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Data de lançamento
7 Julho 1989Duração
Pouco depois de um importante traficante ser preso, um agente da Agência de Combate aos Narcotráficos e também um grande amigo de James Bond se casa. Mas o chefão da droga, enquanto era levado preso, consegue escapar. Ele consegue encontrar o amigo de 007 em sua lua-de-mel, mata sua esposa e leva o agente para ser mutilado com dentadas de um tubarão. Assim que 007 sabe do ocorrido ele decide se vingar, mas recebe ordem de esquecer o assunto e partir para uma nova missão. Diante desta situação, Bond deserda do Serviço Secreto Britânico e começa sua empreitada para encontrar os responsáveis e matá-los.
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Licence to Kill 1989 no Brasil 007: Permissão Para Matar, é um dos melhores que eu vi até agora, saiu daquela temática de guerra, bomba e essas paradas que já estavam cansativas, e isso ajudou bastante o filme a parecer mais diferente dentro da série. James Bond (Timothy Dalton) está bem mais sério do que todos os anteriores que eu vi até agora, até porque o enredo pedia isso, pois não era uma missão comum, envolvia vingança e o sentimento de amizade de anos, que é construído no começo do filme e muito bem, aliás, deixando mais claro o motivo de tudo que acontece depois. Só achei que poderia ter sido mais direto e um pouco menor, mas tudo bem, ainda assim tem cenas boas, como
algumas no final de Bond com o caminhão, que são bem feitas e seguram bem a tensão.
Algumas mortes,
como a de Milton Krest (Anthony Zerbe) e a de Dario (Benicio del Toro),
demonstrando até em certos momentos uma lealdade bem distinta da que estamos acostumados a ver, principalmente na forma como ele valoriza quem trabalha para ele, o que dá um contraste interessante com a crueldade que ele também mostra em outras situações.
Gostei também da participação de Q (Desmond Llewelyn) nesse filme, esteve mais ativo e até com
trabalho em campo,
em que ele só aparece para entregar os equipamentos. Aqui ele participa mais da ação e acaba tendo mais importância dentro da história. Aliás, ele apresentou vários equipamentos, e a maioria não foi usada, isso foi frustrante.
Enfim, é um bom filme e acima da média dos anteriores, e acho que a motivação de Bond foi um acerto e um diferencial, porque deixou a história mais pessoal e menos mecânica, o que fez esse filme se destacar mais do que vários outros que eu vi até agora.
Assistido em 16/03/2026
Apesar de certo apego emocional a esse filme (assisti à exaustão por ter possuído uma fita VHS dele), o considero um pouco inferior ao filme anterior com o Timothy Dalton. O principal motivo é que sinto grande estranheza em ver um agente do MI6 combatendo o tráfico de drogas nos EUA como se fosse um legítimo oficial do DEA americano, inclusive se rebelando contra o seu próprio órgão de origem. A justificativa para isso seria pessoal, um atentado sofrido pelo colega da CIA Felix Leiter, mas ainda assim não deixa de ser muito inverossímil. Credito a isso a temática governamental e midiática americana na época (rescaldo da War on Drugs de Ronald Reagan), o que denota um vácuo deixado pelo fim da guerra fria em tramas de espionagem. Um ponto positivo é o fato de pela primeira vez, o personagem Q, vivido por Desmond Llewelyn desde o início da série na década de 60, ter um tempo maior de tela e destaque na trama, agindo como suporte de Bond inclusive em campo. As cenas de ação, como de costume, muito bem feitas, principalmente a peseguição final com caminhões que parece impressionar mais com o passar dos anos. Temos também uma das primeiras aparições de Benício Del Toro em um filme de massa, embora de forma tímida e mal aproveitada enquanto vilão. De todo modo, é um bom filme de ação que vale a pena ser assistido.
Bond está agindo por justiça ou por puro ódio?
Dalton nos entrega um Bond despojado de seu verniz institucional, a interpretação mais complexa e emocionalmente crua
Robert Davi cria um antagonista carismático, inteligente e genuinamente ameaçador
A mudança para um tom mais sombrio e violento foi um risco que rendeu um filme de ação tenso e envolvente
A era pré-CGI em sua glória, com sequências de ação práticas e de tirar o fôlego, especialmente a perseguição final dos caminhões-tanque
Vingança. Lealdade Vs. Dever. A Natureza do Mal.
