m jovem pianista fica cego em um acidente durante o serviço militar. Aos poucos, ele se adapta à nova condição, mas desenvolve um complexo de inferioridade devido à compaixão que o rodeia. Sua vida ganha um novo sentido quando conhece Ingrid, uma órfã que trabalha como empregada doméstica.
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- olha as ideia merda também, no meio da guerra sai da trincheira pra salvar um filhote de cachorro.. (eu teria feito a mesma coisa)
- a mulher nem devia ter voltado com ela depois da forma que ele a tratou né.. mas algumas pessoas merecem segunda chance
- um bergman mais comercial e esperançoso
Música na Noite - 1948 - Suécia - 🎥Direção: Ingmar Bergman - visto no dia 06.10.22
>> Um filme que fala de superação, luta diária, romance que pode acontecer de repente.
>> Aqui um soldado sueco perde a visão após o acidente no treino militar.
>> O filme tem uma simplicidade, uma beleza em cada cena, em cada detalhe e uma direção afiada e apesar de certas ressalvas é um bom filme.
>> Gostei de toda a composição sonora, fotografia belíssima em preto e branco retratando a vida de conforto, luxo do ex-militar, mas com características neorrealistas.
>> Um filme realista do Bergman. Gosto da simplicidade das cenas, da história apesar de ser um pouco arrastado e sem muita inspiração.
>> Mas penso que o filme foi um pouco a frente do seu tempo em vários aspectos, como a consciência, a amostra de cenas que mostrou uma
escola especialista no ensino de crianças cegas, equipada para atender o público
>> E além do ponto de se habituar na nova situação em que se encontra, o soldado. Ele tenta se adaptar na nova condição, tem muita frustração, desânimo, irritabilidade, mas aos poucos ele tenta se habituar e seguir em frente, usa a
música como uma forma de sustento e de significado na vida
>> A empregada da casa é o inverso do soldado que tem recursos e poder aquisitivo: pessoa simples, pobre, humilde mas que com o tempo, o soldado se encanta com o jeito dela e começa a criar um laço mais estreito.
>> O filme tem seu lado poético em mostrar a convivência, seus meandros, a situação de vida do dia a dia do soldado e também no seu ramo empregatício:
ele na procura de emprego para tocar piano em bares, restaurantes e ter que lidar com pessoas ignorantes, arrogantes e que não compreende a sua situação de vida, são avessas ao mundo ao redor, si enxergam o próprio umbigo.
>> Enfim o filme traz muitas reflexões, o casal protagonista do filme tem uma química, demonstram carisma.
>> Agora a parte que ficou
mal explicada foi do acidente no qual ocasionou a cegueira no soldado
ele perdeu a visão?
Ele levou uma rajada de tiros e pegou no rosto? Ou foi através da queda?
Nota: 7,0
"Música na Noite" é um drama cheio de sensibilidade, tocante e maravilhoso. Mais uma pequena e relevante obra-prima do mestre Bergman que nunca decepciona...
Dos primeiros filmes do Bergman, achei este o mais fraco, talvez por ser um pouco clichê. Os temas abordados são menos impactantes que os filmes anteriores do diretor, e a crítica social passa quase despercebida. O título em português não faz tanto sentido como o original "Música na Escuridão", já que o cara ficou cego e não perdido na noite. O que rouba a cena no filme é a atuação dos dois atores principais: Birger Malmsten, como sempre, está cativante e se entrega muito bem ao papel, já Mai Zetterling é encantadora demais (roubou meu coração). Nem a parte técnica da direção chama tanto a atenção como um Bergman costuma chamar. Apesar do roteiro previsível, a película consegue cativar e funcionar bem. Há uma cena de nudez da atriz, que se pensarmos que o filme é da década de 40, a gente regrediu muito com gente hoje em dia reclamando de gente nu em exposição de arte contemporânea.
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Competente em diversos momentos como na cena inicial ( prelúdio do que seria o cinema de Bergman) ou mesmo em termos estéticos mas num todo não me cativou. Possui um bom texto, o dilema é plausível mas algo de intenso lhe falta.