Durante a época da Lei Seca, Nash (William Powell) sobrevive vendendo roupas baseadas em modelos de Paris a custo popular. Mas o negócio vai por água abaixo quando descobrem que são modelos falsos.
O filme é chatinho, mas pra quem pesquisa Moda é muito importante já que fala sobre a falsificação de roupas nos Anos 30. Pode parecer ficção, mas essa prática era muito comum. Por bastante tempo os Estados Unidos, bem como o resto do mundo, copiou o que estava em voga em Paris. Casos de plágio eram bem comuns. Nesse sentido, o filme tem seu valor, porém como estudo, o enredo mesmo tem algumas cenas longas demais e enfadonhas.
Comédia musical do pré-código com números musicais criados e dirigidos pelo renomado coreógrafo Busby Berkeley (1895-1976). O roteiro de F. Hugh Herbert e Carl Erickson foi baseado na estória "The fashion plate", de Harry Collins e Warren Duff. Mais um filme em preto e branco que não combina muito com a trama e a moda num todo, pois fica difícil apreciar um desfile de roupas sem ser em cores.
O estúdio fez Bette Davis (1908-1989) usar uma peruca loira e a vestiu de alta moda que ela odiava, mas ela estava tentando agradar o chefe do estúdio, Jack L. Warner, para que ele a emprestasse à RKO pelo papel de Mildred em Escravos do desejo (34) - um papel que ela queria desesperadamente fazer e que a faria uma estrela. Duas coisas são notáveis: a única vez que o estúdio glamourizou Bette Davis (ela detestava este rótulo) e um número estupendo de Busby Berkeley, onde os umbigos das mulheres são destacados (com o código que desapareceriam por quase 25 anos). Outra vez Bette surge em um papel discreto e sem graça, no qual William Powell (1892-1984) se saiu muito melhor que ela.
Esse filme é uma prova que até diretores bons como o William Dieterle também pegam tranqueiras. Assisti só por curiosidade, e por Bette considerar um de seus piores também.
Bette no início de carreira ajudando Powell a brilhar nessa comédia espirituosa e ágil como só as da década de 30 foram. Tem um número musical dentro do filme meio longo e desnecessário à trama, mas é tão bem produzido que a gente acaba relevando.
O filme é chatinho, mas pra quem pesquisa Moda é muito importante já que fala sobre a falsificação de roupas nos Anos 30. Pode parecer ficção, mas essa prática era muito comum. Por bastante tempo os Estados Unidos, bem como o resto do mundo, copiou o que estava em voga em Paris. Casos de plágio eram bem comuns. Nesse sentido, o filme tem seu valor, porém como estudo, o enredo mesmo tem algumas cenas longas demais e enfadonhas.
Comédia musical do pré-código com números musicais criados e dirigidos pelo renomado coreógrafo Busby Berkeley (1895-1976). O roteiro de F. Hugh Herbert e Carl Erickson foi baseado na estória "The fashion plate", de Harry Collins e Warren Duff. Mais um filme em preto e branco que não combina muito com a trama e a moda num todo, pois fica difícil apreciar um desfile de roupas sem ser em cores.
O estúdio fez Bette Davis (1908-1989) usar uma peruca loira e a vestiu de alta moda que ela odiava, mas ela estava tentando agradar o chefe do estúdio, Jack L. Warner, para que ele a emprestasse à RKO pelo papel de Mildred em Escravos do desejo (34) - um papel que ela queria desesperadamente fazer e que a faria uma estrela. Duas coisas são notáveis: a única vez que o estúdio glamourizou Bette Davis (ela detestava este rótulo) e um número estupendo de Busby Berkeley, onde os umbigos das mulheres são destacados (com o código que desapareceriam por quase 25 anos). Outra vez Bette surge em um papel discreto e sem graça, no qual William Powell (1892-1984) se saiu muito melhor que ela.
Esse filme é uma prova que até diretores bons como o William Dieterle também pegam tranqueiras. Assisti só por curiosidade, e por Bette considerar um de seus piores também.
Bette no início de carreira ajudando Powell a brilhar nessa comédia espirituosa e ágil como só as da década de 30 foram. Tem um número musical dentro do filme meio longo e desnecessário à trama, mas é tão bem produzido que a gente acaba relevando.
Bette Davis arrasando em início de carreira, lindas coreografias.