A complexidade da espionagem é trocada por uma narrativa de vingança linear, que pode parecer menos sofisticada para alguns
🙏Cary-Hiroyuki Tagawa
Pam é a Bond girl ideal: sexy e habilidosa
Uma celebração da lealdade pessoal acima da burocrática
Caminhão empinando🤣
Bond como um homem de "paixões ordenadas" para um fim de justiça.
O mal se destrói sozinho; Bond apenas acelera o processo usando a desconfiança do próprio vilão.
A vingança pessoal transmutada em serviço à humanidade.
🎬 **Crítica | 007 – Permissão Para Matar (Licence to Kill)**
**Ano de lançamento:** 1989
**Duração:** 133 minutos
**Gêneros:** Ação • Espionagem • Thriller
**Elenco principal:**
* **Timothy Dalton** — *James Bond / 007*
* **Robert Davi** — *Franz Sanchez* (vilão)
* **Carey Lowell** — *Pam Bouvier*
* **Talisa Soto** — *Lupe Lamora*
* **Desmond Llewelyn** — *Q*
* **David Hedison** — *Felix Leiter*
* **Benicio del Toro** — *Dario*
* **Cary-Hiroyuki Tagawa** — *Kwang*
🔥 **Enredo & História**
*Permissão Para Matar* é, sem exagero, um dos filmes mais ousados e maduros da franquia James Bond. Aqui não existe ameaça nuclear, conspiração global ou Guerra Fria como motor principal. O conflito é íntimo, pessoal e visceral. Bond quebra regras, desafia o MI6 e age movido por vingança após a brutal destruição da vida de Felix Leiter. Essa mudança de foco torna o filme mais cru, mais humano e infinitamente mais perigoso.
🎭 **O Vilão**
Franz Sanchez é, para muitos, o **melhor vilão da era clássica de Bond**. Cruel, frio, calculista e impiedoso, ele não quer dominar o mundo — quer poder, dinheiro e controle absoluto. Robert Davi constrói um antagonista que realmente mete medo, alguém à altura de Bond não pelo intelecto megalomaníaco, mas pela brutalidade realista.
🎥 **Produção, Fotografia & Efeitos**
A produção é sólida, com cenas de ação práticas, explosões reais e perseguições intensas. O destaque absoluto vai para o **final memorável**, com a morte do vilão sendo uma das mais impactantes da franquia. A fotografia reforça o clima tropical, quente e sufocante, combinando perfeitamente com o tom de tensão constante.
🎭 **Atuações**
Timothy Dalton entrega sua melhor performance como 007: um Bond que sangra, apanha, sofre e sente culpa. Menos mulherengo, mais humano e perigosamente focado. As Bond girls não são apenas belas — têm presença, sensualidade e função narrativa real. Pela primeira vez, Bond se vê emocionalmente dividido. Destaque também para um jovem **Benicio del Toro**, intenso e ameaçador mesmo em início de carreira. O filme com a maior participação Q, mesmo com a idade, manda muito bem.
🎞️ **Sequências & Filmes Semelhantes**
Não possui sequência direta, mas antecipa o tom mais sombrio que veríamos anos depois em *Cassino Royale*. Filmes semelhantes: *Cassino Royale*, *O Amanhã Nunca Morre*, *Scarface* (pela temática do cartel) e *Busca Implacável* (pela motivação pessoal).
✅ **Avaliação Final — Vale a pena assistir?**
Sem dúvida. Um Bond adulto, violento, emocional e extremamente marcante. Um filme que estava à frente do seu tempo e que, infelizmente, encerrou cedo demais a era Dalton.
⭐ **Nota final:** **9,5 / 10**
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Bem melhor que o primeiro de Timothy, e bem melhor que muitos feitos por atores mas famosos pelo papel em suas épocas Sean Connery,Roger Moore Pearce brosnan e daniel craig, Não duvido que se Timothy Dalton tivesse mas uma chance não Decepcionaria