Anna Dunlap (Diane Keaton) foi criada de modo conservador, tendo sido casada por 7 anos com o arrogante Brian (James Naughton), com quem teve Molly (Asia Vieira). Sexualmente reprimida, Anna se divorcia e sai em busca de uma grande paixão. Vai morar em Cambridge, Massachusetts, onde conhece Leo Cutter (Liam Neeson), um escultor irlandês liberal. Anna muda seus hábitos, vivendo mais plenamente e descobre o prazer sexual verdadeiro. Até que um dia Brian leva Molly para a sua casa e diz a ela que vai brigar na Justiça pela guarda da menina, usando como justificativa que Cutter havia abusado dela. Anna então fica dividida entre o amor da filha, do namorado e suas convicções.
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Nimoy derrapa feio na direção.Não temos nada de interessante e o bom elenco se apresenta abaixo da média.
>Maratona Diane Keaton - Assistido em 10 de Fevereiro de 2025
Leonardo Minoy, o Capitão Spok da série fílmica Jornada nas Estrelas, dirigiu alguns filmes em sua curta carreira como cineasta. Um deles foi este drama regular que possui uma bela fotografia, mas infelizmente, sofreu de um algumas incongruências roteirísticas. Diane Keaton, como de praxe, está ótima. Mas o mesmo não vale para o personagem Liam Neeson que parece apatetado e sem noção. O que ele fez para uma criança que tem a curiosidade sobre o corpo foi inadmissível, e no mínimo estranhíssimo. Não é desta forma que se educa ao conhecimento do corpo e da sexualidade. Um drama morno, passageiro e esquecível. Só vi uma vez sendo exibido na Rede Globo. Revendo agora, não mudei minha opinião sobre este filme.
Achei a sentença leve demais, devia ter perdido tudo. Gente degenerada e sem valores. Que estejamos protegidos de "boas mães" como Anna e artistas vagabundos como Leo.
Ps: Não entendi a introdução com a tia Babe, era pra quê mesmo?
E tem mais!
Contradizendo o título original do filme, ela é uma péssima mãe! Onde já se viu você deixar o seu bem mais precioso com um maluco desempregado que você conheceu há alguns dias enquanto você vai trabalhar? Aí descobre que ele e a criança de 6 anos tomam banho juntos e ela toca nas genitais do cara! O que a "boa mãe" faz? P#@* nenhuma! Sonsa e negligente, esse filme me deu revolta!
Filme pouco conhecido mas com nuances bem interessantes, e passível de abrir um amplo debate (...) o título nacional é meio tendencioso e choca com título o original, mas até isso mostra interpretações diferentes sobre o conteúdo. Ver Keaton e Neeson em cena é bom sempre.
Roteiro que explora muito superficialmente o problema central, e nem a força dos atores principais é suficiente para aprofundar a abordagem de Leonard Nimoy para o tema. Diane Keaton e Liam Neeson se destacam nos papeis centrais. Keaton se reinventa no papel da mãe, inclusive, um ano após a comédia leve Baby Boom, em que também interpreta uma mãe não convencional. Neeson convence como o artista de espírito livre, e oferece uma certa dualidade ao personagem. Contudo o roteiro não desenvolve a trama, e por vezes a audiência se vê perdida em meio ao desenvolvimento da narrativa.
Durante os depoimentos é difícil de acreditar que todas aquelas situações tenham acontecido offscreen e não tiveram qualquer impacto na relação do casal. O início, com a apresentação da tia Baby não agrega absolutamente NADA à trama. Dez minutos perdidos que poderiam ter sido utilizados para desenvolver melhor a relação entre Anna X Molly X Leo.