chances de gostar, assim como eu gostei. Uma comédia romântica nada melosa hahaha.
Um filme perdido entre comédia tosca e nada, só os personagens salvam o filme insosso, tedioso e arrastado exceto o do Bruce Willis que é boboca!
O beijo final com oferecimento de Coca - Cola foi o pior!! kkk