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Data de lançamento
19 Dez. 1979Duração
Ted Kramer (Dustin Hoffman) é um profissional para quem o trabalho vem antes da família.
Joanna (Meryl Streep), sua mulher, não pode mais suportar esta situação e sai de casa, deixando Billy (justin Henry), o filho do casal, com Ted, que tudo faz para poder educá-lo, trabalhando e fazendo as tarefas domésticas.
Quando consegue ajustar seu trabalho a estas novas responsabilidades, Joanna reaparece exigindo a guarda da criança.
Ted porém se recusa e os dois vão para o tribunal lutar pela custódia de Billy.
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A atuação do trio me surpreendeu muito, principalmente do menino, gostei demais do filme
Um filme necessário, pois pelo menos nesse drama tudo foi resolvido da melhor forma, sem exaltar egos, sem nervos aflorados, mas não se deixem levar pois na vida real não é assim e aqueles que são de famílias disfuncionais terão muitos gatilhos ao assistir esse filme.
Mesmo aceitando e enredo percebi que o filme depreciou muito a imagem da da Meryl Streep tanto como mulher, esposa e mãe, colocando ela em posição de subserviência em relação a tudo e a todos ( só faltou o filme falar que ela era má e depressiva ) , diferentemente dela o filme enalteceu muito o personagem do Dustin Hoffman como o pai perfeito cheio de boas intenções mesmo cometendo erros gravissimos como expor a criança a situações vexatórias.
Pai e mãe só se aprende a ser , sendo !
O filme é muito bom, com atuações excelentes tanto do Dustin Hoffmann e da Meryl Streep quanto do ator que faz o filho. Mas é impossível deixar de criticar a misoginia presente num roteiro que exalta transformação de um homem que negligenciou o filho durante 5 anos em um bom pai, e dá pouco destaque ao processo de cura de uma mulher que sofreu violência psicológica do marido. Ambos cometeram erros, mas o erro dela é fruto de um processo de adoecimento mental cujo principal responsável é ele. Apenas o arco de transformação dele é mostrado enquanto a evolução dela, que no início do filme estava passando por um burnout e possivelmente depressão, é apenas mencionado em uma cena no tribunal. A Meryl Streep estava magnífica no papel e é uma pena ela não ter tido mais tempo de tela.
esse filme me marcou pela transformação entre a relação de pai e filho. a cena daquele que seria o último café da manhã dos dois juntos, quando o ted finalmente acerta o prato favorito do billy e eles preparam french toast juntos, em silêncio (um silêncio que diz muita coisa apenas com os olhares trocados entre eles) mostra que o vínculo só floresceu quando ted passou a realmente estar presente. eu chorei com essa cena, inclusive. é uma cena simples, mas simboliza tudo o que mudou entre eles. a partida da mãe não é culpa ou heroísmo, é ruptura. É é a partir dessa ruptura que o pai consegue enxergar tudo o que ignorava: o casamento, a criança, a si mesmo... no fim, ninguém está totalmente certo ou errado na história. e isso é apenas um retrato até bem realista de como muitas relações falham até que algo quebre. e, apesar da dor, das mágoas, das frustrações, é bonito ver o pai finalmente aprender a amar esse filho com atenção. e reconhecer que falhou muitas vezes até esse momento chegar.
Destaque arrebatador pro garotinho, que trabalho fizeram com ele.