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Nick Bianco (Victor Mature) é um ladrão de segunda categoria, que é preso quando assaltava uma joalheria. Ele se recusa a fazer qualquer acordo com a promotoria, pois se recusa a entregar um colega. Nick é então condenado, mas acredita que tanto sua mulher como suas duas filhas vão saber superar este momento. Ao descobrir que sua mulher cometeu suicídio, Bianco se submete a trabalhar como informante da polícia, com o objetivo de conseguir liberdade condicional e voltar para suas filhas, que estão em um orfanato. Após 3 anos Nick é libertado, casa-se novamente e leva uma vida feliz, mas fica sabendo que Tommy Udo (Richard Widmark), um psicopata que delatou, foi absolvido e provavelmente em pouco tempo estará no seu encalço.
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Victor Mature está muito bem, mas Richard Widmark rouba a cena com sua excelente atuação. Uma pena que apareça pouco. Nem todos do elenco estão bem, Coleen Gray está fraca. A direção de Henry Hathaway é boa, construindo uma boa tensão,principalmente no clímax. O desenvolvimento da história traz umas reviravoltas interessantes. O ritmo na metade dá uma caída. Tem seus problemas, mas é um ótimo e subestimado noir.
Adoro o trabalho tanto do Richard Widmark,Como também o do Victor Mature , daí ter gostado muito desse filme Polícial, Ambos mandaram Bem.
Os esforços do Hathaway para erigir um correspondente hollywoodiano do neo-realismo atingem um píncaro impressionante aqui. Que direção impressionante! Que roteiro preciso e ainda muito atual! A interpretação do Victor Mature rejeita os cacoetes de canastrão que lhe contaminarão em trabalhos futuros. E, sim, Richard Widmark brilha em cada instante: que personificação assustadora, um tenebroso Coringa 'noir'! A narração de Coleen Gray é ótima, em seu esforço por algum otimismo, em meio à sina dos desafortunados. Só não é uma obra-prima porque, em seu quartel final, a situação persecutória fica um tanto repetitiva. Mas o delineamento dos personagens e da corrupção advocatícia é impressionante: um ensaio sublime do que seria O PAGAMENTO FINAL, décadas depois. Amei - e, por ora, não tenho coragem de encarar a regravação noventista! (WPC>)
Quem rouba a cena neste instigante thriller noir clássico "O Beijo da Morte" é, sem dúvida, Richard Widmark, que soberanamente arrasa no quesito interpretação. Victor Mature, ladeado por um competente elenco de apoio deram conta do recado no quesito atuação também.
A trama, engenhosa e consistente, por sinal, te prende desde o início.
Produzido em P&B, este ótimo drama policial de 1947, se encontra disponível no YouTube.
Alguns dos momentos mais importantes da história não são mostrados como as cenas passadas em um tribunal. O que deixa a sensação de estar vendo algo incompleto. Algumas cenas que envolvem estupro e suicídio foram proibidas pela censura na época do lançamento dessa produção. Mesmo não sendo tudo aquilo que poderia ser o filme ainda traz grandes sequências que capturam o nosso interesse da primeira à última cena. Concorreu ao Oscar de melhor roteiro e de melhor ator coadjuvante para Richard Widmark estreando no cinema já encarnando um vilão como tão bem ele sabia fazer.
A cena em que o seu personagem joga uma idosa pelas escadarias de um prédio é a primeira que vai vir à minha mente sempre que eu me lembrar do filme.