A juíza Margaret Turner (Myrna Loy) descobre que sua irmã adolescente, Susan (Shirley Temple), se apaixonou por Richard Nugent (Cary Grant), um artista de meia-idade que já foi julgado por ela. Quando Susan é encontrada no apartamento dele, ele é "condenado" a sair com Susan até ela perder atração por ele.
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Cary Grant ficou perfeito personificando, "O Solteirão Cobicado" do título, emprestando seu habitual charme como um artista que foi julgado pela juíza (Myrna Loy) cujo sua irmã mais nova (uma Shirley Temple adolescente) apaixona-se por ele. Um enredo básico que ganha simpatia pelo bom elenco envolvido.
Comédia romântica da RKO Radio Pictures em preto e branco vencedora do Oscar de melhor roteiro original. Também disponível em versão colorizada para computador. O filme foi bem recebido pelo público e pela crítica. Sidney Sheldon (1917-2007) ganhou um Oscar por seu roteiro.
Este foi o 2° de 3 filmes estrelados por Cary Grant (1904-1986) e Myrna Loy (1905-1993), seguindo Asas nas trevas (35) e depois, Lar... meu tormento (48). Myrna Loy era quase 23 anos mais velha do que sua irmã na tela, Shirley Temple (1928-2014), aqui em um de seus últimos filmes.
Anacrônico - embora sexista - e bem mediano pra não falar coisa pior. É um filme que só poderia ter sido feito em uma época mais inocente. Cary Grant parece bloqueado neste material claustrofóbico, essencialmente misógino, e o diretor Irving Reis (1906-1953) não é o homem para tirá-lo de lá. Difícil acreditar que um filme desses tenha sido premiado contra outras produções bem melhores que concorreram no mesmo ano.
Duro mesmo de engolir é ver os atletas em uma competição acirrada de verão correndo de calças.
Uma comédia deliciosa com o Cary Grant. Adoro os seus filmes.
Comédia extremamente divertida e charmosa. Todos os personagens são muito bons, e o trio principal possui uma sintonia perfeita. Impossível não se encantar.
#50_2018
Dei muitas risadas e acho que já estou virando fã de Cary Grant S2