Willy Loman passou toda sua vida acreditando que ele e sua família atingiriam o poder, seriam ricos e muito felizes. Porém, lutando dia a dia como um caixeiro viajante, ele está prestes a perder seu emprego. Willy não consegue mais pagar suas contas e começa a perder o senso de realidade derivando por coisas de seu passado e mergulhando em uma crise profunda e desesperadora. Enquanto isso, toda sua família, Linda sua esposa e seus filhos Biff e Happy, tentam lutar contra sua autodestruição e os fantasmas de seu passado.
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Encarnações teatrais propositalmente realizadas do clássico livro, A Morte do Caixeiro Viajante. O elenco dá conta do recado, tendo uma ótima coadjuvação do jovem e já promissor John Malkovich. Kate Reid também brilha como coadjuvante. Mas é Dustin Hoffman que mostra sagacidade no papel título numa complexa interpretação repletas de nuances e camadas emocionais. É uma história que faz paralelo com muitos casos da vida real cujo o adoecimento mental vai tirando o sujeito de sua realidade, delírios, sonhos de uma vida imaginaria, distante da vida real. Diálogos repletos de sentidos, contudo, para quem não se liga em interpretações e no texto que o filme se propõe a passar, pode achar chato, monótono e maçante e duradouro em suas mãos de duas horas de projeção. Portanto, não é um filme para todos os paladares, lembrando muito uma peça de teatro (por isso , as encenações são teatrais). Contudo, é um filme forte, vigoroso fazendo conexões com nossos tempos de vida real e imaginária.
Doidinho das ideias, mas um bom filme. Não chegou a me comover, o clímax também deixou a desejar, mas as atuações são primorosas e valem as mais de duas horas de tela.
Filme onde as atuações do elenco brilham muito mais que a historia contada.
Um amigo da família, Magova, era costureiro da alta costura, o Clodovil de Curitiba. Apostou alto numa casa de show, não conseguiu o alvará, perdeu dinheiro que investiu, caiu nas drogas, perdeu tudo, ficou louco e assim se foi. passei por algo parecido, não é fácil. A história do filme é ficção, mas sabemos que acontece na vida real.
1280. (21/07/2021)
Falo que esses são filmes de diálogo. Não precisa de ação e nada. Realmente, tem que curtir pra conceber um boa experiência. Ainda bem que gosto.
Reconheço minha ignorância, sempre ouvi falar da história, nas não conhecia.
Achei sufocante!
Problemas, problemas, decepções, sem caminhos. Apenas aceitar o que é.
Quem nunca passou por momentos assim? Se não passou aguarde,
Nem preciso comentar das atuações. Maravilhosas.