Uma remota fazenda alemã guarda segredos de gerações. Quatro mulheres, separadas por décadas, mas unidas pelo trauma, descobrem a verdade por trás de suas paredes desgastadas pelo tempo.
A ultima hora do filme é de uma catarse e potencia que me fez gostar mais de tudo até então, mas é inegavel essa estética de filme de festival e a bagunça criativa apresentada, seu ponto forte é sobre o que quer falar e não pela forma como está falando. Ainda assim muito interessante, como li por ai, acho que a definição de trauma geracional, como é viver num mundo que parece que apenas quer te machucar.
Filme visualmente impressionante e com momentos arrebatadores. Não identifiquei um fio condutor entre as quatro histórias, apesar de ter procurado com atenção desde o começo. Talvez não haja mesmo. O filme é belo, mas não fechou com chave de ouro.
São tantas quedas neste filme, e a gente literalmente não escuta quase nenhuma além das mais marcantes, que é quando o filho cai no seleiro, sem entendermos muito bem a razão. Até que compreendemos. Nada é muito explicado aqui em meio às violências que seres humanos (principalmente mulheres) sofrem ao longo de gerações. A morte sempre está ali além do natural, é algo não falado. Ela faz parte da vida, mas é um pouco cruel demais. Vejo que há certa inconstância com as gerações aqui. Principalmente a primeira possui mais destaque, mais personagens - e é melhor. Enfim, acho interessante ver a vida contada através de quedas, muitas delas que não escutamos e apenas vemos seu impacto. Para quem gostou recomendo Primavera, verão, outono, inverno e... primavera. Fala muito bem sobre o tempo que passa.
Muito chato
A ultima hora do filme é de uma catarse e potencia que me fez gostar mais de tudo até então, mas é inegavel essa estética de filme de festival e a bagunça criativa apresentada, seu ponto forte é sobre o que quer falar e não pela forma como está falando. Ainda assim muito interessante, como li por ai, acho que a definição de trauma geracional, como é viver num mundo que parece que apenas quer te machucar.
Filme visualmente impressionante e com momentos arrebatadores. Não identifiquei um fio condutor entre as quatro histórias, apesar de ter procurado com atenção desde o começo. Talvez não haja mesmo. O filme é belo, mas não fechou com chave de ouro.
Filme que não é para qualquer público....01/03/26.
São tantas quedas neste filme, e a gente literalmente não escuta quase nenhuma além das mais marcantes, que é quando o filho cai no seleiro, sem entendermos muito bem a razão. Até que compreendemos.
Nada é muito explicado aqui em meio às violências que seres humanos (principalmente mulheres) sofrem ao longo de gerações. A morte sempre está ali além do natural, é algo não falado. Ela faz parte da vida, mas é um pouco cruel demais.
Vejo que há certa inconstância com as gerações aqui. Principalmente a primeira possui mais destaque, mais personagens - e é melhor.
Enfim, acho interessante ver a vida contada através de quedas, muitas delas que não escutamos e apenas vemos seu impacto.
Para quem gostou recomendo Primavera, verão, outono, inverno e... primavera. Fala muito bem sobre o tempo que passa.