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Data de lançamento
16 Maio 2014Duração
Um épico renascimento para o icônico Godzilla da Toho, esta espetacular aventura coloca o monstro mais famoso do mundo contra criaturas malévolas que, sustentadas pela arrogância científica da humanidade, ameaçam nossa própria existência.
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Assisti com um amigo pelo Rave. Eu realmente adorei esse filme. Adorei o ritmo, o equilibrio entre ação e drama, fiquei muito chocada com uns momentos de tensão. O Godzilla ter aparecido pouco não me incomodou, eu entendi o porque o Godzilla demora aparecer, acho que o momento que ele aparece acaba farmando aura KKKKKK O filme ser escura cria um certo clima de terror, eu amo os berros do Godzilla, que coisa linda. Estou encantada.
IMPRIMATUR - visto no DVD em 2014:
Não é ruim e soa mais honesto que o filme de 1998, mas peca por não trazer nenhuma novidade. Funciona bem na parte técnica, desde que o espectador não espere uma experiência contemplativa muito mais profunda.
Avaliação em nota: 6.4
Tem Alguns Spoilers...
Existe uma diferença brutal entre ver um monstro na tela e sentir a presença dele na sala de cinema. Antes do Japão resgatar a dor visceral em "Minus One", o diretor Gareth Edwards conseguiu um feito raro em Hollywood: devolver a dignidade e a escala bíblica ao Rei dos Monstros. Se o Godzilla japonês é a maldição ancestral, a sombra da culpa e o pesadelo punitivo de uma nação, a versão americana o transformou em algo diferente, mas pavoroso: uma força da natureza incontrolável, um terremoto com garras que não pede licença para passar.
O grande mérito de Gareth Edwards não esteve no orçamento, mas em sua visão de cineasta. A câmera dele recusa o olhar panorâmico e genérico dos blockbusters comuns; ela se prende ao chão, entre os escombros, a poeira e o pavor dos civis. Quando o gigante surge na praia do Havaí ou nas ruas escuras de São Francisco, a gente não assiste a um espetáculo de efeitos especiais, mas sequências de ação pensadas em todas as escalas. São poucas as cenas na história moderna do cinema que capturaram isso com tanta maestria quanto o salto de paraquedas no clímax: o céu chumbo banhado em vermelho, o silêncio sufocante cortado apenas pelo vento, e os soldados despencando no abismo de uma cidade em chamas. Aquilo não é apenas ação; é cinema de atmosfera, um mergulho poético direto no inferno.
Obviamente, o filme carrega suas cicatrizes. Revendo hoje, percebo que o roteiro comete o equívoco quase imperdoável de eliminar de forma precoce o peso dramático de Bryan Cranston, trocando a dor visceral de um homem destruído pela atuação apática de um protagonista funcional, Aaron Taylor-Johnson. Essa decisão rouba uma aba do coração do segundo ato e cria um ritmo oscilante, que por vezes se perde no "esconde-esconde" dos monstros. No entanto nas sequências finais, quando as criaturas finalmente se encontram e o bafo atômico rasga a escuridão, "Godzilla" de Gareth Edwards prova seu valor definitivo. Ao contrário das sequências lamentáveis do "MonsterVerse" — que descambaram para a pirotecnia rasa e a galhofa onde o Godzilla vira lutador de telecatch e corre junto com o King Kong como se fosse o Batman e o Robin. —, aqui o monstro ainda carrega massa, peso e solenidade.
"Godzilla" é um grande filme de monstros, um filme que soube respeitar muito o mito e pavimentou o terreno para o renascimento do gênero mostrando que, quando Hollywood decide tirar o cérebro do bolso e focar na escala, o rugido do Rei ainda faz a estrutura do cinema tremer.
O filme se chama Godzilla e ele aparece apenas no meio do filme e a noite, parece que tinha acabado o orçamento dos efeitos. O godzilla foi criado como uma especie de trauma dos japoneses da bomba atómica e eles tentam fazer isso com os humanos, mas não é bem trabalhado. Vira-se um filme de casa-monstro genêrico onde os próprios monstros não aparecem direito.
Não agrada quem gosta de monstro e nem quem gosta de enchergar as camadas por tras da porradaria em CGI.
[review de 05 de fevereiro de 2021]
A primeira 1 hora de filme é muito foda, mas depois fica absurdo de chato, principalmente pq tiraram o Bryan Cranston, QUE DEVIA SER O PROTAGONISTA, e deixaram o papel pro filho dele essa bosta de personagem sério quem teve a ideia de chamar o maluco que fez Kick Ass pra atuar, ELE É MAU ATOR PRA CARALHO, e o personagem não ajuda também é um saco.
A primeira aparição do gojira é absurdo de foda, melhor cena do filme, e o gojira em si é muito foda e imponente. A luta final é legal e tmb gosto do design desses outros monstros. No mais é só isso mesmo, gostei do filme ainda, achei melhor que Kong.