Coronel Caldwell (Sean Connery) foi por anos o responsável pelo comando onde Jay Austin (Mark Harmon) servia. Agora, Austin é um detetive da polícia civil. Caldwell está afastado da polícia por um desacordo interno. Porém, uma série de assassinatos obriga o Coronel Caldwell a voltar ao trabalho justamento com Jay Austin. Eles não se dão muito bem, sobretudo por Jay namorad a filha de Caldwell.
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Conheci no "Tela Quente" e revi em 2007 e ontem! Nada espetacular, mas prende!
Num uísque envelhecido (sob a névoa de São Francisco) servido em um copo de lanchonete; a qualidade da bebida (Connery) quase faz você esquecer a simplicidade do recipiente.
Continua a fase de mentor de Connery, vista em Highlander e Os Intocáveis
Honra e Dever
Reconciliação e Respeito
Conflito de Gerações e Culturas
É um drama de personagens disfarçado de thriller. O assassinato é apenas o MacGuffin que força dois homens orgulhosos a confrontar seu passado.
O assassinato é apenas o MacGuffin que força dois homens orgulhosos a confrontar seu passado
O filme segue a fórmula do "buddy cop" de forma tão fiel que raramente surpreende.
Via este filme disponível na época das vídeo locadoras, isso bem no início dos anos noventa e muito embora composto por um elenco que enche os olhos nunca o locava e não sabia a razão. Ele também foi exibido na Rede Globo a qual perdia as sessões quando era exibido. Hoje tive a oportunidade de vê-lo e o resultado foi morno. Uma fita de ação e suspense policial com convencional, porém tem os seus momentos. MAIS FORTE QUE O ÓDIO, começa muito bem com um clima soturno e neblinado envolvendo o assassinato de uma policial que estava em serviço. O mistério de todo o filme e seu desenrolar está em descobrir que assassinou a policial. Mark Harmon convence pouco como ex-integrante do exército que foi expulso e agora é policial investigativo e vai bater de frente com o comandante do exército (Sean Connery). Mark Harmon traz muito ainda os cacoetes de seu personagem no filme Férias de Verão, clássico da sessão da tarde, por isso, parece que seu personagem não é levado muito a sério, ainda mais se envolvendo num romance-pegação com a filha do comandante (Meg Ryan) parecendo namoro adolescente. Sean Connery mantém a postura na pele de um veterano comandante do exército. Como dizia antes, tem alguns bons momentos, mas no todo é trivial e convencional filme de ação suspense policial.
Rasteiro e eficiente.
Entre os lançamentos clássicos do Sean Connery dessa época, final dos anos 80 e começo dos 90 (minha favorita), o roteiro do filme deixa um pouco a desejar. Partindo do ponto de vista que Sean constituiu sua época de ouro no cinema nos anos 70 e 60, Mais forte que o Ódio chega ser um filme mediano.
Aqui ,a história, por sua vez, é um pouco ''morna'', mas ainda assim sentimos uma suave pegada detetive no seu desenvolvimento . De modo que algumas cenas como a perseguição em Chinatown e o relacionamento conflituoso entre os dois formam as duas bases positivas desse filme agora o resto é o resto.