O filme segue uma desistente do ensino médio que consegue um emprego com uma start-up farmacêutica falida, onde ela logo se encontra no centro de uma conspiração criminosa.
Aborda um problema real de forma dinâmica e descontraída. Já assisti outras produções sobre o tema.... acho sempre pertinente. A do OxyContin é bizarra! Esse é de outro caso, do spray de fentanil e a fraude com médicos corruptos. Sempre tive preconceito com esses representantes comerciais nas clinicas e consultórios. Claro que sei da lógica capitalista onde até para morrer tem que pagar, mas acho bizarro! Gostei do filme! Os atores são bons.
Já fizeram filmes e séries sobre essas farmaceuticas q lucraram em cima do vicio dos outros com opioides, de lucrar pagando medico e etc. É o mais do mesmo.
A ganância é absurda...os executivos dessa empresa para aliviar a consciência doava milhares de dólares á museus, universidades....já vi séries , documentário...e agora esse filme sobre esse caso. 03/12/25.
"A Máfia da dor” é uma viagem sombria pelos desejos humanos de sucesso e pelo preço que se paga por eles. Emily Blunt entrega uma atuação marcante como Liza Drake, uma mulher comum lançada em um mundo de ambições e perigos que a consumem, enquanto Chris Evans e Andy Garcia oferecem contrapontos que reforçam a complexidade moral da narrativa. O filme, embora baseado em um caso real, parece se permitir muitas liberdades criativas, simplificando resoluções que na vida real teriam sido muito mais duras. Essa mistura de realidade e interpretação artística cria uma sensação agridoce: reconhecemos a autenticidade do drama humano, mas somos lembrados de que a versão na tela é apenas uma sombra do caos real. A estética dos centros comerciais decadentes e a degradação dos personagens funcionam como metáforas visuais de sonhos desbotados, enquanto a história nos confronta com o fascínio e o horror do sucesso à custa de ética. É um filme envolvente e perturbador, que nos faz refletir sobre ambição, moralidade e a tênue linha entre oportunidade e exploração. Vale uma conferida.
Aborda um problema real de forma dinâmica e descontraída.
Já assisti outras produções sobre o tema.... acho sempre pertinente. A do OxyContin é bizarra! Esse é de outro caso, do spray de fentanil e a fraude com médicos corruptos.
Sempre tive preconceito com esses representantes comerciais nas clinicas e consultórios. Claro que sei da lógica capitalista onde até para morrer tem que pagar, mas acho bizarro!
Gostei do filme! Os atores são bons.
Já fizeram filmes e séries sobre essas farmaceuticas q lucraram em cima do vicio dos outros com opioides, de lucrar pagando medico e etc.
É o mais do mesmo.
A ganância é absurda...os executivos dessa empresa para aliviar a consciência doava milhares de dólares á museus, universidades....já vi séries , documentário...e agora esse filme sobre esse caso. 03/12/25.
"A Máfia da dor” é uma viagem sombria pelos desejos humanos de sucesso e pelo preço que se paga por eles. Emily Blunt entrega uma atuação marcante como Liza Drake, uma mulher comum lançada em um mundo de ambições e perigos que a consumem, enquanto Chris Evans e Andy Garcia oferecem contrapontos que reforçam a complexidade moral da narrativa. O filme, embora baseado em um caso real, parece se permitir muitas liberdades criativas, simplificando resoluções que na vida real teriam sido muito mais duras. Essa mistura de realidade e interpretação artística cria uma sensação agridoce: reconhecemos a autenticidade do drama humano, mas somos lembrados de que a versão na tela é apenas uma sombra do caos real. A estética dos centros comerciais decadentes e a degradação dos personagens funcionam como metáforas visuais de sonhos desbotados, enquanto a história nos confronta com o fascínio e o horror do sucesso à custa de ética. É um filme envolvente e perturbador, que nos faz refletir sobre ambição, moralidade e a tênue linha entre oportunidade e exploração. Vale uma conferida.
é até divertido.