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Após um relacionamento de dez anos com a sócia Sheila, o endocrinologista Carlos Alberto fica noivo da ex-cliente Paula, mas continua à procura de uma grande paixão. Conhece então a doce e sensível Helena. Ao iniciar o namoro com Helena, Carlos desperta o ciúme doentio da mimada Paula. Além disso, ele continua sendo assediado por Sheila, que ainda acredita numa reaproximação.
A filha de Helena, Joyce, engravida do namorado Caio, mas o rapaz rejeita o filho. Além de sofrer com as irresponsabilidades do namorado, Joyce tem que enfrentar o pai, Assunção, que não aceita o namoro. A história aborda os conflitos e a cumplicidade entre pais e filhos, representados na relação entre Helena, Joyce e Assunção.
Helena é a mulher batalhadora que enfrenta a gravidez prematura da filha Joyce. O maior problema é o pai da moça, Assunção, seu ex-marido, que não se conforma com a situação. Solitária, Helena sente o interesse do médico Carlos e não resiste a essa nova paixão. Mas Carlos já é um homem comprometido e sofre com os ciúmes da noiva, a bela Paula, loucamente apaixonada por ele. Os pais de Paula, Rômulo e Zuleika, aguardam ansiosos o casamento da filha, que salvará a família da decadência financeira.
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Maravilhosa novela que manda minha cabeça direto pra 1995. A melhor novela escrita por Manoel Carlos.
Finalizei mais uma exibição e constatei a imensa habilidade de Maneco em criar personagens tão reais, que nos afeiçoamos a eles e sentimos que fazemos parte de seus conflitos e alegrias. E uma pena essa novela ser tão subestimada.
Essa novela continua sendo boa e fazendo sucesso por onde passa. Vi pela primeira vez no Viva e agora novamente na Edição Especial.
Como faz falta novelas bem contadas e desenvolvidas nos dias de hoje...
Aqui tudo flui bem: texto, atores, direção, fotografia, trilha sonora nacional e internacional.
Destaque para as atuações do elenco feminino da novela, principalmente: Regina Duarte, Carla Marins, Lília Cabral e Carolina Ferraz.
Adorando rever essa novela maravilhosa do Manoel Carlos.
Como eram boas as novelas da Globo dos anos 80, 90, 2000!
Tinham textos interessantes, atrizes e atores realmente com talento e carisma, trilha sonora que dava gosto de ouvir.
Hoje em dia a Globo tem deixado essas coisas de lado pra se prender a escalações forçadas e nada a ver, textos chatos, artistas novatos e sem carisma, etc.
Terminei hoje a novela e sinceramente, a Joyce realmente é a pior filha das "Helenas" do Maneco.
Desde o início, ela foi insuportável, mas atingiu seu auge três capítulos antes do final da novela. E, como sempre, a culpa recai sobre a mãe que a mimou excessivamente, defendendo ela até quando era indefensável. A cena dela com Marta foi digna de um Oscar, MEU DEUS, foi simplesmente perfeita. Ela mereceu cada tapa, cada palavra; Marta deu voz à indignação de todos os telespectadores.
Bruno, foi um verdadeiro livramento. Agradeça!
Essa novela trouxe várias "vilãs"... A própria Joyce, Sheila, Paula, Mariana, e Dalva. Mas, ao contrário de Mariana, Dalva e Joyce, Sheila e Paula não provocaram tanta raiva. Elas eram mulheres que amavam demais, não pessoas ruins.
Já Mariana, Dalva, e Joyce eram genuinamente maldosas. Joyce não teve um "final feliz" e ficará presa num ciclo eterno de brigas com Caio. Dalva terminando a novela lavando louça foi o ponto alto. Agora, o fato de Mariana não ter sofrido absolutamente nada, isso eu não aceito. Ela fez tanta maldade com Neusa e ainda assim saiu ilesa? NÃO ACEITO MESMO.
Valkiria também foi uma personagem muito querida, assim como Silvana, Zu, Lú e, claro, a mais adorada de todas, Olga, que trouxe diálogos ricos e maravilhosos com sua lucidez.
O Carlos era um bosta, não botava limite, se aproveitava da situação com todas as três mulheres, nem ele sabia o que ele queria. Na verdade, todo personagem do José Mayer é a mesma coisa né? Ele é bem canastrão. O Caio teve um amadurecimento legal, mas com a Joyce nenhum dos dois vai pra frente mesmo.
E ah, essa história da Joyce adotada, isso foi inventado no final da novela, nunca trouxeram dúvida alguma sobre isso e do nada vem essa bomba, precisavam de um motivo pra redenção da Joyce e aí cai na mãe novamente, simples assim.
Apesar dos 209 capítulos terem seus momentos de marasmo, os barracos compensaram. Foi uma ótima experiência assistir logo após Por Amor. Agora estou órfão de novela e preciso de uma indicação! :')