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A família Younger, frustada com a vida em seu espremido apartamento em Chicago, vê a chegada de um cheque de dez mil dólares de um seguro como a resposta para suas preces. A matriarca Lena Younger imediatamente usa-o como parte do pagamento de uma casa num subúrbio cujos vizinhos são, em sua maioria, brancos. Mas a família se divide quando Lena confia a aplicação do dinheiro ao irrequieto filho Walter Lee, contra os desejos de sua filha e da nora.
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"Criança, quando acha que é hora de amar mais alguém? Quando ele está bem e não dá trabalho a ninguém? Não, não. Não é essa hora! É quando ele está na pior. E não acredita em si mesmo porque apanhou muito! Quando for julgar alguém... criança, julgue certo. Leve em conta as montanhas e vales que ele atravessou para chegar onde está"
O filme é chatinho mesmo. Longo demais, com praticamente um cenário só (tirando o bar e a casa nova que apenas aparece uma vez) e somente aqueles personagens da família, exceto alguns figurantes no bar, os dois amigos dele
e o cara que quer comprar a casa deles.
Claudia McNeil rouba a cena em vários momentos, até mais do que Sidney Poitier. Já tinha visto filmes com a Ruby Dee, mas em geral ela mais velha, nesse aqui vemos ela nova e além de ser uma excelente atriz, era muito bonita.
Edit: Vi aqui agora que a Claudia McNeil tem tantos poucos filmes na carreira... é uma pena. Os fatores que levaram isso a acontecer, provavelmente já sabemos.
Vi há muito tempo pela TV aberta, nos primeiros anos da antológica Sessão da Tarde. Sidney Poitier é um dos meus atores favoritos e rever parte de sua obra é sempre um hobby agradável e prazeroso. "O Sol Tornará a Brilhar", no contexto geral, é um ótimo filme do gênero drama familiar, pois a história prende a atenção do expectador. Recomendo.
O primeiro grande drama da vida de Poitier.Num formato totalmente teatral temos contos sendo bem desenrolados.Petrie sempre intercalou bem sua carreira entre ótimos filmes (como esse) e filmes deprimentes.
>Assistido em 27 de Dezembro de 2022
O excesso de teatralidade me afastou muito como de costume, mas é impossível não ver valor no belo texto (especialmente o discurso final de Potier) e também na denúncia racial realizada com parcimônia e sem os típicos exageros que vemos nos discursos atuais. Bom, ainda sim a direção poderia ser muito melhor.
Um filme muito bom, apesar de achar um pouco teatral, o que não interfere o roteiro.