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Data de lançamento
2 Out. 2002Duração
Rachel Keller (Naomi Watts) é uma jornalista que decide investigar a misteriosa morte de sua sobrinha. Ela percebe a relação da morte dela e de várias outras mortes com um estranho vídeo, que faz com que todas as pessoas que o assistam morram exatamente sete dias depois. Intrigada com a história, ela agora precisa descobrir um meio que impeça que a profecia se realize, já que ela e seu filho assistiram ao vídeo.
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Eu sempre tive muito medo desse filme na infância, porque acreditava que era um daqueles padrões de filme jumpscare, mas acabei me surpreendendo positivamente com o que foi entregue.
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Gosto da dinâmica que criam no filme com a busca de informações sobre a Samara e tentar compreender as necessidades do espirito para vencê-lo.
Acho interessante que o filme não se agarra ao gore e ao elemento susto para prender o telespectador, mas cria uma trama com uma atmosfera de suspense, o que torna o filme algo mais atrativo.
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Não é meu estilo favorito de terror, mas é um bom filme pra passar o tempo.
🎃 Maratona Halloween 2026 - 15° filme
Rever O chamado depois de mais de dez anos só reforçou o que eu já sabia desde 2003 quando o vi pela primeira vez: que filme carregado! Carregado de uma energia pesada, algo nefasto que se esgueira em cada cena, carregado de uma sensação ruim. Tudo isso faz com que achemos que o filme em si que acabamos de ver é que nem a fita amaldiçoada da história, não deveríamos estar assistindo.
Hoje também, depois de tanto tempo passado e tantas vezes assistido uma sensação diferente surgiu, uma nostalgia incrível desse clima de paranoia dos anos 2000, uma saudade de sentir medo desses filmes dos anos 2000 depois de termos assistido com os colegas da escola e todo mundo ter se b*rrado de medo na hora de ir embora.
Samara pode nao dar mais aquele medo de antigamente, mas ela dá aquela saudade dos filmes de terror dos anos 2000. Clássico moderno checked!
1. Trama
Época em que os remakes ainda animava bastante. Toda a criação de ambiente desse filme é louvável e a coloração azulada eu valorizo muito,dar aquele ar mais triste ao filme e aproveita bem a ideia que a história tenta passar. A chuva caindo o tempo todo também é um dos meus momentos favoritos,só mais pra frente entendi todo o conceito dessa ambientação.
Não temos um terror explícito aqui,mas temos um suspense repleto de bons momentos e muitos deles investigativo.O roteiro consegue unir várias histórias paralelas e conduzir bem a protagonista para o ato final.
Essa questão do mistério que ronda uma fita de vídeo rendeu grandes momentos na época de lançamento do filme,não se falava em outra coisa e pudera,um terror que alegrava toda uma turma jovem e fãs do terror. Assim como a fotografia,a trilha sonora também chama muita atenção,tanto assusta,quanto entristece em alguns momentos,não é uma das melhores assinaturas de Hanz Zimmer,mas por conta de seu capricho temos um filme muito melhor em determinados momentos.
2.Direção
Verbinski tinha acabado de sair de duas bombas e muita gente criticou sua escolha para dirigir esse terror. O resultado final é um dos melhores atos de sua carreira,onde nunca mais dirigiu mais nada para o gênero.
3.Naomi Watts
Escalada nos quarenta e cindo do segundo tempo,a atriz aceitou depois de Jennifer Connelly e Gwyneth Paltrow recusarem o papel.
A atriz estava vindo de dois suspenses onde exigia muito de sua capacidade e aqui toma o filme inteiramente para si. Difícil levar algum susto durante o filme acompanhado sua beleza de perto.
É uma mãe com problemas,uma ex-esposa ainda mais,mas o tempo todo querendo concertar as coisas e protegendo a todos que estão na mesma situação que a sua.
4. David Dorfman
O pequeno Aidan aparece pouco,mas é aquela peça fundamental à trama. O seu trabalho sobre o distúrbio comportamental é fascinante e lembra muito o que o pequeno Osment fez lá em "O Sexto Sentido". Outro caso muito parecido é ver uma certa semelhança com Miko Hughes em "A Hora do Pesadelo 7". No comportamento,até mesmo na paixão do garotinho em dinossauros.
5.Nota
Pra mim continua sendo um dos grandes e melhores exemplos de um remake decente e é muito refrescante a cada revisitada. Não é aquele conto barato do terror que tenta pregar peças no espectador com um falso terror ou cenas previsíveis demais. O trabalho de Verbinski é cuidado e faz de tudo pra isso não acontecer.
>Revisto em 10 de Outubro de 2026
“O Chamado” constrói uma narrativa que valoriza mais a tensão e o suspense do que os sustos fáceis. O longa desenvolve uma atmosfera inquietante, na qual o medo surge de maneira gradual e se mantém presente mesmo nos momentos de aparente tranquilidade. A história também explora temas como perda, culpa e desespero, dando ao horror uma dimensão emocional que torna a experiência mais envolvente. Embora siga algumas características conhecidas do gênero, o filme consegue estabelecer uma identidade própria e sustentar o interesse até o desfecho.
O elenco apresenta atuações equilibradas, com destaque para Naomi Watts, que demonstra segurança no papel de Rachel Keller, uma personagem submetida a situações cada vez mais perturbadoras. A atriz transmite fragilidade, determinação e medo de forma convincente, permitindo que o espectador acompanhe de perto seu estado emocional. No geral, as performances ajudam a dar credibilidade ao clima sombrio e evitam que os personagens sejam apenas peças dentro da estrutura do suspense.
O diretor Gore Verbinski mostra domínio na construção do ambiente e no controle do ritmo. Ele utiliza enquadramentos, iluminação e movimentos de câmera para criar um sentimento constante de desconforto, sem depender excessivamente de efeitos ou sustos repentinos. A escolha de tons frios e a composição cuidadosa das cenas reforçam o aspecto melancólico da produção, enquanto o silêncio é usado com inteligência para aumentar a expectativa. Verbinski também demonstra bom senso quando permite que a tensão se desenvolva aos poucos, fazendo com que o temor seja mais sugerido do que explicado.
O filme permanece como um exemplo eficiente de terror dos anos 2000 justamente por compreender que o medo não depende apenas de imagens assustadoras. A obra consegue provocar boas doses de apreensão e aposta na sensação de ameaça permanente, característica que contribui para sua relevância dentro do gênero e o impacto que tem sobre o público.
Eu amo tanto!
Foi o filme que começou a mudar o cinema de terror pela tom mais sério e sem muito Jump Scare...
Reassisti e fico pasmo em como o filme é bem produzido...
Top dos top!