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Data de lançamento
10 Set. 1993Duração
Karen McCoy (Kim Basinger) é liberta da prisão somente com a roupa do corpo. Especialista em roubo de bancos, passou mais de dez anos na prisão, longe do filho. Agora ela só quer sossegar, levar uma vida honesta e tranqüila. Para sua infelicidade, seu ex-marido não a deixa ver o menino. Mesmo querendo ficar longe do crime, seu ex-patrão a força a fazer o último serviço .
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Russell Mulcahy utiliza luzes de neon, sombras duras e movimentos de câmera arrojados (típicos de seus videoclipes) para dar a Atlanta um ar de selva urbana ciberpunk
A execução do roubo em si é mecanicamente fascinante e bem coreografada, segurando a tensão do espectador com eficácia matemática
O Peso do Passado. Maternidade como Força Motriz. A Falibilidade da Tecnologia.
Não sabe se quer ser um thriller sombrio de vingança ou uma comédia de assalto caprichosa. Essa dissonância prejudica a imersão
O esforço cômico de Kilmer frequentemente parece pertencer a outro filme, destoando da gravidade da atuação de Basinger
O recurso do "filho sequestrado" é o mecanismo mais preguiçoso possível para motivar um personagem, retirando a agência inicial da protagonista
A busca por um novo começo na "Graça" de uma vida honesta, longe do vício.
O mal personificado na ganância; a redução do próximo a mero instrumento (uso Vs. fruição).
Um filme de ação, só que morno.
Filme que é a cara dos anos 90,Super Cine total,mas temos um dos piores no assunto.O enredo perde muito tempo na tentativa de humanizar a vilã e esquece do suspense e principalmente da ação.Os roubos são mal explorados e as gerigonças utilizadas para o ato são risíveis.Basinsger estava numa fase boa nessa época,mas aqui temos um dos piores filmes da atriz.
>Assistido em 02 de Julho de 2026
O GRANDE ASSALTO, foi um filme que passou muito na TV aberta, explorando a temática de assalto a banco, exaustivamente, já mostrada no cinema. Este filme começa promissor, porém acaba caindo na mesmice de fitas de assalto a banco, contudo, é um programinha divertido numa sessão da tarde. A trilha sonora regada a muitos solos de guitarra de Brad Fiedel dá o tom desta aventura onde mulher (Kim Basinger) que é uma especialista em assaltos a bancos é solta e está em liberdade condicional. Querendo mudar de vida, encontra dificuldades em conseguir trabalho e ainda não conhece seu filho por que seu ex-marido não a deixa ter contato com a criança. Pressionada por seu ex-chefe bandido (Terence Stamp) a tentar o último assalto a um banco de Atlanta. O filme se aproveita ao máximo da beleza e carisma de Kim Basinger (que está bem em seu papel de ex-detenta e especialista em roubo de banco). E Val Kilmer é um pretenso interesse romântico que na verdade nunca é bem desenvolvido. O bom é no final quando a personagem rouba milhões de dólares e pega um avião fugindo para o Rio de Janeiro, Brasil. E que visão os americanos tinham ou ainda tem dos países da América do sul, de um lado um lugar pitoresco e estereotipado e por outro países corruptos que servem para lavar dinheiro ou receber bandidos de outros países refugiados parecendo que tais países não possuem leis. O filme pode ser um programa divertido, mas é passageiro e esquecível...
Assistível e facilmente esquecível. O filme usa e abusa do carisma da fofura que era a Kim Basinger. Val Kilmer de parceiro e Terence Stamp de vilão encabeçam o elenco.