Dirigido por
Data de lançamento
21 Jan. 2004Duração
Mary (Jena Malone) é uma boa menina que estuda em uma instituição prostestante e ajuda ao próximo sempre que possível. Quando seu namorado (Chad Faust) se descobre homossexual, ela tem uma visão divina e tenta ajudá-lo, mas acaba ficando grávida. Temendo ser enviada a uma casa de misericórdia, Mary tenta a todo custo esconder sua gravidez. Ela passa a questionar sua crença nos valores em que sempre acreditou, se aproximando de Cassandra (Eva Amurri), a única judia da escola, que sempre teve uma visão contrária à religião.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Vi no Prime agora 25/8/26. Um chorume completo, nem a dublagem faz o básico que era saber a diferença de rezar e orar, o filme é uma sátira exagerada evangélica e a dublagem ora era evangélica ora católica, forçadíssimo, parecia a 5° temporada de The boys quando mostrava algo evangélico.
O final termina mensagem legalista e satânica em sapatinhos de pelúcia. Ainda bem que não ficará mais acessível no Prime, cairá no limbo em 7 dias, final de agosto de 2026.
revi hoje no prime video quase 20 anos que não assistia mesmo tendo o dvd.
filme bonzinho.
muito legal rever a adolescente jena malone, hoje ela já tá com pouco mais de 40 e mãe.
A busca da verdade ao desmascarar o farisaísmo moderno
A graça divina pode ser encontrada nos lugares mais inesperados e entre as pessoas mais "imperfeitas"
O filme satiriza a cultura evangélica de forma implacável, mas nunca com ódio. Há uma afeição subjacente pelos personagens e um respeito pela busca sincera da fé
Hipocrisia Religiosa. Fé e Dogma. Exclusão e Aceitação. Perdão e Graça.
Uma parábola contada na linguagem do próprio cristianismo sobre a perversão do Evangelho
Atuação de Mandy Moore é o ponto alto do filme. É uma performance icônica, corajosa e definidora de sua carreira
Por que se tem tanto medo da pureza?
A beleza da obra surge nos momentos de vulnerabilidade e arrependimento, onde a luz da verdade brilha através das rachaduras das máscaras sociais
A honestidade sobre a fragilidade humana contra o puritanismo estéril
Por que essas mulheres guerreiras tão inteligentes não sabem escolher um pai para seus filhos?
O filme adere a uma estrutura bastante convencional de comédia adolescente, o que pode tornar alguns de seus pontos de virada previsíveis
O personagem de Culkin é o típico ateu arrogante de cadeira de rodas que o cinema usa para parecer profundo. É um clichê tão grande quanto o da líder de torcida malvada
O final, com sua rápida redenção e reconciliação, considerando a profundidade das feridas e dos conflitos ideológicos apresentados
No fim, ninguém é salvo, eles só trocam uma ilusão por outra
07.04.2006
É im filme ok, morno, sem mais.