Baseado em fatos históricos, este filme conta a história de Emma Hart (Viven Leigh), uma cortesã desejada por muitos nobres. Ela é enviada por Charles Grenville para ficar com seu tio Sir William Hamilton (Alan Mowbray), o embaixador britânico em Nápoles, com o objetivo de aprender boas maneiras e casar-se. Mas Hamilton engana a moça e casa-se com ela. Emma sai do anonimato e obscuridade para ser conhecida por todos na cidade como Lady Hamilton. Emma é cobiçada por sua beleza e seus encantos, mas o destino faz com que seu caminho cruze com o Capt. Horatio Nelson (Laurence Olivier), um herói de guerra que está em luta contra as tropas de Napoleão.
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Tem aquela velha história da mulher casada por algum interesse e que quebra os paradigmas da sociedade ao se apaixonar e cometer adultério. Um contexto meio do passado em um filme até bem conduzido , mas chatinho de doer.
A sina da Vivien Leigh: Interpretar talarica
Produção inglesa que é um drama romântico histórico indicado a 4 categorias no Oscar: melhor fotografia em preto e branco, melhor direção de arte em preto e branco e melhores efeitos especiais, vencendo o de melhor mixagem de som. O filme se passa de setembro de 1790 a janeiro de 1815. A história pretendia traçar um paralelo claro entre as ameaças representadas por Napoleão Bonaparte no filme e Adolf Hitler na realidade. Houve outras versões anteriores desta mesma história: Nelson (18), Nelson (26) e A dama divina (28).
Supostamente o filme favorito de Sir Winston Churchill. Ele alegou ter visto 83 vezes. Será mesmo? Foi também o preferido de Joseph Stalin. Depois de Fogo por sobre a Inglaterra (37) e 3 semanas de loucura (40), este foi o último filme que juntou Sir Laurence Olivier (1907-1989) e Vivien Leigh (1913-1967). Foi o único feito durante o casamento dos dois atores, e o único que não apresentou Leslie Banks no elenco.
Os cenários, os figurinos, a maquiagem, o casal Laurence e Vivien juntos na tela, esbanjam muito glamour e ótimas interpretações. Entretenimento estimulante, bela fotografia de Rudolph Maté (1898-1964) - que também era diretor - e leads impossivelmente bonitos; propaganda primorosamente elaborada, tanto para o esforço de guerra inglês quanto para a Hollywood clássica. O que falta em precisão histórica, é compensado com trajes e performances deslumbrantes.
Um clássico com Vivien Leigh e Laurence Olivier não precisa de crítica!!! Sem mais!!