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Data de lançamento
10 Maio 2001Duração
Alan Jensen (Adrian Grenier) é um dos jogadores do time de basquete da faculdade de Harvard que, estimulado por sua namorada Cindy (Sarah Michelle Gellar), topa entrar em acordo com a máfia para vencer um jogo importante.
Após ter a casa devastada por um tornado, Alan precisa conseguir um dinheiro rápido para ajudar seus pais. Por isso, o garoto se envolve em uma perigosa parceria com mafiosos.
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Harvard Man de 2001, no Brasil O Garoto de Harvard. Eu achei bem chatinho. E essa fotografia amarelada, no mesmo estilo daquele meme que estereotipa o que Hollywood faz com o México, tlgd? Não me agradou de jeito nenhum. Inclusive, achei o visual cansativo do começo ao fim.
O protagonista também é totalmente sem carisma, além de ser feio, né.
Um cara com essa aparência comum pega uma mina que poderia ter quem ela quisesse e, ainda por cima, a professora? Meu Deus, o malandro tá vivendo o sonho de forma bem pouco convincente.
A trama, por sua vez, em nenhum momento parece realmente perigosa.
Os dois policiais do FBI não amedrontam e nem sequer parecem do FBI — dão a impressão de serem pessoas quaisquer da rua. O mesmo pode-se dizer da Máfia. Tirando Andrew Bandolini (Gianni Russo), que é o chefe, mas não é nada desenvolvido pelo filme, o restante do pessoal que trabalha com ele acaba sendo insignificante. Os dois mlks que vão cobrar Alan (Adrian Grenier) chegam a ser patéticos e tiram qualquer peso das cenas de ameaça.
A parte do LSD tem sua graça, porém também se torna cansativa, assim como o resto do filme. Apesar de ser até curto, parece ser maior do que realmente é. Inclusive, o filme é um dos mais longos em questão de arquivo de legenda que eu já vi, chegando a quase 3.000 linhas. Isso se deve bastante ao momento da viagem de LSD, em que as vozes não paravam um minuto na cabeça de Alan e alongavam demais a sequência.
Enfim, vim esperando um pouco mais de comédia, mas o filme não serve direito em nenhum gênero que se propõe. É, com muita boa vontade, mediano… ou até abaixo disso.
Assistido em 28/08/2026
SHE WILL GIVE TO HIM, AN EDUCATION MONEY CANT BUY, ou " ela dará a ele, uma educação que o dinheiro não pode comprar", ainda que em se tratando do desenvolvido em especial no quesito educacional academico the united states, creio que vulgo serao poucos homo sapiens os quais ao menos apesar de saberem do potencial da nação o qual pertencem possuem afins de transformar o desporto tanto em prazer interno, da mesma forma como profissão, assim como lucrativo bem como licito meio de vida, sem requisitar outros subterfugios, mas que optam pelo caminho mais curto, entenda se por influencias nocivas como o aqui garoto muito mais da faculdade do crime, e nao propiamente da prestigiada harvard alan jensen ha exatos 20 anos, tão exemplo claro da explainação logo acima o foi, que no entanto prezados, voce faz suas escolhas, suas escolhas fazem voce, simples assim, sendo assim, pensem bastante antes de decidirem pelo caminho adotado, pois caso contrario alem de DANEM SE opiniões divergentes, em especial as politicamente corretas bem ? " façam bom proveito das pessimas, mas no CEMITERIO gabando se disto ao lado das minhocas , e fim de papo. se e´que porventura ou não assim me entendem. BOM FILME. " Harvisticamente" NOTA 9.5
Este é sem dúvidas um dos piores trabalhos de edição que já vi em um filme. "O Garoto de Harvard" sofre de vários problemas, mas a edição é sem dúvidas um dos piores, além do roteiro mal trabalhado e executado. A história até tem potencial, interessante de acompanhar e ver Sarah Michelle Gellar em tela e ainda por cima como vilã, é sempre bem-vindo, ainda que sua Cindy Bandolini tivesse muito mais potencial a ser explorado do que o que foi mostrado, mesmo assim óbvio que Gellar dá um show de atuação. Os protagonistas, Alan e a professora Chesney são melhor trabalhados mas ainda acho que podiam explorar mais, as atuações de Adrian Grenier e Joey Lauren Adams são boas. No mais, pouco se importaram com o roteiro que tinham em mãos e deram mais destaque á cenas bizarras sob o efeito de drogas, o próprio uso das drogas e as cenas de sexo mal feitas, tudo com a intenção de prender e até chocar o público, mas não resulta muito. E como já disse um picote de cenas, que mais parece um filme pra TV, de tanta cena que é cortada bruscamente, levando á outra que parece não se encaixar, trabalho de corte de cenas e edição horroroso. Esperava mais do filme, levei tanto tempo pra achar, pra traduzir uma legenda e o resultado é essa obra pouco inspirada, cujo as melhores coisas são Sarah, e a ambientação do início dos anos 2000, que traz uma nostalgia boa.
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já assisti umas duas vezes no corujão, hoje vi o ator na tv, descobri o nome dele e fui atrás pra achar o nome desse filme (que a vida toda fiquei maluca tentando descobrir o nome).
cara, esse filme é apenas: loucos.
eu curto.