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Data de lançamento
10 Junho 2018Duração
Julgado inocente pela tentativa de assassinato de uma ex-paciente, Dr. Albert Beck tenta recomeçar a vida como professor em uma escola de medicina. Lá, uma estudante fica apaixonada por ele e Albert decide embarcar nessa relação. Mas, as coisas se complicam quando uma pessoa do passado reaparece.
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Depois de dois filmes que surpreenderam positivamente dentro da proposta da franquia, esse terceiro capítulo causa uma enorme decepção. A queda de qualidade em relação aos dois primeiros é gritante.
O grande "plot twist" do filme é tão absurdo que parece saído direto de uma novela dramática de gosto duvidoso.
E na moral, que merda de cena foi aquela da dança entre Beck e Melissa com aquele musical patético parecendo um filminho de romance da Disney? Pqp, pura vergonha alheia. Tive que literalmente pular a maior parte, não consegui assistir de tão ridículo, KKKKKKK.
Apesar de todos os tropeços do roteiro, das decisões questionáveis e da queda visível na qualidade geral da trama, há um elemento que ainda consegue se destacar: a atuação de Eric Roberts. Mesmo mergulhado em um roteiro absurdo, ele entrega um desempenho cheio de intensidade, carisma e aquele toque de loucura que já virou marca registrada do Dr. Albert Beck.
Outro ponto positivo é a melhora significativa na qualidade da imagem em relação aos filmes anteriores. Aparentemente houve uma mudança nas câmeras ou no equipamento de filmagem do estúdio, resultando em cenas mais nítidas, com cores mais vivas e uma fluidez visual bem mais agradável. Essa evolução técnica ajuda a tornar a experiência mais palatável, mesmo quando o conteúdo deixa a desejar. Pode parecer um detalhe idiota para alguns, mas em uma franquia de baixo orçamento como essa, qualquer avanço nesse sentido faz diferença.
Assisti pela primeira vez quando era lançamento na tv a cabo. Levando em consideração o nível alto dos dois filmes anteriores, assisti com expectativas bem altas — e saí muito frustrado. Caiu muito a qualidade em relação à duologia.
A premissa da Sophie querendo se vingar do Dr. Albert Beck é até interessante, mas o plano dela é constrangedor. Não que a personagem fosse complexa ou memorável no primeiro filme, mas aqui ela está insuportável e muito irritante.
A atriz Anna Marie Dobbins (Melissa) é muito bonita e carismática — ela é o ponto alto do filme, a minha segunda mocinha favorita da franquia, ficando apenas atrás da atriz Claire Blackwelder (Amy), do filme anterior.
O plot twist ridículo é digno de novela mexicana.
A Sophie tinha uma melhor amiga no primeiro filme, e aqui inventaram outra melhor amiga do nada — ficou muito forçada a reviravolta.
Esse foi o último filme de Doug Campbell como diretor e roteirista da franquia. Um filme ruim e decepcionante.
Ranking:
8.1/100=(Fascinação Mortal 2) Fascinação Mortal 2 (2016)
8.0/100=(Fascinação Mortal 1) Fascinação Mortal (2015)
5.0/100=(Fascinação Mortal 5) Fascinação Mortal 5 (2021)
4.0/100=(Fascinação Mortal 3) Fascinação Mortal - O Retorno (2018)
3.0/100=(Fascinação Mortal 4) Fascinação Mortal 4 (2019)
Dr. Beck, como sempre incomparável e fenomenal.
Imortal Dr Beck.
Eric Roberts forneceu suas próprias camisas havaianas e coquetéis pré-misturados enquanto atuava como alter ego do Dr. Becks.
O Dr. Gustav Leben, psicólogo-chefe da universidade de distância da Gâmbia, comentou: "Como alguém que sofreu por doença mental na última década, este filme representa com precisão a luta pela qual passamos diariamente. Eric Roberts faz um trabalho fenomenal ao retratar um homem que é torturado pelos costumes dessa sociedade puritana, o que o leva a um comportamento drástico. Quero dizer, todos nós sentimos vontade de fazer essas coisas com garotas... Apenas dizendo..."😎
Eric Roberts insistiu nas mudanças nos roteiros para garantir que haja canto e dança. Entrevista com a TMZ "falado pelo meu médico é o próximo Hamilton, vou cantar, dançar, fazer o que for preciso. Estou certo de que Julia estará interessada no papel quando retornar minhas ligações "
Eric Roberts declarou em uma entrevista "Este é um lembrete pungente do atual flagelo da 'cultura de cancelamento' e de como isso afeta profissionais, como o Dr. Beck, por terem uma carreira de sucesso."
Quando o doutor Beck está seguindo Melissa, ela entra no que é obviamente uma loja Ulta, mas quando está lá dentro, claramente, é uma farmácia.
Produzido para TV.
(Acho que se o diretor tivesse investido mais nos gêneros Comédia/Trash seria um grande sucesso)