Após sofrer um ataque cardíaco, Randal percebe que está vivendo com os dias contados. Sem querer desperdiçar o resto de sua vida, ele convoca seu melhor amigo Dante e juntos eles partem para fazer um filme sobre suas vidas.
Olha, que viagem que foi ver esses três filmes, desde o primeiro até chegar aqui. Foi uma jornada bem divertida, porque é um filme tão simples, tão pé no chão, mas que mesmo assim conseguiu mudar completamente o meu conceito sobre a própria trilogia, especialmente com a mensagem pós-créditos do Kevin Smith, que dá outra camada para tudo o que vimos até ali.
Eu já comecei esse terceiro filme bem triste, porque ver os personagens do primeiro filme de 1994 todos velhos mexe muito com a gente. No segundo filme, de 2006, já existe um avanço enorme de 12 anos, e ali já notamos a diferença dos atores que eram jovens no primeiro filme, já adultos e maduros. Agora, nesse terceiro, eles estão praticamente senhores já. Todos: Brian O’Halloran (Dante), Jeff Anderson (Randall), Jason Mewes (Jay), Kevin Smith (Silent Bob) e Marilyn Ghigliotti (Veronica), que retorna após não aparecer no segundo filme. A velhice em si já é triste; o final da vida então, é extremamente melancólico. E ver todos envelhecendo me deixou bem mal, porque é quase como acompanhar o passar do tempo na nossa própria vida.
E nesse assunto do envelhecimento, é impossível não citar Rosario Dawson (Becky), que é justamente a única que aparentemente não envelheceu nada. É até estranho, porque
Seja como for, a presença dela, mesmo que breve, dá uma apertada enorme no coração, porque reforça ainda mais o tom reflexivo e melancólico do filme.
Mas o filme em si é bom, apesar da dose de drama que eu preferia que não tivesse, porque, como se não bastasse a tristeza de ver todos envelhecendo, ainda jogam mais drama em cima, tá ligado? Os personagens base são mantidos e todos continuam com a mesma qualidade, com exceção de Elias (Elias Grover), que aqui eu achei péssimo. No segundo filme ele foi uma boa novidade para mim, mas aqui, junto com esse personagem nada a ver chamado Blockchain Coltrane, acaba sendo um ponto fraco do filme. É tudo muito exagerado, muito caricato, fugindo do espírito dos dois primeiros.
Tem muitas cenas reconstruídas do primeiro filme, já que eles vão filmar a própria história, e isso cria um sentimento muito forte de nostalgia, ao mesmo tempo em que reforça o peso do tempo que passou. Além disso, várias referências diretas ao primeiro filme aparecem no segundo e retornam aqui com um novo significado, quase como se Kevin Smith estivesse fechando um ciclo completo.
Eu sinceramente não gostei do encerramento do filme com a morte do Dante. Simplesmente foi um plot twist bem inesperado e totalmente anticlimático para esse filme. Lendo a sinopse, podemos esperar tudo, menos isso. E Dante, lá no primeiro filme, tinha duas namoradas e não ficou com nenhuma; no segundo também não ficou com ninguém e, aqui, continua sozinho.
Porém, ao ver a mensagem do Kevin Smith no final e o filme encerrando com a homenagem à Lisa Spoonauer (Caitlin), que fez parte tão importante do primeiro filme, eu me emocionei de verdade. É simples, mas extremamente forte, porque fecha a trilogia não só como obra, mas como lembrança, como memória — tanto para quem fez quanto para quem assistiu.
No fim das contas, foi bom, além de extremamente reflexivo para mim. É aquele tipo de filme que, mesmo tendo elementos que eu não curti tanto, ainda assim me marcou por tudo o que representa sobre o tempo, sobre amizade, sobre perdas e sobre a forma como a vida vai mudando — ou deixando de mudar — enquanto a gente envelhece junto com esses personagens.
Kevin Smith vem perdendo a mão há algum tempo e eu tbm acho que o Jeff Anderson enrolou tanto pra aceitar fazer esse terceiro filme que perdeu o ''time'' e eles tiveram que se adequar pra essa geração chata de hoje em dia, percebe-se que o número de piadas ácidas diminuiu bastante, o Balconista 2 é um dos filmes que mais me faz rir até hoje e aqui temos uma homenagem e despedida aos personagens e ao universo criado pelo Kevin em si, assim como foi o ''Imperio do Besteirol contra-ataca reboot'', porém o resultado é bem abaixo dos seus originais, o relato do próprio Kevin nos créditos é mais interessante que o filme em si. Ben Affleck, Sarah Michelle Gellar, Justin Long, Danny Trejo e Freddie Prinze Jr fazem uma participação.
Ao contrário dos 2 primeiros filmes, que eram comédias rasgadas, esse aqui é uma comédia mais melancólica. Há várias referências aos filmes anteriores, principalmente o primeiro. Por ser o menos engraçado, achei o mais fraco da trilogia, mas ainda é um bom filme.
Achei nostálgico e emocional, capturando bem o espírito dos filmes anteriores. A história abordou temas de envelhecimento, amizade e propósito de forma equilibrada, misturando humor e profundidade. Rever Dante e Randal foi como reencontrar velhos amigos. Kevin Smith fez justiça aos personagens, proporcionando risos e reflexões.
