Em um quarto da maternidade de Estocolmo estão instaladas três jovens: Cecilia, Stina e Hjördis. Aos poucos, vamos conhecendo os dramas pessoais de cada uma dessas mulheres.
- o que mais gostei aqui é como o filme não trata a maternidade como uma experiência única. cada uma dessas mulheres está lidando com uma coisa diferente, e mesmo assim existe uma conexão muito forte entre elas - diálogos e momentos dolorosos, mas um filme mais direto, bergman ainda não havia aprimorado a poética dos seus filmes posteriores
Impressionante como é tirado tanto sentimento de cada frase dita pelas personagens. Você consegue conceber com exatidão as dores e angústias complexas de cada uma, e fazer os mesmos devidos paralelos que elas fazem entre si mesmas nessa situação comum para quem olha, mas complexa demais para quem passa por isso.
Gosto de obras que exploram com profundidade algo (na superfície) comum demais para se tirar um filme inteiro só disso, mas aqui é feito muito bem. O debate da situação particular das três personagens enriqueceu demais o tema.
Vencedor do prêmio de melhor direção e o de melhor atriz para todo o elenco feminino (incluindo a enfermeira) no Festival de Cannes. Bergman retoma aqui alguns assuntos de filmes anteriores como Porto ou Quando as Mulheres Esperam, mergulhando no universo feminino. O filme tem alguns impactos mais pesado, quebra o telespectador em cacos em alguns momentos. O elenco todo está muito bem, inclusive os homens que são meros coadjuvantes. A cena do parto foi censurada na Itália por ser considerada pesada demais. A capacidade do diretor em contar uma história sem rodeios, indo direto ao ponto e deixar tudo amarrado pode ser muito bem verificado aqui em um filme com menos de uma hora e meia. O peso desse filme mora exatamente no roteiro.
- o que mais gostei aqui é como o filme não trata a maternidade como uma experiência única. cada uma dessas mulheres está lidando com uma coisa diferente, e mesmo assim existe uma conexão muito forte entre elas
- diálogos e momentos dolorosos, mas um filme mais direto, bergman ainda não havia aprimorado a poética dos seus filmes posteriores
Impressionante como é tirado tanto sentimento de cada frase dita pelas personagens. Você consegue conceber com exatidão as dores e angústias complexas de cada uma, e fazer os mesmos devidos paralelos que elas fazem entre si mesmas nessa situação comum para quem olha, mas complexa demais para quem passa por isso.
Gosto de obras que exploram com profundidade algo (na superfície) comum demais para se tirar um filme inteiro só disso, mas aqui é feito muito bem. O debate da situação particular das três personagens enriqueceu demais o tema.
Vencedor do prêmio de melhor direção e o de melhor atriz para todo o elenco feminino (incluindo a enfermeira) no Festival de Cannes. Bergman retoma aqui alguns assuntos de filmes anteriores como Porto ou Quando as Mulheres Esperam, mergulhando no universo feminino. O filme tem alguns impactos mais pesado, quebra o telespectador em cacos em alguns momentos. O elenco todo está muito bem, inclusive os homens que são meros coadjuvantes. A cena do parto foi censurada na Itália por ser considerada pesada demais. A capacidade do diretor em contar uma história sem rodeios, indo direto ao ponto e deixar tudo amarrado pode ser muito bem verificado aqui em um filme com menos de uma hora e meia. O peso desse filme mora exatamente no roteiro.
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Se pra mim que sou homem esse filme já me impressiona imagino para uma mulher.
Fico impressionado como Ingmar Bergman tratava assuntos do cotidiano com tanta profundidade e camadas. O cara era gênio!