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Sinopse
A derrota dos japoneses em ilhas filipinas, na Segunda Guerra Mundial, para os americanos. Em um tempo onde muitos incentivavam a guerra pelo meio cinematográfico, John Ford, nesse clássico, toma um ar anti-bélico e prega a paz.
Bem cansativo tem boas cenas de combate pra época um JW novinho e vigoroso, direção do JF um romance aleatório, mas tem uma edição brusca com cortes de uma cena pra outra bem esquisitos, e pra piorar é bem longo, o roteiro podia ser melhor no fim custou chegar ao fim kkk não veria de novo nem que me pagassem.....
Magnífico drama de guerra dirigido pelo mestre Ford e com um John Wayne pré-estrelato! As boas cenas de batalha resgatam um dos aspectos menos lembrados da 2a Guerra Mundial, as operações de lanchas torpedeiras.
Indicado a dois Oscars em 1946 (melhor som e melhor efeitos especiais), esse poderoso filme de guerra dirigido pelo fantástico John Ford em mais uma parceria com seu astro-amigo John Wayne retrata um dos momentos-chave da “Guerra do Pacífico”, a Batalha de Bataan, quando o Japão invadiu as Filipinas, dias após atacar a base de Pearl Harbor, e destruiu as tropas americanas. Os japoneses ganharam num primeiro momento, mas logo em seguida o intrépido General McArthur, dos Estados Unidos, revidou rendendo o Japão. São os dois momentos da história dessa superprodução aclamada, que tem longas sequências de batalha naval, brilhantemente fotografadas, e para a época um primor de edição (daí as indicações ao Oscar). Mistura bem drama e ação. Como grande parte das produções americanas sobre a Segunda Guerra feitas nos anos seguintes do conflito, traz um ponto de vista patriótico, uma visão da supremacia dos Estados Unidos e do esforço dos soldados no campo de batalha - repare no próprio título, uma maneira de homenagear seus heróis. John Ford, famoso por westerns, assinou a direção com a insígnia USNR (United States Navy Reserve) – ele lutou na Segunda Guerra à frente da Reserva da Marinha. E também dirigiu o filme, mas sem ser creditado, o ator Robert Montgomery (duas vezes indicado ao Oscar), que tem papel fundamental aqui ao lado de John Wayne - na Segunda Guerra, Montgomery trabalhou como motorista de ambulância. Ou seja, uma fita de guerra com atores que vivenciaram o terror da época. Disponível em DVD por duas distribuidoras, ambas com a metragem original de cinema, de 135 minutos - tem pela Classicline, recém-lançada, e pela Versátil, no box “A Segunda Guerra no Cinema”, contendo cinco outros títulos, como “Proibido!” (1959) e “Mercenários sem glória” (1969). POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web
Se for avaliar sobre a ótica da produção, daria nota máxima. Super bem montado e a edição de som caprichada, o cenário ficou bem realista e quase se assemelha a Filipinas. Mas, é uma história arrastada e com um roteiro não convidativo.
Como pontos positivos, mostra uma tensão poucas vezes vista nos filmes do Ford. As cenas de guerra são muito boas. A inspiração delas deve ter vindo da guerra real que acontecia, considerando que o Ford viu os confrontos acontecerem de não muito longe quando serviu a seu país.
Há porém, problemas na edição e no ritmo das cenas. O filme começa a ficar chato até que começam de novo as cenas da batalha. A espera pelas cenas finais não salva o filme da decepção do meio do caminho.
Bem cansativo tem boas cenas de combate pra época um JW novinho e vigoroso, direção do JF um romance aleatório, mas tem uma edição brusca com cortes de uma cena pra outra bem esquisitos, e pra piorar é bem longo, o roteiro podia ser melhor no fim custou chegar ao fim kkk não veria de novo nem que me pagassem.....
Magnífico drama de guerra dirigido pelo mestre Ford e com um John Wayne pré-estrelato! As boas cenas de batalha resgatam um dos aspectos menos lembrados da 2a Guerra Mundial, as operações de lanchas torpedeiras.
Indicado a dois Oscars em 1946 (melhor som e melhor efeitos especiais), esse poderoso filme de guerra dirigido pelo fantástico John Ford em mais uma parceria com seu astro-amigo John Wayne retrata um dos momentos-chave da “Guerra do Pacífico”, a Batalha de Bataan, quando o Japão invadiu as Filipinas, dias após atacar a base de Pearl Harbor, e destruiu as tropas americanas. Os japoneses ganharam num primeiro momento, mas logo em seguida o intrépido General McArthur, dos Estados Unidos, revidou rendendo o Japão. São os dois momentos da história dessa superprodução aclamada, que tem longas sequências de batalha naval, brilhantemente fotografadas, e para a época um primor de edição (daí as indicações ao Oscar). Mistura bem drama e ação. Como grande parte das produções americanas sobre a Segunda Guerra feitas nos anos seguintes do conflito, traz um ponto de vista patriótico, uma visão da supremacia dos Estados Unidos e do esforço dos soldados no campo de batalha - repare no próprio título, uma maneira de homenagear seus heróis.
John Ford, famoso por westerns, assinou a direção com a insígnia USNR (United States Navy Reserve) – ele lutou na Segunda Guerra à frente da Reserva da Marinha. E também dirigiu o filme, mas sem ser creditado, o ator Robert Montgomery (duas vezes indicado ao Oscar), que tem papel fundamental aqui ao lado de John Wayne - na Segunda Guerra, Montgomery trabalhou como motorista de ambulância. Ou seja, uma fita de guerra com atores que vivenciaram o terror da época.
Disponível em DVD por duas distribuidoras, ambas com a metragem original de cinema, de 135 minutos - tem pela Classicline, recém-lançada, e pela Versátil, no box “A Segunda Guerra no Cinema”, contendo cinco outros títulos, como “Proibido!” (1959) e “Mercenários sem glória” (1969).
POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web
Se for avaliar sobre a ótica da produção, daria nota máxima. Super bem montado e a edição de som caprichada, o cenário ficou bem realista e quase se assemelha a Filipinas. Mas, é uma história arrastada e com um roteiro não convidativo.
Filme um pouco decepcionante.
Como pontos positivos, mostra uma tensão poucas vezes vista nos filmes do Ford. As cenas de guerra são muito boas. A inspiração delas deve ter vindo da guerra real que acontecia, considerando que o Ford viu os confrontos acontecerem de não muito longe quando serviu a seu país.
Há porém, problemas na edição e no ritmo das cenas. O filme começa a ficar chato até que começam de novo as cenas da batalha. A espera pelas cenas finais não salva o filme da decepção do meio do caminho.