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Data de lançamento
2 Julho 2003Duração
O filme entra um passo adiante na vida de Elle Woods (Reese Witherspoon). A moça encontra-se bem empregada numa firma de direito e é noiva de seu par romântico, com quem ao lado terminou no filme original, o jovem professor de Direito Emmet (Luke Wilson). Elle então começa os preparativos para o seu casamento e logo procura um detetive particular para resolver um empecilho. Ela pede ao detetive que descubra onde está a mãe verdadeira de seu cão, que parece estar detida em uma fábrica de cosméticos para ser utilizada como experiência.
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Esse filme é ruim com muita, mas muita força.
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Esse é aquele caso do filme 1 ter feito sucesso e forçaram um 2 pra tentar ganhar dinheiro.
O filme tem uma crítica interessante, mas tudo em volta disso é péssimo.
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Acredito que um dos pontos negativos desse filme é a protagonista ser excessivamente sonsa, algo que faz sentido no filme 1, visto que ela era uma menina rica que foi jogada aos leões de Harvard.
Mas no filme 2 ela já é uma advogada formada e que aparentemente trabalha faz um tempo nesse meio, já deveria ter tido um pouco de lucidez.
O que da a entender é que tentaram seguir a mesma fórmula do primeiro filme, só que em um espaço diferente.
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Essa pegada da personagem já me irritou um pouco no primeiro, mas compreendo os motivos. Mas ficou exagerado no filme 2.
Eles queriam quebrar o estereótipo de loira burra, mas fazem ela 150% bobinha e sonsa como uma forma de vender quase a mesma ideia.
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Acredito que uma das poucas coisas boas desse filme foi terem deixado TODOS os personagens "principais" do filme 1, algo que muitas vezes não acontece em continuações, tendo personagem casado que volta com outro(a) marido/esposa, um novo melhor amigo, etc.
Enfim, é ruim, muito, mas muito ruim.
Achei este filme um pouco chato e, em vários momentos, até forçado. Os diálogos da Elle são longos demais, e as piadas são tão específicas da cultura americana que, para quem não é dos Estados Unidos, boa parte simplesmente não funciona. Como se isso não bastasse, os assuntos abordados também não ajudam, deixando a experiência ainda mais arrastada.
O roteiro também é um problema sério: o texto é fraco, cheio de falas artificiais e situações que parecem existir apenas para empurrar a história adiante. E aí chega a cena do Congresso, que abandona qualquer compromisso com a realidade. Não é aquele exagero divertido que faz parte do charme de uma comédia; ultrapassa o limite "sessão da tarde" e mergulha de cabeça no camp. Dá a impressão de que o roteiro perguntou: "E se a gente ignorasse completamente a lógica?" — e ninguém achou uma má ideia.
Para completar, o desfecho é péssimo. Em vez de fechar a história de forma satisfatória, opta por uma solução apressada, previsível e conveniente, que enfraquece ainda mais um filme que já vinha tropeçando do começo ao fim.
Melhor ficar só no primeiro.
O filme é divertido, continua inspirador como o primeiro, mas teve absurdo demais. Muito circo... Não consegui abstrair.
Mas achei fofo demaissssss o Bruiser e a mãe se reencontrando.
- é praticamente a mesma coisa do primeiro filme, só que mais exagerado e menos engraçado
- tem umas partes legais, mas perdem a mão mais fácil
- mas até que mostra bem como funciona a politica e as falcatruas