Zack Elliot é um jovem médico bem sucedido da região de Los Angeles, casado com Claire, igualmente uma bem sucedida executiva de uma rede de televisão. Estão casados há oito anos. Formam um casal relativamente feliz em seu relacionamento, compartilhando seu amor pela dupla de compositores Gilbert e Sullivan e pelos poemas de Rupert Brooke. Há pouco compraram uma casa maior juntos, com planos de aumentar a família.
No entanto, sem Claire saber, Zack vem lutando contra um sentimento de atração por outros homens. Ele pega homens em seu carro e começa a frequentar bares gays em West Hollywood na hora do almoço, apesar de não aceitar totalmente sua sexualidade. Isso muda quando conhece o charmoso Bart McGuire, um novelista que o procura para tratar de assuntos médicos.
O filme foi lançando no Brasil e passado na TV, como ''Fazendo Amor'', e relançado em Fita Cassete como ''Fazendo Amor'' e com qualidade. Como DVD, sem muita qualidade como ''Sem Regras Para Amar'', alguns anos depois. A Amazon, lançou em DVD e Blu-ray, com qualidade com o título original.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Nossa, que filme tocante em pleno anos 80, parabéns a todos realizadores é muito lindo como tudo vai ocorrendo e foge de clichês, super recomendo.
17/02/24
Adorei a história e o desfecho, para os anos 80 provavelmente foi inovador. Sem tanto drama e com pessoas com decisões maduras e coerentes consigo mesmas.
13/1/24
Making Love quebrou todas as minhas expectativas.
Esperava que fosse mais um filme repleto de clichês e, pelo poster e pelo início, algo excessivamente sentimental, brega até. Me enganei demais.
O filme não toma nenhum caminho previsível e, embora o tom positivo as vezes soe fantasioso, é muito gostoso de assistir.
Até hoje, filmes assim são difíceis de achar.
É impressionante como um filme de 1982, consegue ser muito mais maduro do que muita produção atual (que retrata sobre o mesmo assunto). Basicamente, "Fazendo Amor" fala sobre um homem casado com uma mulher, que passa a descobrir sobre sua sexualidade. E é tudo feito de forma muito respeitosa e consciente, mesmo que na época, certos termos não fossem tão presentes como são hoje em dia (como a bissexualidade, mas não acho que seja o caso do protagonista). Também gostei de como usaram a narração: os personagens se comunicam com a câmera, contando sobre suas relações, quase como uma entrevista. A história não tem grandes viradas e o desenvolvimento é lento, o que pode ser um problema pra alguns. No meu caso, fiquei bastante envolvido com os dilemas e com esse triângulo amoroso, então aproveitei cada segundo.
Assisti no dia 19/06/22