Uma importante partida de futebol está para começar. Mais que um jogo, estamos falando de uma guerra! O campo de batalha: um estádio, em Paris, ocupado por forças nazistas. Os exércitos: um time de jogadores profissionais alemães, contra um grupo de prisioneiros de guerra. O objetivo: mais uma demonstração da superioridade da raça ariana. Para os Aliados, é a única chance de realizarem um incrível e perigoso plano de fuga.
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Fuga para a Vitória é um daqueles filmes que, apesar de algumas limitações evidentes, permanece marcante pela força de sua premissa e pela maneira como consegue unir dois universos aparentemente distintos: o drama de guerra e o futebol.
A partida entre os prisioneiros e os alemães vai muito além de uma simples disputa esportiva. Dentro daquele contexto, o futebol representa liberdade, dignidade e resistência. Durante aqueles noventa minutos, homens privados de praticamente tudo encontram uma oportunidade de recuperar aquilo que a guerra tentou lhes tirar: a esperança.
O grande diferencial do filme está também em seu elenco incomum, reunindo atores como Sylvester Stallone, Michael Caine e Max von Sydow ao lado de verdadeiras lendas do futebol, como Pelé, Bobby Moore e Osvaldo Ardiles. Essa mistura dá às cenas de jogo uma autenticidade que dificilmente poderia ser reproduzida apenas por atores.
Ao mesmo tempo, é impossível não perceber que o filme possui elementos que poderiam ser muito mais explorados. Sua premissa é excelente e continua extremamente cinematográfica, mas uma produção moderna poderia aprofundar os personagens, o contexto histórico, a relação entre os prisioneiros e até mesmo o peso psicológico daquela partida.
Por isso, Fuga para a Vitória é um filme que merece um remake. Não necessariamente para substituir o original, mas para finalmente explorar todo o potencial de uma história que continua tendo força décadas depois. Com uma direção competente, uma abordagem mais realista da Segunda Guerra e cenas de futebol tecnicamente mais elaboradas, seria possível transformar essa excelente ideia em um grande filme de guerra e esporte.
O original pode ter suas imperfeições, mas existe algo nele que permanece intacto: a ideia de que, mesmo em meio à guerra, ainda é possível lutar por uma vitória que vai muito além do placar.
Pensei que seria péssimo, mas achei este filme dirigido por John Huston palatável com enredo histórico acerca da invasão nazista na França, por um roteiro até crível (nalguns momentos meio arrastados) e por um elenco inusitado constando um Sylvester Stallone e um Michael Caine (ambos, charmosões) e um elenco secundário composto por jogadores de times de futebol mundiais, com o Pelé, por exemplos, aqui, surpreendentemente, com alguns momentos de falas. Inusitado e até divertido, nalguns momentos.
nem o ronaldinho gaúcho teria um rolê tão aleatório.
Apesar do elenco de peso e de toda a bagagem histórica por trás, achei o filme um pouco monótono. Até chegar ao momento da partida, foi uma verdadeira eternidade. Pelo menos a porradaria em campo compensou a espera.
A melhor cena foi o major alemão aplaudindo o gol do Pelé, esse não tinha medo de ser degolado. Kkkkkk
Filmaço histórico! Excelente mistura de jogadores clássicos com atores igualmente clássicos. De Pelé, Bobby Moore, Ardiles, Van Himst, Deyna (esse me surpreendeu, não sabia que participava do filme um dos maiores, senão o maior craque da história do futebol polonês) entre outros ex-jogadores menos famosos. Max Von Sydow, Michael Caine e Stallone também estão muito bem,
Tirando as bizarrices do Stallone como goleiro