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Data de lançamento
16 Fev. 2000Duração
Três irmãs (Lisa Kudrow, Meg Ryan e Diane Keaton) têm uma relação de amor, ódio e vida com o telefone. É quando elas têm que aprender que o pai, após anos de vida intensa, de constante afeição e de muitos telefonemas que por muitas vezes as deixam loucas, está prestes a morrer.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Uma dramédia chata!
Sofrível, tedioso, e muito arrastado!!
Enredo e roteiro caótico e chato com premissas clichês de: um pai separado, morimbundo, carrasco, e problemático; com filhas com suas vidas conturbadas meio sem um sentido maior que no final previsível o significado de "família e amor". Mas nisso o roteiro falha, pois Meg Ryan é quem praticamente sozinha e com o seu carisma carrega o filme inteiro nas costas!
Eu odiei esse personagem do velho tarado, abusado e chato!!
Co-produção teuto-estadunidense que é uma comédia dramática da Columbia Pictures, Global Entertainment Productions GmbH & Company Medien KG, Laurence Mark Productions e Nora Ephron Productions que foi baseada no romance homônimo de 1995 de Delia Ephron. Este foi o 8° e último filme dirigido pela atriz Diane Keaton (1946-2025).
Último papel de Walter Matthau (1920-2000). Com a saúde muito debilitada durante as filmagens, ele sofreu diversos problemas cardiovasculares e teve mais de dois ataques cardíacos desde o 1°, em 1965. Faleceu mais de 7 meses depois, 4 meses após o lançamento do filme. Matthau ficou hospitalizado com pneumonia por 2 meses após o término das filmagens em maio de 1999. Este foi o 2° filme em que Meg Ryan e Walter Matthau atuaram juntos. O 1° foi A teoria do amor (94).
Tinha todos os ingredientes para o sucesso: um elenco estelar, uma premissa promissora, uma equipe de produção sólida. Mas não se concretizou de uma forma satisfatória. É difícil imaginar alguém que termine de ver o filme com qualquer sensação de revelação, expansão da alma ou mesmo com o simples prazer de uma estória cativante e bem contada.
15.10.2005
Achei o filme mediano. Mesmo assim não chega a ser ruim. Principalmente pela mensagem que ele passa. Família é família, independente de qualquer coisa.
A Meg Ryan faz falta nos dias de hoje.
Esperava mais pelo elenco, mas já fui preparado por conta dos outros comentários , bem descartável , infelizmente.