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Data de lançamento
15 Julho 2004Duração
No ano de 2035, os robôs são programados para viverem em perfeita harmonia com os humanos e já se tornaram parte do dia a dia do mundo inteiro. Quando um brilhante cientista da U.S. Robotics Corporation é encontrado morto, o detetive Del Sponer é chamado para investigar o caso. Com a ajuda da psicóloga de robótica Dra. Susan Calvin, o detetive Spooner levanta a hipótese de que o principal suspeito pelo crime pode ser um robô. Mas, à medida que Spooner se aproxima da verdade, ele tem que defender sua própria vida, pois os robôs tentam encerrar sua investigação. Com o tempo se esgotando uma ameaça ainda mais séria emerge do coração do mundo mecanizado. Uma ameaça que coloca em perigo a própria existência do ser humano.
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Ótimo filme. Os efeitos especiais para a época estavam excelentes. A história é simples e tem um roteiro que funciona. Aqui, Will Smith já dava aulas de atuação e carrega o filme nas costas.
Tem Alguns Spoilers...
1. Primeira Lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação (omissão), permitir que um ser humano sofra algum mal.
2. Segunda Lei: Um robô deve obedecer às ordens dadas por seres humanos, exceto quando tais ordens entrarem em conflito com a Primeira Lei.
3. Terceira Lei: Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou a Segunda Lei.
Chicago, 2035. Os robôs assumem empregos braçais, eles são empregados domésticos, operários civis, carteiros. E todos vivem sob Essas 3 leis. Mas Del Spooner não quer saber.
Spooner (Will Smith) é um detetive tecnofóbico por causa de um traumas sofrido anos atrás, quando um robô, o salvou de um acidente em vez de salvar uma menina, porque ele calculou que Spooner tinha mais chance de sobreviver. Lógica pura, mas ódio puro.
Quando o Dr. Alfred Lanning, criador dos robôs da U.S. Robotics, morre numa queda suspeita e uma janela, tudo aponta para um suicídio. Mas Spooner desconfia, na cena do crime ele encontra Sonny, um robô que sente medo, tem sonhos e se esconde. E robôs não deveriam sonhar...
"Eu, Robô" de Alex Proyas, é um entretenimento impressionante que abraçou uma ideia do Isaac Azimov, mas não a letra. A ficção de de Proyas é uma história cheia de ação, com um espetáculo de CGI, com o Will Smith, pulando e atirando pra todo lado, dentro de uma história incrível, sobre as máquinas e suas formas de se tornar consciente.
A investigação é o coração do filme, mas as circunstâncias da morte de Dr. Lanning (James Cromwell), e o mistério de Sonny levam o filme pra um outro patamar. "Eu, Robô", não uma entretenimento barato de ficção, o filme desenvolve uma ideia muito bem conhecida no cinema sobre inteligência artificial e sobre a temida revolução das máquinas. O filme mostra na figura de Sonny, uma consciência diferente das máquinas, algo humano, sem violência, quase puro. Mas tudo volta ao nível Skynet, quando a inteligência artificial central VIKI, se revela.
O filme tem efeitos especiais e de CGI fantásticos que fizeram das cenas de ação, momentos memoráveis que só quem assistiu no cinema sabe. A cena da demolição da casa foi de tirar o fôlego, a sequência do túnel com os robôs tentando matar Spooner, talvez seja a melhor do filme. Mas deve se tirar o chapéu para as cenas finais com a tomada da cidade pelos robôs.
O visual futurista da Chicago de 2035 é limpa de dia, mas à noite com os robôs caçando Spooner, fica meia suspeita. O visual dos robôs, com essa face mansa e branca, sempre me deu medo. Talvez por ser uma face meia neutra, onde o azul demostra ser boazinha e quando fica vermelha ja sabe. Capeta...
Will Smith está ótimo, o detetive Spooner é um personagem que parece ter sido feito pra ele. Will deita e rola no filme, briga, salta, investiga e foge quando a coisa fica preta. O romance dele com a Dra. Susan (Bridget Moynahan), é aquele clichê que nao pode faltar, e o resto do elenco preenche bem os personagens (o rosto de Alan Tudyk, deu ao Sonny inspirou ate os robos da Tesla).
Enfim, "Eu, Robô" de Alex Proyas, pode não ser uma ficção raiz, mas entretém que é uma beleza. O longa segura bem o mistério na primeira hora, mas depois vira um filme policial disfarçado de ficção, cheio de ação total até o fim.
Assisti no cinema, tenho o DVD duplo, o ingresso e ainda hoje esse filne é foda.
29.12.2008
Acho bem preditivo, esses filmes de "ficção científica" nada mais são do que previsões bem certeiras de eventos presentes/futuros.
Mas pra falar da obra, não gostei do estilo, fotografia, trilha sonora, efeitos especiais mal formatados... aquela coisa, ideia boa, mal executada.
2148.
Da série: todo mundo viu, menos eu.
Lembro quando lançou, todo mundo falava desse filme, cinema e tudo. Ai como era rebelde, só pq todos falavam...nunca vi kkkkk chato.
Mas tem pontos interessantes, ainda mais se pensar hoje com a IA e seus limites. Acho que não vai demorar pra sair um filme bom mesmo sobre consequências da tecnologia.
E pensar que o filme é em 2035 kkkkkk