Marie é uma prostituta de luxo que, num certo dia, conhece Jeannot, um mendigo, e o leva para casa, fazendo dele amante e gigolô. Um dia descobre que sexo e dinheiro nunca serão suficientes para Jeannot.
O hotel tem um visual maneiro. A prostituta, Marie. A "mãe de família", Gilberte. Os diálogos. Os clientes. O cara no armário. O morador em situação de rua. O exibicionismo. Tem uma cena longa de sexo. Algumas cenas de nudez. O relacionamento. A melhoria. O problema com a polícia. As outras conquistas dele. A visão de cafetão. A cena dos tapas. A mudança. Os programas. A Tangerina. O inspetor (vai mostrando como chegaram em todos). As decepções. A cantada no desconhecido do nada. A saída da prisão. A mulher desconhecida esperando. A carência. A entrevista de emprego e a revelação. O apartamento tem um visual maneiro também. O reencontro.
Depois de vários roteiros explicitamente misóginos, o diretor permite um protagonismo feminino, merecidamente agraciado em premiações: Anouk Grinberg está maravilhosa, como uma protagonista voluntária com "uma mente feliz e uma bunda feliz". A primeira cena de sexo com Gérard Lanvin é magnífica (que entrega, que coreografia de corpos, que uso eloqüente da trilha musical elegíaca!) e a entrada em cena do Olivier Martinez é mui oportuna. Ri nalguns momentos e projetei-me emocionalmente na maior parte deles. A amoralidade do realizador permanece manifesta, mas condicionada aos anseios de sua protagonista, cujo ponto de vista é respeitado, antes daquelas reviravoltas espantosas que o Bertrand Blier concebe como ninguém. Muito boas aos chistes cancionais envolvendo o Barry White e é encantadora a simpatia de Valeria Bruni Tedeschi. Uma graça de filme! (WPC>)
Intimista!
Drama francês anos 90. Com Anouk Grinberg (ela lembra muito a Juliette Binoche). Bons cenários. Trilha com Barry White.
O hotel tem um visual maneiro. A prostituta, Marie. A "mãe de família", Gilberte. Os diálogos. Os clientes. O cara no armário. O morador em situação de rua. O exibicionismo. Tem uma cena longa de sexo. Algumas cenas de nudez. O relacionamento. A melhoria. O problema com a polícia. As outras conquistas dele. A visão de cafetão. A cena dos tapas. A mudança. Os programas. A Tangerina. O inspetor (vai mostrando como chegaram em todos). As decepções. A cantada no desconhecido do nada. A saída da prisão. A mulher desconhecida esperando. A carência. A entrevista de emprego e a revelação. O apartamento tem um visual maneiro também. O reencontro.
Não é dos meus favoritos, mas eu acabei gostando.
Depois de vários roteiros explicitamente misóginos, o diretor permite um protagonismo feminino, merecidamente agraciado em premiações: Anouk Grinberg está maravilhosa, como uma protagonista voluntária com "uma mente feliz e uma bunda feliz". A primeira cena de sexo com Gérard Lanvin é magnífica (que entrega, que coreografia de corpos, que uso eloqüente da trilha musical elegíaca!) e a entrada em cena do Olivier Martinez é mui oportuna. Ri nalguns momentos e projetei-me emocionalmente na maior parte deles. A amoralidade do realizador permanece manifesta, mas condicionada aos anseios de sua protagonista, cujo ponto de vista é respeitado, antes daquelas reviravoltas espantosas que o Bertrand Blier concebe como ninguém. Muito boas aos chistes cancionais envolvendo o Barry White e é encantadora a simpatia de Valeria Bruni Tedeschi. Uma graça de filme! (WPC>)
Vi há muitos anos e gostaria de rever pois foi um ótimo filme que me marcou.
O poder que alguém tem de mudar outra pessoa.
Claro que “bliermente” falando.