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Data de lançamento
18 Jan. 2014Duração
Após a morte do pai, Chris, Cathy, e os irmãos gêmeos Carrie e Cory são levados pela mãe para o único lugar onde poderiam morar: a casa dos avós, a mansão Foxworth Hall. Enganadas achando que a nova vida seria cheia de luxos e sonhos realizados, as crianças não imaginavam que os avós as consideravam frutos do Demônio. Também não sabiam que seus pais eram parentes de sangue e que haviam cometido um pecado ao se casarem e terem filhos e que, segundo a avó, tais aberrações deveriam ser trancadas num pequeno quartinho na ala norte, tendo apenas um sótão onde brincar. Refilmagem de um clássico de terror de 1987.
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22/08/2025.
Xoxa, capenga, manca, anêmica, frágil e inconsistente..😒😒😒😒😒🙄🙄🙄🙄🙄
03.03.2025
Adaptação perdida de um clássico de terror. A Lifetime não sabe adaptar nada, copiam as coisas de forma preguiçosa sem adaptar nada aos tempos atuais, o começo do filme ficou parecendo um comercial de família de margarina de época, pulam praticamente todas as cenas fortes (nenhuma cena de estupro no filme, ao contrário do livro, e o fanatismo religioso só é percebido em uma frase ou outra solta no meio da trama) pois o que eles sabem fazer é isso, suavizar as coisas pra não deixar nada pesado, é uma adaptação muito comportada pra um drama pesado e sem limites, com isso acabam também suavizando o incesto e fazendo toda a história girar apenas em torno disso.
Perdeu totalmente o sentido essa adaptação morna. Ficou uma espécie de Desventuras em Série + 50 Tons de C̶i̶n̶z̶a̶ Incesto.
Isso deveria ter sido muito mais perturbador, a Lifetime até tenta em alguns(poucos) momentos chegar até lá, mas sempre retorna e só consegue nos deixar com náuseas, como aquele momento que a menina beija um homem aleatório que estava deitado na cama dizendo que deu vontade, isso realmente pareceu fazer algum sentido aqui? alguém realmente agiria assim na vida real? percebemos claramente como a obra original está sendo adaptada de forma preguiçosa pois esse é um material que clama pelo exagero, mas a direção prefere seguir por uma abordagem com expressões sérias.
A obra original é mais sobre como nenhum dos personagens consegue escapar de sua... criação, ou sociedade, ou da moralidade que lhes foi incutida desde a infância. Eles não conseguem superar o fato de saber que seu relacionamento é "errado" aos olhos do mundo, mesmo que se amem ou precisem um do outro de uma forma distorcida, codependente, "ninguém mais é capaz de me entender".
Os pais estragam seus filhos, mesmo que tenham as "melhores" intenções. E então esses filhos estragam a próxima geração, apesar de tentarem escapar disso. Nessas famílias bizarras e isoladas, todo tipo de coisa é transmitida como uma espécie de maldição. E os mais velhos nem tentam ajudar porque, uma vez que cederam a isso, querem justificá-lo punindo seus filhos por se rebelarem - o que torna tudo pior.
A história original não é somente sobre incesto igual esse filme. Isso é apenas um subproduto, quase inevitável por causa do que eles foram forçados a passar. Podemos simpatizar com eles porque sabemos o que causou isso e também vemos como eles lutam muito por causa disso. Eles não escolheram o incesto - ele se tornou sua única maneira de lidar com isso, e então se tornou algo que os assombra, mas ao mesmo tempo é familiar e os une.
E também mostra a ironia de como tentar muito evitar que algo aconteça pode muitas vezes resultar na própria coisa que você está tentando evitar.
A razão declarada de Olivia para querer trancar as crianças é para impedi-las de cometer os mesmos pecados que seus pais... mas ao fazer isso, ela as força a ficarem mais próximas, já que elas só têm uma à outra para depender. Se elas não tivessem sido trancadas, é altamente improvável que Cathy e Chris tivessem terminado em um relacionamento incestuoso.
Eu sempre vi a série como um conto de advertência contra pais muito rigorosos e rígidos.
Mas aqui nessa adaptação nunca temos toda a tensão necessária pra causar algum impacto e muito menos todo o peso dramático e perturbado da obra literária, aqui o que salva mesmo são os atores ( Quem tá dizendo que estão ruins está viajando, a Ellen Burstyn por exemplo entrega muito mesmo, está digna de Oscar no papel de vilã e até lembra sua atuação no maior clássico de terror da história: O Exorcista), as crianças também estão bem, eles conseguem passar realismo mesmo o roteiro indo contra eles por vários momentos e tudo soa possível apenas graças a interação entre eles, aqui temos uma obra perdida e estranhamente previsível, o livro podia ter muitos problemas, mas com certeza a previsibilidade passava muito longe de ser um deles.
O Jardim dos Esquecidos e Pétalas ao Vento, ótimos filmes vale o tempo assistido