Em 1961, no sul dos Estados Unidos, uma garota precoce e perturbada encontra nas músicas de Elvis Presley uma forma de superar o lado negativo de sua vida.
Deixa um nó na garganta, mas que também desperta uma admiração pela força humana. Não é um filme fácil de recomendar para qualquer pessoa, porque ele toca em feridas muito expostas e dolorosas, mas a forma como ele trata a dor é impactante.
Dá uma angústia enorme ver como quase todos os adultos ao redor da menina falham em protegê-la. O pai é irresponsável, a avó é fria e negligente, e até a tia a abandona no momento em que ela mais precisa. Ver uma criança tão desamparada é de partir o coração.
No fim eu enxerguei um filme que vai além do abuso infantil, mas também sobre a capacidade impressionante que uma pessoa tem de se reconstruir mesmo quando o mundo inteiro parece querer destruí-la.
Eu assisti hoje de madrugada pelo Youtube em ingles mesmo (esse filme nunca foi exibido no Brasil?) e descobri que foi controverso la nos EUA por causa de uma cena de estupro que tem. O filme é bem lento em alguns momentos mas a Dakota Fanning não deixa de dar um show de atuação como a pequena Lewellen, ela consegue passar uma inocencia doce na personagem. Sobre a cena de estupro, poderia ter sido melhor trabalhada ou sei lá ter usado um dublê porque é desnecessário ter exposto a atriz que na época tinha 12 anos assim.
E eu esperava que acontecesse algum karma com os moleques que fizeram isso com ela e até mesmo com a Esther da Órfã que riu da Lewellen na igreja.
Esse filme é a prova que os pais de atores mirins, como o dessa garota, só estão preocupados com dinheiro. Eu jamais permitiria que a minha filha fizesse um filme desses. Eu não consegui sentir nada além de angústia e aflição pela atriz, não pela personagem. Hollywood é terra de pedófilos.
A pequena grande atriz Fanning tem presença marcante e cativante neste drama doce e amargo brilhantemente dirigido pela desconhecida Kampmeier, um nome a se guardar.
SPOILERS: Não há muito a dizer sobre este filme além da brilhante performance de Dakota Fanning e a controversa cena do estupro, que eu particularmente achei angustiante e desnessária. Na minha opinião foi de extremo mau gosto (Dakota tinha apenas 12 anos à época), a cena poderia ter sido melhor trabalhada ou deixada de fora completamente, talvez apenas insinuando a ocorrência, já que o trauma causado foi importante para trama, contextualizando a violência a qual ela estava exposta e à perda da inocência. Se o objetivo era chocar, conseguiu, pelo menos a mim. Hounddog foi um fracasso de crítica e bilheteria e caiu na obscuridade. É um drama lento e em alguns momentos muito pesados, mesmo que em outros haja um certo tom lúdico. Não é para todos os públicos. Nota 4/10 principalmente devido à cena mencionada anteriormente.
Deixa um nó na garganta, mas que também desperta uma admiração pela força humana. Não é um filme fácil de recomendar para qualquer pessoa, porque ele toca em feridas muito expostas e dolorosas, mas a forma como ele trata a dor é impactante.
Dá uma angústia enorme ver como quase todos os adultos ao redor da menina falham em protegê-la. O pai é irresponsável, a avó é fria e negligente, e até a tia a abandona no momento em que ela mais precisa. Ver uma criança tão desamparada é de partir o coração.
Eu assisti hoje de madrugada pelo Youtube em ingles mesmo (esse filme nunca foi exibido no Brasil?) e descobri que foi controverso la nos EUA por causa de uma cena de estupro que tem.
O filme é bem lento em alguns momentos mas a Dakota Fanning não deixa de dar um show de atuação como a pequena Lewellen, ela consegue passar uma inocencia doce na personagem.
Sobre a cena de estupro, poderia ter sido melhor trabalhada ou sei lá ter usado um dublê porque é desnecessário ter exposto a atriz que na época tinha 12 anos assim.
E eu esperava que acontecesse algum karma com os moleques que fizeram isso com ela e até mesmo com a Esther da Órfã que riu da Lewellen na igreja.
Esse filme é a prova que os pais de atores mirins, como o dessa garota, só estão preocupados com dinheiro. Eu jamais permitiria que a minha filha fizesse um filme desses. Eu não consegui sentir nada além de angústia e aflição pela atriz, não pela personagem.
Hollywood é terra de pedófilos.
A pequena grande atriz Fanning tem presença marcante e cativante neste drama doce e amargo brilhantemente dirigido pela desconhecida Kampmeier, um nome a se guardar.
SPOILERS: Não há muito a dizer sobre este filme além da brilhante performance de Dakota Fanning e a controversa cena do estupro, que eu particularmente achei angustiante e desnessária. Na minha opinião foi de extremo mau gosto (Dakota tinha apenas 12 anos à época), a cena poderia ter sido melhor trabalhada ou deixada de fora completamente, talvez apenas insinuando a ocorrência, já que o trauma causado foi importante para trama, contextualizando a violência a qual ela estava exposta e à perda da inocência. Se o objetivo era chocar, conseguiu, pelo menos a mim. Hounddog foi um fracasso de crítica e bilheteria e caiu na obscuridade. É um drama lento e em alguns momentos muito pesados, mesmo que em outros haja um certo tom lúdico. Não é para todos os públicos. Nota 4/10 principalmente devido à cena mencionada anteriormente.