Apesar do nome do famoso e consagrado Arthur Penn na condução directiva, do enredo instigante, do clima noturno na neve com ar natalino, da ótima fotografia e do esforço de Mary Steenburgen interpretando três papéis. Não consegui entrar no clima do filme completamente. A primeira metade é muito boa, mas da metade para o final perdi o interesse pelo roteiro arrastado. Roddy McDowall e Jan Rubes estão deveras caricaturais em suas caracterizações vilanescas. Numa revisão futura possa até crescer no meu conceito, por hora, o achei regular.
Um dos suspenses mais instigantes dos anos 80, um thriller angustiante com pitadas de horror em que Mary Steenburgen, vencedora do Oscar, interpreta três personagens – ao longo do filme descobre-se o motivo. O veterano diretor Arthur Penn, três vezes indicado ao Oscar, de ‘Bonnie e Clyde – Uma rajada de balas’ (1967), ‘Pequeno grande homem’ (1970) e ‘Um lance no escuro’ (1975), caprichou na trama complexa, que vai se tornando uma fita diabólica, envolvendo assassinato, ocultação de cadáver, herança etc Mary está bem, carismática e fotogênica como de praxe, Roddy McDowall e Jan Rubes são dois bons vilões de peso dispostos a tudo nesse filme com viés de terror psicológico levado às últimas consequências. Imprevisível, o filme se passa integralmente num casarão isolado na neve, e parece uma peça de teatro, com poucos atores em cena e o mínimo de cenários. O diretor de fotografia inventa enquadramentos inusitados, por cima, por baixo, de lado, e até nisso o filme é criativo. Levemente inspirado em um romance de Anthony Gilbert, conta com uma fotografia sofisticada de interiores de Jan Weincke, de ‘Zappa’ (1983). Não confundir com a fita policial de espionagem com humor de mesmo título em português, com Jeff Bridges e John Huston, de 1979. Saiu em DVD no box ‘Obras-primas do terror: Anos 80 - Vol. 3’, pela Versátil Home Video, juntamente com os longas ‘O mensageiro de satanás’ (1981), ‘O enigma do mal’ (1982), ‘Especiais efeitos’ (1984), ‘Tudo por uma verdade’ (1984) e ‘Sem face’ (1988).
Minhas estrelas foram apenas pela atmosfera e o suspense de horror. Esse filme tem todo charme e o ar dos anos 80 no auge do suspense horror mas os atores não são muito bons, a direção se arrasta em vários momentos e o filme chega ser cansativo. Começou bem e depois virou uma dupla de velhos paspalhões brincando de gato e rato numa trama que começou interessante e virou patética na metade pro final degastando o filme. A atriz principal em uma atuação estranhamente medonha e os atores atuando feitos canastrões .
Apesar do nome do famoso e consagrado Arthur Penn na condução directiva, do enredo instigante, do clima noturno na neve com ar natalino, da ótima fotografia e do esforço de Mary Steenburgen interpretando três papéis. Não consegui entrar no clima do filme completamente. A primeira metade é muito boa, mas da metade para o final perdi o interesse pelo roteiro arrastado. Roddy McDowall e Jan Rubes estão deveras caricaturais em suas caracterizações vilanescas. Numa revisão futura possa até crescer no meu conceito, por hora, o achei regular.
Um dos suspenses mais instigantes dos anos 80, um thriller angustiante com pitadas de horror em que Mary Steenburgen, vencedora do Oscar, interpreta três personagens – ao longo do filme descobre-se o motivo. O veterano diretor Arthur Penn, três vezes indicado ao Oscar, de ‘Bonnie e Clyde – Uma rajada de balas’ (1967), ‘Pequeno grande homem’ (1970) e ‘Um lance no escuro’ (1975), caprichou na trama complexa, que vai se tornando uma fita diabólica, envolvendo assassinato, ocultação de cadáver, herança etc
Mary está bem, carismática e fotogênica como de praxe, Roddy McDowall e Jan Rubes são dois bons vilões de peso dispostos a tudo nesse filme com viés de terror psicológico levado às últimas consequências. Imprevisível, o filme se passa integralmente num casarão isolado na neve, e parece uma peça de teatro, com poucos atores em cena e o mínimo de cenários. O diretor de fotografia inventa enquadramentos inusitados, por cima, por baixo, de lado, e até nisso o filme é criativo. Levemente inspirado em um romance de Anthony Gilbert, conta com uma fotografia sofisticada de interiores de Jan Weincke, de ‘Zappa’ (1983).
Não confundir com a fita policial de espionagem com humor de mesmo título em português, com Jeff Bridges e John Huston, de 1979.
Saiu em DVD no box ‘Obras-primas do terror: Anos 80 - Vol. 3’, pela Versátil Home Video, juntamente com os longas ‘O mensageiro de satanás’ (1981), ‘O enigma do mal’ (1982), ‘Especiais efeitos’ (1984), ‘Tudo por uma verdade’ (1984) e ‘Sem face’ (1988).
POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA NA WEB
um a boa ideia que se arraaaasta e fica chata. vale pelo atmosfera dos anos 80.
Gostei.
Minhas estrelas foram apenas pela atmosfera e o suspense de horror.
Esse filme tem todo charme e o ar dos anos 80 no auge do suspense horror mas os atores não são muito bons, a direção se arrasta em vários momentos e o filme chega ser cansativo. Começou bem e depois virou uma dupla de velhos paspalhões brincando de gato e rato numa trama que começou interessante e virou patética na metade pro final degastando o filme. A atriz principal em uma atuação estranhamente medonha e os atores atuando feitos canastrões .