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As mãos no tombadilho! No quinto dos dez filmes que reuniram a dupla Astaire e Rogers, Fred troca sua cartola pelo quepe de marinheiro, Randolph Scott fica com a garota (pré-Nelson Harriet Hilliard), Ginger tem um solo de sapateado - e os espectadores têm um deleite sem fim em sete gloriosos números musicais assinados por Irving Berlin, incluindo Let Yourself Go, We Saw the Sea, I'm Putting All My Eggs in One Basket e o sublime Let's Face the Music and Dance. Astaire é um dançarino que virou marinheiro. Rogers é sua ex-parceira, Sherry, agora acompanhando um comboio da marinha ao redor do mundo recebendo 10 centavos por dança. Mas um dia a frota retorna para casa e a parceria é renovada - ao menos para mais um show. Em pequenas, porém, especiais participações, vemos uma loira Lucille Ball e uma jovem Betty Grable.
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Dos musicais estrelados pela dupla Fred Astaire e Ginger Rogers que eu já vi achei esse um dos mais fracos. As canções não são marcantes e as sequências musicais não são das mais inspiradas. Ainda assim o filme diverte e entretém mesmo que seja em pequenas doses.
Ao término da sessão, soube das condições do falecimento precoce do diretor Mark Sandrich, sempre muito competente neste tipo de musical cômico da década de 1930: ninguém conduzia o Fred Astaire tão bem como ele, estando o astro particularmente encantador aqui, sedutor e sardônico em iguais medidas, além de merecedor de afago e perdão. Como de praxe, a trama é repleta de quiproquós, havendo um paralelismo entre o romance principal (como não amar Ginger Rogers?) e a saga de conquistas e frustrações protagonizada pela irmã da protagonista e por um jovem e muito bonito (mas cafajeste) Randolph Scott. Por vezes, a duração estendida (quase duas horas) parece não dar conta do ritmo das situações, mas, quando os números musicais começam, ficamos querendo mais... Tanto que o desfecho soa precipitado, abrupto, interrompido em seu auge (a execução de "Let's Face the Music and Dance" é esplêndida!). Não conhecia este filme, o adquiri num conjunto de DVDs e fiquei muito satisfeito com o que vi e ouvi. Delícia de produto concernente a uma era áurea de Hollywood: a cena dos marinheiros dançando entre si, numa aula, é particularmente incrível! (WPC>)
Comédia romântica musical em preto e branco da RKO Radio Pictures que foi baseado na peça teatral de 1922 "Shore leave - A sea-goin' comedy in three acts", de Hubert Osborne (1881-1958). Outras versões desta mesma estória: Encantos à beira-mar (25), O galã da esquadra (29) e Marujos e sereias (55). Músicas de Irving Berlin (1888-1989).
A 5° (de 10) parceria de dança cinematográfica de Fred Astaire (1899-1987) e Ginger Rogers (1911-1995). O 1° filme de Astaire e Rogers que se passa inteiramente nos Estados Unidos. Durante a cena de luta entre Astaire e Randolph Scott (1898-1987), Astaire - que não era muito hábil em cenas de luta em filmes - acidentalmente fez o nariz de Scott sangrar; Astaire ficou mortificado, mas Scott permaneceu intencionalmente indiferente. Esta foi a estréia de Harriet Nelson (1909-1994) no cinema. Último filme de Jeanne Gray (1898-1953). Este foi o 2° filme de Fred Astaire e Ginger Rogers de maior sucesso, atrás de O picolino (35).
A estória é passada quase que inteiramente dentro de um navio em alto-mar com uma companhia de marinheiros, dentre eles, o magricela Bake Baker e o atlético Bilge Smith. Os números de destaque aqui, ironicamente, são os solos. Mas o número de dança final é incrível (e de alguma forma nem conectado com o resto do filme). Você deve ser um marinheiro ou amar assistir marinheiros dançando para aproveitar isso.
Tipo de musical que ficou por anos no auge de Hollywood.Sequências extremamente bem realizadas,cheia de cores e alto astral.A dupla principal só aumentava ainda mais a sincronia.
>Assistido em 17 de Junho de 2023
"Follow the Fleet" é um filme divertido e imperdível, com um roteiro bem escrito. Fred Astaire e Ginger Rogers fazem performances excelentes onde a química entre os dois funciona otimamente em suas viradas musicais. A história para unir tudo também é decente o suficiente (descontados os sexismos de época). Irvin Berlin faz um trabalho notável com ótimas canções.