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Data de lançamento
21 Jan. 1921Duração
Um médico famoso se desvia de sua esposa e é seduzido por uma dançarina. A dançarina e seu novo amante vão viver em uma aldeia onde o seu amor é testado pelo aparecimento de um pintor cego misterioso. Uma adaptação poética do roteiro original dinamarquês The Conqueror de Carl Mayer, Murnau explora a espiritualidade de seus personagens principais
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Drama com estilo próprio de Murnau.Filme que as vezes se arrasta,mas serve como uma experiência para assistir seus futuros filmes.
>Assistido em 15 de Agosto de 2023
Mais um clássico do expressionismo alemão, dirigido pelo mestre Murnau (o mesmo da obra-prima Nosferatu). O texto de introdução. O uso das cores baseado no ambiente e na hora do dia (muito comum nos filmes da época) é muito f*da. Boa trilha. Bons cenários. Ato 1: O dr. Eigil Börne. A apaixonada Helene. A trajetória do Eigil. O aniversário da Helene. A ida ao cabaré. O espetáculo. A dançarina (Lily). A sedução. Ato 2: A carta pondo um fim (no que nem tinha começado). A insistência. A conquista. A viagem. O pintor cego. Ato 3: A tentativa de cura. A carta sobre a Helene. Ato 4: A viagem. O desencontro. O envolvimento inesperado. A revolta. Ato 5: Os atendimentos. O retorno da doença. O desfecho trágico. Gostei.
Confesso que tive dificuldade com o ritmo e admito que não compreendi alguns detalhes que me pareceram um tanto confusos ou apressados na narrativa, ainda que eu entenda que é possível que alguns pedaços do filme tenha sido perdidos com o tempo. Ainda sim um filme morno do Murnau.
Co-produção da Alemanha e da Dinamarca, um drama silencioso que também é conhecido como "A caminhada na noite". Impressões do filme ainda sobrevivem, tornando-se assim o mais antigo filme sobrevivente do alemão F. W. Murnau (1888-1931) a partir de 2013.
Trabalhando a partir da adaptação poética de Carl Mayer (1894-1944), do roteiro original dinamarquês "The Conqueror", Murnau consegue, como nunca, explorar o lado espiritual de seus poucos atores principais em cena. Tentação, desejo e isolamento entre os amantes continuaram a ser temas favoritos de Murnau, culminando em sua obra-prima Aurora (27). Não faz parte dos melhores filmes do diretor mas, mesmo assim, é sempre bom ver o talento de Conrad Veidt (1893-1943) interpretando um cego.
O Dr. Eigil Borne está noivo de Hélène, uma garota que é loucamente apaixonada por ele. Na festa de aniversário de Hélène, Eigil a convida para um cabaré, onde ele conhece seu outro amor, Lily, uma dançarina apaixonada, fogosa e engraçada.
esse filme era dado como perdido inclusive pelo wikipedia ate que o filme misteriosamente foi postado em um site russo. algum americano viu esse video la e traduziu pro ingles. rs alias cronologicamente podemos considerar o primeiro filme do murnau existente completo.