Olha, que viagem que foi ver esses três filmes, desde o primeiro até chegar aqui. Foi uma jornada bem divertida, porque é um filme tão simples, tão pé no chão, mas que mesmo assim conseguiu mudar completamente o meu conceito sobre a própria trilogia, especialmente com a mensagem pós-créditos do Kevin Smith, que dá outra camada para tudo o que vimos até ali.
Eu já comecei esse terceiro filme bem triste, porque ver os personagens do primeiro filme de 1994 todos velhos mexe muito com a gente. No segundo filme, de 2006, já existe um avanço enorme de 12 anos, e ali já notamos a diferença dos atores que eram jovens no primeiro filme, já adultos e maduros. Agora, nesse terceiro, eles estão praticamente senhores já. Todos: Brian O’Halloran (Dante), Jeff Anderson (Randall), Jason Mewes (Jay), Kevin Smith (Silent Bob) e Marilyn Ghigliotti (Veronica), que retorna após não aparecer no segundo filme. A velhice em si já é triste; o final da vida então, é extremamente melancólico. E ver todos envelhecendo me deixou bem mal, porque é quase como acompanhar o passar do tempo na nossa própria vida.
E nesse assunto do envelhecimento, é impossível não citar Rosario Dawson (Becky), que é justamente a única que aparentemente não envelheceu nada. É até estranho, porque
ela morre logo após o segundo filme — algo que só ficamos sabendo nesse terceiro
Seja como for, a presença dela, mesmo que breve, dá uma apertada enorme no coração, porque reforça ainda mais o tom reflexivo e melancólico do filme.
Mas o filme em si é bom, apesar da dose de drama que eu preferia que não tivesse, porque, como se não bastasse a tristeza de ver todos envelhecendo, ainda jogam mais drama em cima, tá ligado? Os personagens base são mantidos e todos continuam com a mesma qualidade, com exceção de Elias (Elias Grover), que aqui eu achei péssimo. No segundo filme ele foi uma boa novidade para mim, mas aqui, junto com esse personagem nada a ver chamado Blockchain Coltrane, acaba sendo um ponto fraco do filme. É tudo muito exagerado, muito caricato, fugindo do espírito dos dois primeiros.
Tem muitas cenas reconstruídas do primeiro filme, já que eles vão filmar a própria história, e isso cria um sentimento muito forte de nostalgia, ao mesmo tempo em que reforça o peso do tempo que passou. Além disso, várias referências diretas ao primeiro filme aparecem no segundo e retornam aqui com um novo significado, quase como se Kevin Smith estivesse fechando um ciclo completo.
Eu sinceramente não gostei do encerramento do filme com a morte do Dante. Simplesmente foi um plot twist bem inesperado e totalmente anticlimático para esse filme. Lendo a sinopse, podemos esperar tudo, menos isso. E Dante, lá no primeiro filme, tinha duas namoradas e não ficou com nenhuma; no segundo também não ficou com ninguém e, aqui, continua sozinho.
Porém, ao ver a mensagem do Kevin Smith no final e o filme encerrando com a homenagem à Lisa Spoonauer (Caitlin), que fez parte tão importante do primeiro filme, eu me emocionei de verdade. É simples, mas extremamente forte, porque fecha a trilogia não só como obra, mas como lembrança, como memória — tanto para quem fez quanto para quem assistiu.
No fim das contas, foi bom, além de extremamente reflexivo para mim. É aquele tipo de filme que, mesmo tendo elementos que eu não curti tanto, ainda assim me marcou por tudo o que representa sobre o tempo, sobre amizade, sobre perdas e sobre a forma como a vida vai mudando — ou deixando de mudar — enquanto a gente envelhece junto com esses personagens.
Assistido em 08/12/2025
Verdade impopular:
O fim da trilogia de Clerks é melhor q o de Poderoso Chefão.
Q comece o hate... Kkkkkkk
Kevin Smith vem perdendo a mão há algum tempo e eu tbm acho que o Jeff Anderson enrolou tanto pra aceitar fazer esse terceiro filme que perdeu o ''time'' e eles tiveram que se adequar pra essa geração chata de hoje em dia, percebe-se que o número de piadas ácidas diminuiu bastante, o Balconista 2 é um dos filmes que mais me faz rir até hoje e aqui temos uma homenagem e despedida aos personagens e ao universo criado pelo Kevin em si, assim como foi o ''Imperio do Besteirol contra-ataca reboot'', porém o resultado é bem abaixo dos seus originais, o relato do próprio Kevin nos créditos é mais interessante que o filme em si. Ben Affleck, Sarah Michelle Gellar, Justin Long, Danny Trejo e Freddie Prinze Jr fazem uma participação.
Ao contrário dos 2 primeiros filmes, que eram comédias rasgadas, esse aqui é uma comédia mais melancólica. Há várias referências aos filmes anteriores, principalmente o primeiro. Por ser o menos engraçado, achei o mais fraco da trilogia, mas ainda é um bom filme.
Achei nostálgico e emocional, capturando bem o espírito dos filmes anteriores. A história abordou temas de envelhecimento, amizade e propósito de forma equilibrada, misturando humor e profundidade. Rever Dante e Randal foi como reencontrar velhos amigos. Kevin Smith fez justiça aos personagens, proporcionando risos e reflexões.