Clarence (Wiiliam Powell), um executivo da bolsa de valores, luta para ser a autoridade máxima em casa, mas é a mulher Vinnie (Irene Dunne) quem realmente mantém a ordem. Para ganhar mais respeito, Clarence faz mudanças que vão beneficiar a todos, incluindo seu próprio batismo.
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Muito bom mano! William Powell é genial demais. E de quebra conta com participação de Elizabeth Taylor bem novinha.
É um filme leve, com situações cotidianas que arrancam algumas risadas.
Só achei essa trama do batizado mais esticada que o normal, as situações do dia a dia eram muito melhores do que isso, se bem aproveitadas.
O único ponto negativo acaba sendo que o filme se arrasta demais em cima de uma nota só.
Eu achei esse filme bem ruinzinho , o velho é altamente insuportável o tempo inteiro e acaba tirando a graça do filme. Ele não é um véio ranzinza engraçado. É só um put@ mala sem alça mesmo, isso tirou a graça do filme.
Um roteiro muito simples. Uma direção maravilhosa.
Um filme agradável e divertido de forma leve, um drama que gira em torno de um marido rabugento e materialista que enfrenta conflitos dentro do seu lar com sua família e que graças à docilidade, feminilidade e sabedoria de sua esposa, a família é guiada de volta para os trilhos aos poucos.
A quem diga "O filme é machista!" com todo respeito, mas, o filme faz justamente uma crítica contra essa postura autoritária que muitos homens da época tinham, da falsa noção que tinham de que "ser homem é ser sempre durão", também é uma crítica ao pensamento de que a mulher deve ser submissa SEM que o seu marido ame a sua esposa como Cristo amou a Igreja, a submissão da mulher SÓ é indicada na bíblia para homens que amem suas esposas como Cristo amou a Igreja, o mandamento de se doar para o outro é tanto para mulher quanto para homem.
E mesmo o personagem do marido sendo rabugento, ainda sim ele é carismático e todo o cenário e estilo nostálgico do filme, além da beleza e encanto da esposa, tornam a trama ainda mais divertida e bela.
Para alguns pode parecer bobagem, mas, o batismo é parte fundamental dos Sacramentos, não é que sem batismo vamos para o inferno como se Deus fosse um carrasco, mas, é importante que façamos uma declaração pública e interna em nosso coração da nossa fé e amor para com Deus, pois, isso molda nosso caráter e nos ajuda a sermos pessoas melhores, tudo o que a esposa queria com o batismo, era a salvação de seu marido, não apenas a salvação que o levasse ao céu, mas, a salvação de seu casamento, fazendo o marido enxergar a dimensão das coisas e pessoas além de números e cálculos, pois, em quase tudo e todas interações com outras pessoas, ele mencionava preços, valores e contas, se esquecendo que somos dotados de humanidade e de uma alma, e que assim devemos ser vistos e tratados, com dignidade e respeito.
Eu só esperava que no final ele passasse por uma conversão e mostrasse ele sendo coração mais mole do que duro e um "antes x depois" de seu batismo, só isso que eu achei que o filme poderia ter feito diferente ou mostrado pelo menos.
De resto, gostei, nota 7.5! ;)