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Chamas, fogo e a casa que queima em meio a gritos, correria e desespero. Imagens gravadas para sempre por uma menina. Mesmo hoje, 15 anos mais tarde, Cláudia ainda se assusta com as cenas presenciadas, que voltam sempre em repetidos pesadelos. Mesmo longe, Rio Novo ficou esquecida no passado - no conforto de Ipanema, Rio de Janeiro, a agora jovem Cláudia não perdoa seus algozes. O massacre de sua família, pai, mãe e irmãos, precisa ser vingado, para cumprir a promessa feita a si própria. Obstinada, prepara-se para voltar à pequena Rio Novo, empregada em uma das fazendas possível e provavelmente envolvidas no seu triste passado. No meio a tantas dúvidas, apenas uma certeza: quer descobrir os verdadeiros culpados e se vingar de cada um deles. Mas o grande mistério está em descobrir quem são esses culpados.
A pequena cidade de Rio Novo cresceu apenas o suficiente para manter o frigorífico, que pertence às fazendas Olho D'água e do Gaibú, de Altino Flores e Donato Orsini, respectivamente os poderosos da região. Tem uma população flutuante de jovens, filhos de fazendeiros, que estudam na Escola de Agronomia da cidade e moram na pensão de Lourdes e Robério. Mas são os jovens das duas famílias - Flores e Orsini - quem conduzem a história. De um lado, os irmãos Fernando e Heitor. Do outro, Marília, filha de Donato, que fica noiva de Heitor, selando a amizade entre seus pais. Distante dali, no Rio, moram Olívia, filha mais velha de Altino, seu marido Jorge Mendes, um mau-caráter, e os filhos Rafael e Ana Paula. Além de Cláudia e Marta, que a acolheu e criou depois do massacre dos seus pais, dando-lhe todo carinho e conforto possíveis.
Ao articular a destruição de todos que a fizeram sofrer, Cláudia se defronta com a amizade leal de Altino, que se vê preso a uma cadeira de rodas desde a noite da chacina, e o ódio de Joana, mulher de Altino. Tal ódio aumenta quando ela descobre quem é Cláudia e que ela vive com Marta, antigo amor de Altino, cujo romance no passado gerou Olívia, criada por ela. Mas os planos de Cláudia podem vir por terra quando ela se envolve com os filhos de Altino, Fernando e Heitor, e se sente arrebatada pelo amor de Fernando.
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Assisti na adolescência e curti na época, anos 80. Lembrei dela por causa dessa nova novela das nove da Globo (Terra e Paixão). Será que outros mais acham elas parecidas...
Novela maravilhosa tive muito prazer de assistir esses 203 capítulos
Começou bem, foi ágil até seus 100 e poucos capítulos, daí decaiu e mostrou claramente um esgotamento de trama com um foco insuportável naquela filha da Betty Faria e se arrastou até seu derradeiro capítulo.
Apesar de MUITO datada, é uma novela agradável de se assistir, é bem a cara das seis da tarde realmente. Uma edição só faria bem a ela. Malu Mader e Yara Amaral gigantes!
Visto em: Globoplay
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Cláudia, mulherão da porra, linda, inteligente, mas dependente afetivamente do amor do macho que só maltratou ela a novela toda.
Fernando: Típico macho escroto que pegava mulher como se fosse qualquer coisa e tinham que servi-lo e aí delas se não fizessem o que ele queria. Só ficou com a Cláudia por causa do filho.
Altino: Acho que um dos poucos que se salvaram da novela, deu uns escorregões na escrotisse, mas bem menos pior que o Fernando
Marta: Um doce de personagem, pena que se escondeu a novela toda atrás de um pacifismo até irritante
Joana: primeira vez que vejo uma personagem da Yara Amaral que morreu pouco tempo depois do fim da novela, achei a Joana uma vilã excelente, mas poderia ter ficado viva pra provar do veneno dela rsrs
Heitor: típico filhinho de papai, no começo achei ele até interessante, mas ao longo da trama se provou igual o irmão dele, se tivesse morrido seria melhor aproveitado
Marília: Songa monga que teria ficado melhor se tivesse casado com o pai
Donato: sem comentários, típico pai banana
Ana Paula: achei ótima personagem, mas muito mal aproveitada, poderiam ter dado mais destaque o quanto ela era forte ali, aguentando a barra de todo mundo
Olívia: uma personagem que começou medíocre e foi crescendo na trama, até me pegar torcendo por ela. Foi muito negligenciada durante a vida
O restante só personagens acessórios e destaco que implicitamente acho que o autor quis discutir racismo e colocou um monte de estereótipos nos personagens negros na trama. A Jaci, por exemplo, acabou totalmente apagada. Gostei do personagem do delegado Damasceno, que prova que negros também podem ocupar cargos de alto escalão.
Uma novela que é muito nostálgica, mas feita para aquela época, sem maiores discussões.
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Apesar de tê-la incluído em minha lista de ''assistidos'', não a acompanhei com afinco.
De início não perdia um capítulo, mas a ausência do Thales Pan Chacon em um dado momento da trama, me fez começar a falhar a novela, que antes eu já achava chata, mas a partir dali percebi que só assistia por causa do Heitor. Arrastada, com uma pá de personagens intragáveis. Malu pode ter adorado fazer essa novela, mas sua Cláudia não me conquistou.
Conheci no CANAL VIVA.