Libertárias

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Libertárias (1996)
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Média do filme: 4.1 de 5 — baseado em 411 votos
MÉDIAFILMOW
4.1
411 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Vicente Aranda
Data de lançamento 19 Abril 1996 Outras datas
Duração 125 min (2h05)
Classificação indicativa de Libertárias: 14 - Não recomendado para menores de 14 anos
Status Streaming

Dirigido por

Data de lançamento

19 Abril 1996

Duração

125 minutos Classificação indicativa de Libertárias: 14 - Não recomendado para menores de 14 anos
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Sinopse

Catalunha, 19 de julho de 1936. Com a deflagração da Guerra Civil Espanhola, a freira Maria é forçada a fugir de seu convento. Ela encontra refúgio num bordel, até este ser liberado por um grupo de mulheres anarquistas. Maria entra para o grupo e acaba por tomar parte em suas ações. Estas mulheres enfrentam o problema de ter de lutar, não só contra os nacionalistas, bem como de resistir às facções de esquerda que tentam impor uma estrutura militar mais tradicional.

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Comentários 0
amigos querem ver
pimenta_sovietica
Pimenta Soviética
1 ano atrás

Puro desserviço.

Se em primeira instância o filme parece não assumir uma posição que na verdade é vacilante, logo cai em um revisionismo canalha mentiroso. Uma pena porque esse filme teria um grande potencial, se tivesse tido essa proposta e não ser puramente propaganda.

Além da omissão da ajuda nazifascista às tropas fascistas e a negligência internacional, dando a ideia de um combate justo e igual, a forma como o diretor escolheu representar certas cenas e personagens diz muito da farsa panfletária que é esse filme. Anarquistas destruindo e causando o maior caos por pura diversão e maldade. E quando finalmente as tropas fascistas são retratadas como más, são personagens com traços árabes e subordinados, a ralé das patentes, sendo rapidamente reprimidos pelo supervisor. Individualizando semelhante selvageria a alguns pequenos indivíduos sem nenhuma importância e poder e sobretudo sem serem "castizos".

Para a lata do lixo.

gustavocampello9
Gustavo Campello
3 anos atrás

Um filme que engana muita gente, mas que achei bem ruinzinho. É um filme que teria que ter sido feito por alguém realmente revolucionário e principalmente dirigido por uma mulher, Vicente Aranda simplesmente não tinha ideia do que estava fazendo. É extremamente visível as raízes conservadoras da igreja permeando todo o filme, em nenhum momento há alguma análise ferrenha da mesma no campo ideológico do que foi a Guerra Civil Espanhola, sem contar o fato do diretor ter em seu currículo inúmeros filmes de objetificação feminina. Há até xenofobia na retratação dos árabes, tentando colocar para baixo do tapete o comportamento dos fascistas espanhóis de Franco. Tentar escancarar o apoio que o ditador teve na guerra de outros países europeus também passou bem longe. No final a mensagem que fica é tão estranha que não dá para ter certeza do que o diretor queria com o filme. Podiam mudar o título para "Um diretor em cima do muro". O filme podia ser muito melhor do que é, e eu simplesmente não entendo como muitos pró-revolucionários caem no papo furado dele. A linha narrativa pode até funcionar, você se envolve com alguns personagens, mas no geral o filme é um grande desserviço.

BLOG: FILMESTRANGEIROS
INSTAGRAM: @filmestrangeiros

diego_soares
Diego Soares
½
3 anos atrás

Sempre quis assistir esse filme, mas só hoje consegui. É um ótimo passatempo que mesmo tendo 2 horas de duração, nunca fica cansativo. Tem boas personagens e uma história muito interessante. Merecia ser mais conhecido!

mariah2m
Mariah
3 anos atrás

gostei demais do filme até trocar ideia com uma amiga e ela apontar algumas incongruências que facilmente poderiam ser usadas como uma propaganda anti revolucionária. começando pelo final, cheio de

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

xenofobia (mostrando os árabes como ruins) e os católicos como 'certos'

. tem bons momentos, outros meio desnecessários por falta de aprofundamento (como
Comentário contando partes do filme. Mostrar.

a moça que baixou o revolucionário

aquele). enfimmmm... vou rever com olhos mais críticos.

matheuscarneiro12
Matheus Carneiro
5 anos atrás

"Deus é fascista"

editado
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