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Data de lançamento
21 Jan. 2016Duração
A biografia da atriz Checa que, durante a Segunda Guerra Mundial, se tornou amante de Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda do governo nazista alemão. Em 1934, Lída Baarová foi convidada para atuar nos estúdios de Babelsberg, considerado a Hollywood européia. Ali ela conheceu Hitler e seu ministro Goebbels, viveu relações intensas com homens importantes e viu de perto as atrocidades nazicistas.
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Monstros também amam e podem ser amados.
Essa produção joga uma luz na escala de inocência e descrença de qualquer extremo que a irracionalidade humana possa alimentar.
Para quem gosta das histórias do período é um filme interessante. É irônico que o ministro da propaganda nazista não se encaixava no padrão do arquétipo ariano que projetava.
20.02.2022
Filme de origem Tcheca de 2016 em exibição na NetFlix, baseado em um fato histórico ocorrido na Segunda Grande Guerra Mundial. A história é biográfica de Lida Baavorá, famosíssima artista de cinema tcheca que deixou Praga e foi para Berlim em 1934, caindo nas graças do Ministro da Propaganda de Hitler Joseph Goebels. O cara era um galanteador de mão cheia e, de tanto que insistiu que ela tornou-se sua amante. Para ela, a partir daí o reino do Terceiro Reich ficou a sua disposição, com dezenas festas badaladas e tudo mais que ela tinha direito. Até o dia em que Magda, esposa de Gorbels descobriu tudo e contou para Hitler Um drama muito interessante que afetou diretamente na escolha errada que ela fez, pois antes de se mudar para Berlin. Na mesma época, ela havia sido convidada por um produtor americano para estrelar em Hollywood, mas preferiu Berlim. Boas interpretações e um longa-metragem que vale a pena. Recomendo.
Temos acesso à narrativa de Lída, o que faz com que a visão de Goebbels seja romantizada e isso é bastante incômodo, afinal, o braço direito de Hitler é retratado como um baixinho apaixonado galanteador — ele ficava com as atrizes da época porque era garanhão ou porque as coagia? Além disso, quando a prisão da atriz é retratada, o tom dramático leva a uma comparação entre nazistas e comunistas, como se fossem dois lados da mesma moeda (a clássica teoria da ferradura) e as coisas não são bem assim, não é mesmo? Por fim, tanto no filme como na vida real, Lída não demonstrou ter se arrependido de seu envolvimento com Goebbels.... Como assim você continua achando o cara que estava por trás da propaganda nazista inteligente e engraçado? Por fim, se considerarmos que ela conseguiu papéis na Itália fascista e quando Mussolini foi morto ela precisou fugir do país, parece que rolava, no mínimo, uma simpatia com regimes autoritaristas...