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Data de lançamento
4 Dez. 1955Duração
O eficiente imediato tenente Roberts mantém as coisas sob controle em um velho cargueiro militar estadunidense durante a II Guerra Mundial. Roberts deseja ser transferido para a frota naval que está no Pacífico lutando contra os japoneses, mas seu superior, o excêntrico Capitão Morton, impede que ele deixe o barco. Dentre os amigos de Roberts estão o médico “Doc” e o oficial Pulver, um neurótico que sofre de verdadeiro terror do Capitão, que por sua vez não percebe e o tem em boa conta.
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Por conta das inúmeras opiniões negativas e de eu temer que fosse um típico filme de guerra, com ideologia beligerante mui questionável, procrastinei esta sessão por muito tempo... Erro meu: o filme é ótimo! De origem teatral, ele oscila entre a comédia e o drama o tempo inteiro, contendo personificações masculinas excelentes, além de o personagem-título ser extraordinário, o tipo de exemplo de hombridade que mais me encanta (e com tudo a ver com os protagonistas fordianos). Pena que tenha havido uma briga definitiva entre ator e diretor, que romperam relações justamente no píncaro de uma demonstração de ideais e de confirmação moral. Amei a coadjuvação de William Powell e Jack lemmon, novíssimo, justificou bem o Oscar que recebeu. Há algo de inevitavelmente homoerótico naquele confinamento ebulitivo, de marinheiros sem camisa, querendo transar e se embebedar, após dois anos em alto-mar. Os diálogos são primorosos e os embates contra o capitão despótico (para o qual Cagney aproveita traços de seus personagens anteriores) são um tanto caricaturais, mas efetivos. Eu e minha mãe emocionamo-nos, durante uma sessão casual no canal TCM. Foi uma ótima supresa, em sentido íntimo. A-do-rei! (WPC>)
É bem chatinho e maçante durante a maior parte do tempo. Tem uma boa fotografia, imagens bonitas do mar. Eu só assisti mesmo pela presença de Lemmon, Fonda e Cagney, e em especial do William Powell, que eu sou fã. Powell que aliás já estava velhinho aqui.
A única coisa boa foi esse final, com todas as coisas boas que vieram e a atmosfera de felicidade.
Que logo cai por terra quando eles abrem a segunda carta e descobrem que Roberts está morto. O que eu ja desconfiava quando a carta havia sido de 3 semanas passadas...
Enfim, como disse, vale a pena por ver, mesmo que com certa idade já James Cagney e William Powell, que foram astros do cinema da década de 30, época que nem tinham cor os filmes. (Descobri que o olho do Powell era azul)
Vi me arrastando, só porque foi indicado ao Oscar de melhor filme. Não foi indicado como melhor diretor (no caso dois). E valeu um Oscar de melhor ator coadjuvante para Jack Lemon. Certamente um dos mais fracos finalistas da história do Oscar.
O Oscar de 1955 foi uma merda, hein? Até agora não vi um filme que preste. Esse filme não tem propósito nenhum, e ainda dura 2h!
Com esse grande elenco e com esse diretor, a expectativa era alta. Mas o filme é muito chato. É a pior coisa que eu já envolvendo os nomes do Ford e do Fonda. Não é a toa que tanto o John Ford quanto Joshua Logan renegaram o filme. Não foi só pelos problemas da produção, o filme é ruim mesmo.
A única coisa que marca esse filme é que nele foi onde aconteceu o icônico soco na cara do Henry Fonda dado pelo Ford.