Pago Pago, leste de Samoa, anos 20, época em que esta remota ilha era governada pela Marinha dos Estados Unidos. O governador era o capitão Bruckner (Jason Robards), que no passado tinha sido abandonado pela mulher e depois pela filha dele, Charlotte (Mia Farrow), que sempre quis entender o ato da mãe. Charlotte chega na ilha para visitar o pai e logo conhece Matangi (Dayton Ka'ne), que se tornou um jovem chefe em razão da morte prematura do pai. Charlotte chega a flertar com Jack Stanford (Timothy Bottoms), um militar que estava subordinado ao pai dela, mas nada foi além do flerte. Ela se sente cada vez mais atraída por Matangi e é correspondida. Ka'ne rompe seu noivado com uma nativa para se casar com Charlotte, mas ela não aceita apesar de amá-lo, pois sabia que seu pai não aceitaria vê-la unida com um nativo da Polinésia. Matangi então resolveu honrar seu antigo compromisso, mas sua noiva teve de passar pelo "ritual da defloração", onde a virgindade da noiva era testada. Bruckner ficou com raiva de Matangi por ele ter se envolvido com Charlotte, então joga a responsabilidade nele pela execução do ritual, que era proibido por lei mas tolerado por ser uma tradição. Como Bruckner era juiz e jurado, Matangi perdeu a chefia e todos os seus privilégios e foi condenado a 4 anos de trabalhos forçados. Naquela hora Charlotte entendeu a razão de sua mãe ter abandonado seu pai, pois viu como ele era vingativo. Além disto ela estava determinada em tentar libertar o homem que ama.
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Josephine: Fragmentos de um Crime
Co-produção dos Estados Unidos e Holanda que é um drama romântico de aventura da Dino De Laurentiis Company, Famous Films e Paramount Pictures que foi baseado no romance de 1936 de James Norman Hall (1887-1951) e Charles Nordhoff (1887-1947). Este filme é uma refilmagem de O furacão (37), uma releitura livre, com o "bom selvagem" apaixonado por uma jovem polinésia, e não por uma caucasiana. Houve um outro filme com título original e em português similar de 1999, com Denzel Washington, mas que não tem relação nenhuma com estes filmes citados.
Filmado inteiramente em locações em Bora Bora. A ilha não era o destino turístico que é hoje, então a produção efetivamente teve que construir sua acomodação. O produtor italiano Dino De Laurentiis (1919-2010) comprou um terreno e mandou construir um hotel de luxo nele. O ator Trevor Howard (1913-1988) mais tarde afirmou que uma das razões para o fracasso do filme foi porque De Laurentiis estava mais interessado em seu lucrativo empreendimento imobiliário do que em seu filme. O compositor italiano Nino Rota (1911-1979) morreu 2 dias antes da estréia do filme. Esse foi seu trabalho final. O 2° filme de desastre de Mia Farrow em 1979, tendo também aparecido em Avalanche (78). Ambos os filmes foram ridicularizados pela crítica e foram uma bomba de bilheteria. Max von Sydow (1929-2020) e Manu Tupou (1935-2004) apareceu anteriormente em Havaí (66).
Este filme é tão absolutamente absurdo que chega a ser risível (tendo um elenco de respeito), mesmo usando os efeitos especiais de última geração para a década de 70, onde acontecem as melhores cenas do filme. A tempestade sopra com ferocidade e exagero, mas a estória de amor não está à altura de sua força. Dizem as más línguas que toda a produção deveria ter sido varrida pelo forte furacão do título.
Chato pra caramba...
O filme passa o tempo todo naquele romance Mondonhedo entre o casal central, que pra ajudar estão sem química alguma....
Cenas de catástrofe???
Aqui não!
capa bonita...parece uma versao de lagoa azul
Lembra meus dias de insonia na Globo. KSASKAOSKASSOSKSK passava até uns filmes legais antigos *-*