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Data de lançamento
26 Junho 2001Duração
Elle Woods (Reese Witherspoon) é uma garota que tem tudo que possa querer. Ela é a presidente da fraternidade de onde estuda, Miss Junho no calendário do campus e, além disso, uma loira natural. Elle ainda namora o mais bonito garoto de seu colégio, Warner Huntington III (Matthew Davis), com quem inclusive planeja se casar no futuro. Mas Elle tem um problema que incomoda Warner: ela é fútil demais! Até que, quando Warner vai estudar Direito na Universidade de Harvard, ele passa a namorar uma nova garota (Selma Blair) e decide largar Elle, que não se dá por vencida e decide estudar a fim de também passar para o curso de Direito e ainda por cima provar sua inteligência.
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Não diria que é bom nem ruim, é um filme simpático.
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Esse é aquele tipo de filme que faz sentido para a sua época, porque atualmente não funcionaria em absolutamente nada.
Legalmente Loira é interessante na proposta, mas peca bastante na execução.
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Minha principal crítica está na forma como tudo é apresentado, que mesmo sendo uma óbvia crítica, ainda nada dentro de estereótipos e não foge do superficial.
Tentam vender a ideia de que a personagem é inteligente e que pode fazer o que quiser, mas não é leva a sério nem pelo próprio roteiro, que mergulha em uma realidade bobinha para sustentar as cena.
Como no momento em que ela descobre que o rapaz está mentindo no tribunal porque ele sabe a marca do sapato dela. E quando ela vence o processo por conta de uma progressiva (?).
Entendo a proposta e não estou nem questionando a verossimilidade do que é apresentado os processos, mas a condução deles em relação a provável crítica que tentaram fazer com o filme.
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Como mencionei, se analisar o filme a partir de 2001, é assistível.
Ah essa vibe dos anos 2000 😍😍😍. Filme leve, sem muitas pretensões, com alguns furos de roteiro, claro mas satisfatório, foi um prazer assistir, a Reese Whiterspoon tá maravilhosa
O filme mostra que nem todo adolescente riquinho é babaca. E nem todos seguem só o caminho seguro que os pais acreditam. O filme é cheio de conveniências, mas, era assim que se fazia filme. Termina com saldo positivo.
reese witherspoon tem cada filmão no currículo
Revisitar Legalmente Loira (2001) hoje é como abrir uma cápsula do tempo repleta de gloss labial, tons pastéis e a energia inconfundível do início dos anos 2000. O filme não apenas definiu uma estética marcante da cultura pop, mas também apresentou ao mundo uma das protagonistas mais carismáticas do cinema moderno. Reese Witherspoon brilha intensamente como Elle Woods, uma personagem que facilmente poderia ter caído no estereótipo da "loira burra", mas que ganha vida com uma doçura magnética, determinação genuína e uma inteligência prática que conquista o espectador desde o primeiro minuto. É impossível não sentir um calorzinho de nostalgia com a trilha sonora vibrante e as cenas que se tornaram clássicas, como o lendário método do "dobrar e arrasar".
O grande trunfo do longa, que envelheceu surpreendentemente bem, é a sua mensagem de sororidade e autoaceitação. Em vez de apoiar a narrativa no clichê batido de mulheres competindo por causa de um homem medíocre, o roteiro escolhe um caminho muito mais bonito e revolucionário para a época: a evolução da rivalidade para a amizade entre Elle e Vivian, e o apoio mútuo com a hilária manicure Paulette (Jennifer Coolidge). Elle prova que não precisa abrir mão de sua feminilidade, do seu amor pela moda ou de seus acessórios cor-de-rosa para ser levada a sério no ambiente rígido e intimidador de Harvard. É uma fábula moderna sobre empoderamento que diverte enquanto ensina a nunca julgar ninguém pelas aparências.
No entanto, analisando com um olhar mais maduro hoje, a produção não esconde algumas de suas fragilidades. A trama jurídica que serve de pano de fundo é extremamente simplista e inverossímil, resolvida por conveniências de roteiro que exigem uma boa dose de suspensão de descrença. Além disso, alguns personagens secundários são unidimensionais ao extremo, servindo apenas como caricaturas para destacar o brilho inquestionável da protagonista. Ainda assim, esses pequenos deslizes são facilmente perdoados diante do carisma avassalador da obra.