Em Washington D.C., a produtora (Holly Hunter) do telejornal de uma grande rede tenta manter um alto padrão de qualidade, apesar de ter que se virar de alguma maneira para aceitar o mais elegante âncora da rede, que representa tudo que ela odeia em notícia. Porém, mesmo assim ela se apaixona por ele. Quem vê tudo isto de perto é um colega de trabalho que é um ótimo profissional (mas não fotografa bem) e melhor amigo dela, além de ser por ela apaixonado, apesar de não revelar este amor.
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Um filme bom. Nada demais para ser tão superdimensionado. Nota 7,0.
Uma visão de como funcionava uma emissora de tv nos anos 80... *boas atuações e excelente elenco.
As atuações, a caracterizaçao do elenco, os diálogos.. tudo é tão natural e crível... Simplesmente uma aula!
Para mim funcionou mais mostrando os bastidores do telejornal e da redação, do que mostrando um relacionamento amoroso entre colegas de trabalho. Essa parte do romance já tem em várias produções à rodo, e aqui ficou bem padrão, para mim.
A dinâmica da redação, as pressões para entregar notícias de qualidade e a luta entre o jornalismo sério e a busca por audiência são aspectos que o filme explora de maneira muito eficaz.
A interação entre os personagens principais, embora envolva um triângulo amoroso, serve mais como um pano de fundo para discutir questões mais amplas sobre a integridade do jornalismo e as mudanças na mídia.
Uma comédias aos modos dos anos oitenta. Não tem nada de tanto especial para ter sido indicado ao Oscar. Holly Hunter está muito bem em papel de jornalista de destaque que tem uma relação de triângulo amoroso com seus dois amigos de profissão. Enquanto aos anfitriões amorosos; William Hurt e Albert Brooks, um exagero só ter a indicação de ambos a premiação do Oscar, uma vez que, não vi um desempenho que fosse algo notável para as indicações, tendo atuações normais. Achei a extensão bem longa com momentos desinteressantes. Mas vale pela crônica dos bastidores jornalísticos da época. Embora o afã do sucesso da época, não vi um filme memorável.