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Data de lançamento
6 Set. 2016Duração
Wes Baylor é um ex-lutador que se afastou dos ringues após matar seu melhor amigo por acidente durante uma luta. Vivendo num cortiço na Tailândia, ele é convidado pelo excêntrico milionário Aldrich para uma última luta onde poderá ganhar uma fortuna. Wes aceita a proposta e é levado até uma ilha remota, onde descobre que será a caça para um grupo de milionários que praticam caçadas humanas.
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Filme de ação genérico, um enredo cheio de furos, onde o personagem do Scott Adkin teve várias chances de matar os vilões e simplesmente não fez, mas no geral tem algumas coisas boas no filme, as cenas de luta q são poucas , mas quando acontecem são boas, e as atuações tambem não comprometem, minha nota de 0/10 é 5,5.
O homem caçando o homem
O filme é um veículo para Scott Adkins, e neste aspecto, ele cumpre sua promessa. As cenas de luta são bem coreografadas, filmadas com clareza e executadas com uma fisicalidade impressionante
Reiné é um artesão do cinema de ação de baixo orçamento. Ele sabe como usar a paisagem a seu favor e como construir sequências de ação dinâmicas, maximizando seus recursos limitados
Ação direta, entrega exatamente o que seu público espera: uma hora e meia de perseguições e combates bem executados
Redenção. A Bestialidade do Homem Civilizado. Violência como Espetáculo.
Rhona Mitra em câmera lenta, um Luxo
O enredo é um clichê reciclado sem qualquer tentativa de inovação ou subversão
O roteiro é composto quase inteiramente de frases de efeito gastas e exposição grosseira
Assisti sem nenhuma expectativa e não achei tão ruim, levando em consideração que é uma continuação de baixo orçamento tem boas cenas de ação, Scott Adkins lidera bem o filme, Robert Knepper foi um vilão fraco, mas Rhona Mitra muito bonita e carismática se destaca como vilã secundária, eu entendi a homenagem do diretor Roel Reiné ao diretor John Woo, mas cansa bastante o excesso de cenas de câmera lenta e aqueles pombos nojentos. É um filme assistível para quem não for exigente.
Ranking:
7.0/100=(O Alvo 1) O Alvo (1993)
6.1/100=(O Alvo 2) O Alvo 2 (2016)
Sequência do clássico do John Woo, com JCVD no elenco, temos aqui um filme com uma boa ideia: colocar Adkins na floresta da Tailândia sendo caçado por uma gangue de atiradores. Ideia que poderia render um filmaço, mas não significa que o filme é ruim, ele só não soube aproveitar o potencial que tinha e entregar uma versão casca-grossa de BATALHA REAL (ou JOGOS VORAZES) com muita pancadaria. Os vilões são mais ou menos; faltou aquele cara fodão que você torce pra chegar o final logo e ver uma boa luta. De qualquer forma, é um filme com gostinho dos anos 90, tem homenagens à John Woo, as clássicas câmeras lentas, chutes que lembram o JCVD e um chefão que sabe aproveitar um bom entretenimento, abrindo uma garrafa de cerveja pra apreciar a briga de Adkins contra 5 lutadores numa ponte. Vale a conferida.
Se eu fosse pelos comentários negativos e notas baixas desse filme, teria perdido um filme bom. Resolvi assiatir e tirar minhas próprias conclusões. É insano caçar animais na floresta, imagine pessoas. A história passa em Myanmar, país mais pobre do sudeste asiático que vive uma ditadura militar, nesse país tudo é insano, a fome, pobreza e miséria, além da exploração da população local, então a história do filme tem sentido. Gostei do ator Scott Edward, ele é um artista de artes marciais, outro ator que me fez lembrar da série Prision Break, Robert Knepper que como sempre rouba cena. O filme tem ação, prende atenção e você torce pelo personagem sair vivo da caçada. Minha dica nunca vá pelas notas baixas e comentários negativos sobre filmes e séries, assista e tire suas conclusões. Nota 10