Através de uma casualidade, uma mulher cruel se depara com uma mala com US$ 60.000, e ela está determinada a ficar com essa mala mesmo que isso signifique ter que matar.
Antes de adentrar a sessão, eu suspeita que não funcionaria, em razão de considerar o Byron Haskin um artesão que não consegue impor nenhum estilo e evidencia um descompasso entre a sua elaboração técnica e a esculhambação que caracteriza o roteiro: de vinte em vinte minutos, aconteciam as situações mais estapafúrdias, antecipando o estilo "comédia de erros" que tornou-se a marca registrada dos Irmãos Coen. Certeza de que eles amam este filme, visto que muitos aspectos da trama têm a ver com GOSTO DE SANGUE - e também com COVA RASA, do Danny Boyle. Amei a mensagem geral, sobre o separatismo essencial que está relacionado ao surgimento do dinheiro, e fiquei apaixonado pela extraordinária caracterização de Lizabeth Scott como a epítome da 'femme fatale', mas os personagens masculinos são fracos e o desfecho é uma patacoada, a despeito de a imagem derradeira ser ótima. A fotografia 'noir' é primorosamente justificada, no interior da diegese, pela quantidade de cenas em que a protagonista apaga os abajures, com receio de ser encontrada/descoberta. Tem momentos primorosos e elaborações em enquadramentos muito interessantes, mas o roteiro, sinceramente, parece um episódio expandido da série animada 'Scooby-Doo'. Não é ruim, mas a produção burocrática desperdiça a potência enredística. É quase um pasticho de gênero, uma comédia involuntária, muitas vezes. Minha mãe confirmou esta impressão confusa! (risos) - WPC>
A vagabund4 fez o que quis o filme inteiro e se fodeu no final. Morreu abraçada com o malote, como diria Racionais.
Segundo filme que vejo o Dan Duryea e ele interpreta quase que o mesmo personagem. Quem viu The Woman in the Window 1944 entende o que eu to falando. E lá já peguei raiva dessa voz dele e aqui foi pra firmar as idéia.
Por incrível que pareça no final eu tava até torcendo pra ela, só pelo final ser diferente. Mas não teve jeito, fez burrada o filme inteiro, só dando mio... aí cê tlgd.
Lizabeth Scott é o principal destaque desse intrigante noir "Lágrimas Tardias", de 1949, dirigido pelo competente Byron Haskin.
Como uma femme fatale sedutora e ardilosa, Lizabeh arrasa, entregando uma ótima atuação. Vale ressaltar o bom elenco de apoio e a contundente trama que te prende desde o início.
Produzido em P&B, esse clássico se encontra disponível no Youtube.
Sempre presente nas listas de grandes filmes Noir e não pra menos.A construção da trama é algo paralisante,pega com facilidade o espectador.Não há atuações abaixo da média e o suspense que cerca cada personagem move muito bem o filme até o final.Um dos grandes exemplos de como criar um ambiente tenso.
Antes de adentrar a sessão, eu suspeita que não funcionaria, em razão de considerar o Byron Haskin um artesão que não consegue impor nenhum estilo e evidencia um descompasso entre a sua elaboração técnica e a esculhambação que caracteriza o roteiro: de vinte em vinte minutos, aconteciam as situações mais estapafúrdias, antecipando o estilo "comédia de erros" que tornou-se a marca registrada dos Irmãos Coen. Certeza de que eles amam este filme, visto que muitos aspectos da trama têm a ver com GOSTO DE SANGUE - e também com COVA RASA, do Danny Boyle. Amei a mensagem geral, sobre o separatismo essencial que está relacionado ao surgimento do dinheiro, e fiquei apaixonado pela extraordinária caracterização de Lizabeth Scott como a epítome da 'femme fatale', mas os personagens masculinos são fracos e o desfecho é uma patacoada, a despeito de a imagem derradeira ser ótima. A fotografia 'noir' é primorosamente justificada, no interior da diegese, pela quantidade de cenas em que a protagonista apaga os abajures, com receio de ser encontrada/descoberta. Tem momentos primorosos e elaborações em enquadramentos muito interessantes, mas o roteiro, sinceramente, parece um episódio expandido da série animada 'Scooby-Doo'. Não é ruim, mas a produção burocrática desperdiça a potência enredística. É quase um pasticho de gênero, uma comédia involuntária, muitas vezes. Minha mãe confirmou esta impressão confusa! (risos) - WPC>
Tem algumas falhas, porém é um filme bom, lento mas bom.
A vagabund4 fez o que quis o filme inteiro e se fodeu no final. Morreu abraçada com o malote, como diria Racionais.
Segundo filme que vejo o Dan Duryea e ele interpreta quase que o mesmo personagem. Quem viu The Woman in the Window 1944 entende o que eu to falando. E lá já peguei raiva dessa voz dele e aqui foi pra firmar as idéia.
Por incrível que pareça no final eu tava até torcendo pra ela, só pelo final ser diferente. Mas não teve jeito, fez burrada o filme inteiro, só dando mio... aí cê tlgd.
Lizabeth Scott é o principal destaque desse intrigante noir "Lágrimas Tardias", de 1949, dirigido pelo competente Byron Haskin.
Como uma femme fatale sedutora e ardilosa, Lizabeh arrasa, entregando uma ótima atuação. Vale ressaltar o bom elenco de apoio e a contundente trama que te prende desde o início.
Produzido em P&B, esse clássico se encontra disponível no Youtube.
so o cartaz desse filme ja geraria uma polemica terrivel no twitter.
Sempre presente nas listas de grandes filmes Noir e não pra menos.A construção da trama é algo paralisante,pega com facilidade o espectador.Não há atuações abaixo da média e o suspense que cerca cada personagem move muito bem o filme até o final.Um dos grandes exemplos de como criar um ambiente tenso.
>Assistido em 22 de Abril de 2023