Após se separar da sua esposa e parceira de pesquisa por um longo tempo, Robert Campbell (Sean Connery), um cientista, transfere seu laboratório para o interior da floresta amazônica. Depois de três anos de total silêncio, ele pede uma assistente e um cromatógrafo a gás, sem dar maiores explicações. Na verdade ele aparentemente encontrou a cura do câncer, mas não consegue duplicá-lo em laboratório. A chegada de Rae Crane (Lorraine Bracco), uma bioquímica que veio dos Estados Unidos para auxiliá-lo em seu trabalho e tentar entender o que acontece, pois o Laboratório Aston, que patrocina o projeto, nunca recebe um relatório de gastos e de descobertas e Crane é o juiz e júri, que pode acabar com a verba de Campbell. Esta situação provoca inicialmente um choque de personalidades, que gradativamente é transformado em respeito mútuo. Juntos eles tentam entender por qual motivo o soro, que aparentemente tem origem na bromélia, uma flor que só cresce lá há trinta metros do solo, não consegue ser sintetizado.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
06.06.1993
Filme descartável na carreira de todo mundo.Uma pena McTiernan não conseguir realizar um grande filme.Connery e Bracco sem muito o que fazer.
>Maratona Sean Connery - Assistido em 11 de Junho de 2024
John McTiernan fez isso? Um tanto tedioso, diria.
Legal foi ver Sean Connery com rabo de cavalo.
Sem contar a sexy Lorraine Bracco que anos depois
se tornaria terapeuta do grande mafioso Tony Soprano.
A traminha é meio boba, parada, me desconectei fácil.
PS: Atenção para a participação do esplêndido José Wilker.
A cena em que...
ele praticamente a obriga a usar uma máscara é super atual.
Só vale ser conferido pelo Sean Connery, nada mais.
Filme que já está na memória afetiva. Não é lá uma obra-prima mas é interessante e vale a pena ver pelos índios, a amazônia e o Sean Connery. Ah, e tem até o saudoso ator e crítico de cinema de plantão, José Wilker. Belas imagens