Martin (Paul Delbreil) estava perdendo a esperança na vida quando conheceu Léa (Adèle Csech) em Paris. Os jovens de 25 anos viveram um amor pela primeira vez juntos. Agora o desafio é tentar amadurecer separadamente.
Esse foi o meu filme surpresa da MOSTRA 2018! Saí leve da sessão e me emocionei em diferentes passagens, caindo como uma luva às vésperas da decisão eleitoral no país, amenizando o clima pesado e virulento na cidade. A trama traz uma mistura de Éric Rohmer com Eugène Green, revelando personagens angustiados e desejosos por novos rumos, todos ligeiramente anacrônicos. O tom romântico, onírico e amoral é o maior trunfo do diretor, que fecha a experiência sem ser piegas e aponta para uma valorização dos afetos.
Chato de doer. Absolutamente nada acontece. Vários personagens não tem nenhum propósito no filme.
Esse foi o meu filme surpresa da MOSTRA 2018! Saí leve da sessão e me emocionei em diferentes passagens, caindo como uma luva às vésperas da decisão eleitoral no país, amenizando o clima pesado e virulento na cidade. A trama traz uma mistura de Éric Rohmer com Eugène Green, revelando personagens angustiados e desejosos por novos rumos, todos ligeiramente anacrônicos. O tom romântico, onírico e amoral é o maior trunfo do diretor, que fecha a experiência sem ser piegas e aponta para uma valorização dos afetos.