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Data de lançamento
19 Abril 1996Duração
Catalunha, 19 de julho de 1936. Com a deflagração da Guerra Civil Espanhola, a freira Maria é forçada a fugir de seu convento. Ela encontra refúgio num bordel, até este ser liberado por um grupo de mulheres anarquistas. Maria entra para o grupo e acaba por tomar parte em suas ações. Estas mulheres enfrentam o problema de ter de lutar, não só contra os nacionalistas, bem como de resistir às facções de esquerda que tentam impor uma estrutura militar mais tradicional.
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Puro desserviço.
Se em primeira instância o filme parece não assumir uma posição que na verdade é vacilante, logo cai em um revisionismo canalha mentiroso. Uma pena porque esse filme teria um grande potencial, se tivesse tido essa proposta e não ser puramente propaganda.
Além da omissão da ajuda nazifascista às tropas fascistas e a negligência internacional, dando a ideia de um combate justo e igual, a forma como o diretor escolheu representar certas cenas e personagens diz muito da farsa panfletária que é esse filme. Anarquistas destruindo e causando o maior caos por pura diversão e maldade. E quando finalmente as tropas fascistas são retratadas como más, são personagens com traços árabes e subordinados, a ralé das patentes, sendo rapidamente reprimidos pelo supervisor. Individualizando semelhante selvageria a alguns pequenos indivíduos sem nenhuma importância e poder e sobretudo sem serem "castizos".
Para a lata do lixo.
Um filme que engana muita gente, mas que achei bem ruinzinho. É um filme que teria que ter sido feito por alguém realmente revolucionário e principalmente dirigido por uma mulher, Vicente Aranda simplesmente não tinha ideia do que estava fazendo. É extremamente visível as raízes conservadoras da igreja permeando todo o filme, em nenhum momento há alguma análise ferrenha da mesma no campo ideológico do que foi a Guerra Civil Espanhola, sem contar o fato do diretor ter em seu currículo inúmeros filmes de objetificação feminina. Há até xenofobia na retratação dos árabes, tentando colocar para baixo do tapete o comportamento dos fascistas espanhóis de Franco. Tentar escancarar o apoio que o ditador teve na guerra de outros países europeus também passou bem longe. No final a mensagem que fica é tão estranha que não dá para ter certeza do que o diretor queria com o filme. Podiam mudar o título para "Um diretor em cima do muro". O filme podia ser muito melhor do que é, e eu simplesmente não entendo como muitos pró-revolucionários caem no papo furado dele. A linha narrativa pode até funcionar, você se envolve com alguns personagens, mas no geral o filme é um grande desserviço.
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INSTAGRAM: @filmestrangeiros
Sempre quis assistir esse filme, mas só hoje consegui. É um ótimo passatempo que mesmo tendo 2 horas de duração, nunca fica cansativo. Tem boas personagens e uma história muito interessante. Merecia ser mais conhecido!
gostei demais do filme até trocar ideia com uma amiga e ela apontar algumas incongruências que facilmente poderiam ser usadas como uma propaganda anti revolucionária. começando pelo final, cheio de
xenofobia (mostrando os árabes como ruins) e os católicos como 'certos'
a moça que baixou o revolucionário
"Deus é fascista"