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Em 1661, o Barão Vitelius de Astara é sentenciado a ser queimado vivo na Santa Inquisição Mexicana, por bruxaria, necromancia e outros crimes. Antes de morrer, o Barão jura vingança contra os descendentes dos inquisidores. Trezentos anos depois, o mesmo cometa que passara durante sua morte, retorna à Terra trazendo o Barão, na forma de uma criatura monstruosa, que se alimenta de cérebros, pronta para realizar sua vingança...
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
El Barón del Terror (1962) — no Brasil O Barão do Terror e nos EUA The Brainiac — obviamente o filme tem seus defeitos e precariedades, mas me entreteve bem. É um trashzão mexicano que claramente possui muitas conveniências de roteiro e várias coisas que não fazem sentido.
Conta com a presença discreta de Germán Robles, estrela de El Vampiro (1957) e o eterno Seu Madruga, primo do Seu Madruga, em Chaves. Acho que o filme não deve nada aos trashs americanos; aliás, a cópia que eu vi em HD estava com uma qualidade muito boa.
O monstro é bem peculiar e cheio de defeitos:
a máscara claramente de látex, a mãozinha toda molenga que suga o cérebro das vítimas — cérebros esses que saíam inteiros por um buraco daquele tamanho e depois ficavam em uma tigela para ele tomar como se fosse uma espécie de pudim… kkkkk, pô.
O visual do monstro, que eu carinhosamente apelidei de “Pedro de Lara”, rouba a cena. Sua tosquice gera risos e não assusta ninguém,
ainda mais quando vemos que o corpo magro do ator permanece o mesmo, sem alterar forma ou tamanho.
Assistido em 15/01/2026
Um filme trash até a medula. O roteiro não faz o menor esforço para ter sentido: é difícil, por exemplo, acreditar que cada inquisidor teria apenas um descendente vivo trezentos anos depois. O monstro por sua vez é um sério candidato a criatura mais tosca da história do cinema
(e como os cérebros das vítimas estavam inteiros no baú do barão se eram sugados dos crânios por pequenos orifícios?)
Enfim é uma boa opção para umas risadas descompromissadas.
Uma estória boa com efeitos mal feitos , até risíveis , mesmo para a época .
Achei o início do filme bacana, mas depois quando o visual monstruoso do vilão é revelado, não tem como manter a seriedade. Vale apenas pelas risadas que o tal barão acaba provocando com a sua tosquice.
Sem dúvida, esse foi um dos filmes mais ridículos que já assisti, Kkkk o monstro é muito mal feito, não assusta, pelo contrário, dá pra dar boas risadas! É tão ruim, que chega a ser bom!